ENTIDADES DE REPRESENTAÇÃO DAS POLÍCIAS CIVIL, MILITAR E CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DA PARAÍBA, SE REUNIRAM PARA FORTALECER CAMPANHA PELO CUMPRIMENTO DA LEI DO SUBSÍDIO

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Na manhã do último dia 30, o Sindicato dos Servidores da Polícia Civil do Estado da Paraíba, filiado a Nova Central Sindical – NCST, Confederação Brasileira de Trabalhadores Policias Civis – COBRAPOL, FEIPOL/NE, se reuniu com à Associação de Defesa das Prerrogativas dos Delegados de Polícia da Paraíba (Adepdel) em sua sede, juntamente com outros representantes de entidades associativas das Polícias Civil, Militar e dos Bombeiros, Caixa Beneficente dos Oficiais e Praças da Polícia Militar e Bombeiro Militar da Paraíba, Clube dos Oficiais da Polícia e Bombeiro Militar da Paraíba, Associação dos Técnicos em Perícia e Necrotomistas da Polícia Civil (Atenepol), Associação dos Papiloscopistas Policiais Civis da Paraíba e o representante da categoria dos Agentes Operacionais da Polícia Civil,  para unir forças em busca do cumprimento da implementação da remuneração por subsídio. O pleito vai beneficiar mais de 17 dezesseismil profissionais, garantindo a incorporação da bolsa desempenho e demais verbas precárias nos salários desses trabalhadores da Segurança Pública. A Constituição Federal prevê que o pagamento das polícias civis e militares seja por subsídio.

O momento de conseguirmos essa conquista é agora, pois temos confiança no trabalho da atual Secretaria de Segurança Pública e do novo governador, que reconhecem a importância das forças de segurança e da valorização do ser humano, como demonstrou na semana passada com a assinatura do Plano de Cargos e Carreiras dos agentes penitenciários. Vale lembrar que Pernambuco e Rio Grande do Norte, já garantiram o direito do subsídio aos seus profissionais”, disse o presidente da Adepdel, Steferson Nogueira.

A incorporação da bolsa desempenho e demais verbas precárias no salário é importante porque garante que, ao se aposentar, um policial civil ou militar não perca 40% ou mais do salário como vem acontecendo no Estado da Paraíba, acredito que o subsídio vá corrigir esse tipo de distorção”, afirmou o representante da Caixa Beneficente dos Oficiais e Praças da Polícia Militar e Bombeiro Militar da Paraíba, falou o Major Edilson Bernardo.

A presidente da Associação dos Técnicos em Perícia e Necrotomistas da Polícia Civil (Atenepol), Germana Honório, também se posicionou sobre o assunto: “hoje, a maior reivindicação da nossa categoria é o cumprimento da lei. O subsídio vai ser um passo fundamental para que depois a gente possa buscar outro ponto importante que é a aplicação da Lei Complementar 94. Atualmente, recebemos salários de nível médio, mas nossas carreiras desde 2010 passaram a ser de nível superior”, colocou a necrotomista. Ela foi apoiada por Clébio da Silva Gomes, presidente da Associação dos Papiloscopistas Policiais Civis da Paraíba, que se posicionou a favor da criação de uma unidade das entidades associativas e sindicais em busca do subsídio.

Também declarou apoio ao pleito, o presidente do Sindicato dos Servidores da Polícia Civil do Estado da Paraíba, Antônio Erivaldo Henrique de Sousa. “Nosso sistema é escravagista quando se trata de aposentadoria. Nos unirmos em busca do subsídio é um grande avanço, sinal de amadurecimento político. Acredito que este grupo aqui reunido e unido represente 99% do caminho para a vitória”, afirmou.

Já o coronel Francisco de Assis, presidente do Clube dos Oficiais da Polícia e Bombeiro Militar da Paraíba levantou um aspecto importante da discussão. Para ele, hoje quem está na ativa tem uma situação confortável, apesar de saber que uma hora vai ser atingido. “Diante do cenário favorável no Governo, acredito que este é o momento de cobrar o que é assegurado por lei e não vem sendo cumprido”, disse.

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