Júri popular de acusado de matar namorada com tiro de espingarda em João Pessoa acontece nesta quinta (11)

Júri popular de homem acusado de matar namorada com tiro de espingarda em João Pessoa acontece nesta quarta (11) Reprodução / TV Cabo Branco O júri popular de Yuri Ramos Coutinho Nóbrega, acusado de matar a namorada Luanna Alverga Ramalho Barbosa com um tiro de espingarda, acontece nesta quinta-feira (11), a partir das 9h, no Fórum Criminal de João Pessoa. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 PB no WhatsApp Yuri foi denunciado pela 3ª Vara Metropolitana do Tribunal do Júri e responde pelo crime ocorrido em 23 de julho de 2017. O caso é analisado por júri popular em João Pessoa, procedimento em que cidadãos decidem sobre a materialidade e a autoria do crime. Segundo os autos do processo, o disparo ocorreu por volta das 16h, dentro da residência do tio do réu, Ricardo Sérgio Coutinho Nóbrega, no Condomínio Arruda Câmara, no bairro do Róger, em João Pessoa. A denúncia aponta que Yuri Ramos efetuou um disparo de espingarda calibre 20, arma que pertencia ao tio. Em depoimentos à polícia e em juízo, o réu admitiu ter feito o disparo, mas afirmou que o tiro foi acidental e que não teve intenção de matar. Entenda o caso Luanna Alverga foi morta com tiro de espingarda; namorado é o suspeito Reprodução/TV Cabo Branco Luanna Alverga Ramalho Barbosa, de 20 anos, morreu após ser atingida na cabeça por um tiro de espingarda durante uma festa de aniversário realizada na casa do namorado, no bairro do Róger, em João Pessoa. No mesmo dia, Yuri se apresentou à Polícia Civil, admitiu ter efetuado o disparo, mas afirmou que o tiro foi acidental e que acreditava que a espingarda calibre 22 estava sem munição. Ele relatou que a arma pertencia ao tio e estava guardada em um quarto da casa. Após a investigação inicial, o Ministério Público apresentou denúncia contra Yuri na segunda-feira (7), acusando-o de matar a namorada. Na denúncia, o MP também pediu a manutenção da prisão preventiva, em vigor desde o dia 24, um dia após o crime. De acordo com a denúncia, o tiro foi disparado dentro da residência, durante a festa. O promotor solicitou a inclusão dos laudos periciais, como o exame no corpo da vítima, o toxicológico e a reconstituição. Um laudo da Criminalística concluiu que o disparo não foi acidental do ponto de vista pericial. A perícia apontou que o gatilho foi acionado e que a distância entre o cano da arma e a cabeça da vítima era de cerca de 50 centímetros, considerada curta distância. JPB2JP: Laudo afirma: tiro do caso Luanna não foi acidental Vídeos mais assistidos do g1 Paraíba
