{"id":8307,"date":"2022-12-29T12:58:25","date_gmt":"2022-12-29T15:58:25","guid":{"rendered":"https:\/\/g1.globo.com\/pb\/paraiba\/noticia\/2022\/12\/29\/retrospectiva-2022-relembre-as-mortes-que-marcaram-o-ano-na-paraiba.ghtml"},"modified":"2022-12-29T12:58:25","modified_gmt":"2022-12-29T15:58:25","slug":"retrospectiva-2022-relembre-as-mortes-que-marcaram-o-ano-na-paraiba","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/index.php\/2022\/12\/29\/retrospectiva-2022-relembre-as-mortes-que-marcaram-o-ano-na-paraiba\/","title":{"rendered":"Retrospectiva 2022: relembre as mortes que marcaram o ano na Para\u00edba"},"content":{"rendered":"   <img src=\"https:\/\/s2.glbimg.com\/fPu78RC_Ba3r8zpJBoVgNqexTlE=\/i.s3.glbimg.com\/v1\/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a\/internal_photos\/bs\/2022\/n\/j\/mCKHnfTsC2hMJUxAUmIw\/montagemmortes2.jpg\" \/><br \/>   Milton Cabral,  Chico Maria e Tarik Lima est\u00e3o entre os nomes paraibanos que nos deixaram em 2022.  Personalidades que morreram na Para\u00edba em 2022 \nMontagem\nEm 2022, os paraibanos se despediram de nomes da m\u00fasica, do cinema e tamb\u00e9m da pol\u00edtica estadual. O g1 relembra personalidades que morreram este ano. \nMilton Cabral, ex-governador da Para\u00edba\nMilton Cabral, ex-governador da Para\u00edba\nDivulga\u00e7\u00e3o\/ALPB\nNascido em Umbuzeiro, no sert\u00e3o do estado, Milton Cabral governou o Estado da Para\u00edba por nove meses, entre 1986 e 1987, quando foi eleito pela Assembleia Legislativa depois da ren\u00fancia de Wilson Braga. Era filho de Severino Cabral, ex-prefeito de Campina Grande. \nAntes de ser governador, Milton Cabral foi deputado federal pela Para\u00edba, eleito em 1962, e senador, eleito em 1970.\nEm 2015, Milton Cabral recebeu a mais alta comenda concedida pelo Poder Legislativo do estado, a Medalha Epit\u00e1cio Pessoa. A cerim\u00f4nia aconteceu na Assembleia Legislativa da Para\u00edba (ALPB)\nMilton morreu aos 101 anos, no Rio de Janeiro, deixando esposa e tr\u00eas filhos. \nHermano Almeida, ex-prefeito de Jo\u00e3o Pessoa\nHermano Almeida, ex-prefeito de Jo\u00e3o Pessoa, morreu aos 96 anos, em Natal, no Rio Grande do Norte\nArquivo pessoal \nHermano Augusto de Almeida administrou Jo\u00e3o Pessoa de mar\u00e7o de 1975 a mar\u00e7o de 1979. Sobrinho do ex-ministro Jos\u00e9 Am\u00e9rico de Almeida, Hermano Almeida era engenheiro civil e foi nomeado para a prefeitura da capital no per\u00edodo da Ditadura Militar, pelo ent\u00e3o governador Ivan Bichara Sobreira.\nAl\u00e9m da administra\u00e7\u00e3o municipal, Hermano Almeida foi secret\u00e1rio de transporte nos governos de Tarc\u00edsio Burity e Wilson Braga.\nEle morreu aos 96 anos, em 5 de dezembro, na cidade de Natal, no Rio Grande do Norte\nIvandro Cunha Lima, ex-senador pela Para\u00edba\nEx-senador da Para\u00edba  Ivandro Cunha Lima\nDivulga\u00e7\u00e3o\nIvandro Cunha Lima foi advogado e tabeli\u00e3o. A carreira pol\u00edtica dele come\u00e7ou ainda nos movimentos estudantis. No ano de 1974, ele foi eleito suplente de senador e assumiu o mandato em 1977.\nJ\u00e1 em 1982, quando terminou o mandato de senador, Ivandro iniciou sua campanha para a C\u00e2mara Federal, desistindo durante a campanha.\nEm 1994, Ivandro se elegeu deputado federal e ocupou uma vaga na C\u00e2mara dos Deputados.\nO ex-senador morreu aos 92 anos, em maio, na cidade de Campina Grande. \nOswaldo Trigueiro, ex-prefeito de Jo\u00e3o Pessoa\nOswaldo Trigueiro do Valle, ex-prefeito de Jo\u00e3o Pessoa, morre aos 87 anos\nDivulga\u00e7\u00e3o\/PMJP\nOswaldo Trigueiro, ex-prefeito de Jo\u00e3o Pessoa morreu aos 87 anos. Ele ocupou o cargo entre os anos de 1983 e 1986. \nAl\u00e9m disso, tamb\u00e9m foi professor de Teoria de Administra\u00e7\u00e3o da UFPB, pesquisador do Conselho Nacional de Pesquisas (CNPq), assessor especial da FGV e docente de Administra\u00e7\u00e3o do Curso de Mestrado da Universidade Federal de Pernambuco e da Funda\u00e7\u00e3o Regional do Nordeste (Furne-Campina Grande).\nTarik Lima, cantor \nCantor Tarik Lima J\u00fanior, de 25 anos, era natural de Jo\u00e3o Pessoa\nDivulga\u00e7\u00e3o\nO cantor come\u00e7ou a ser conhecido a partir de 2020, com o remix de \u2018Bate com Vontade\u2019, com participa\u00e7\u00e3o de Mc Dricka e Dad\u00e1 Bolad\u00e3o.\nA can\u00e7\u00e3o virou hit, inclusive nas redes sociais, como nos challenges do TikTok. Outros sucessos foram \u2018Eu vou te empurrar\u2019, que j\u00e1 ultrapassou 540 mil visualiza\u00e7\u00f5es no YouTube, e \u2018Eu vou te achar\u2019, ambos com Mc Tet\u00e9u.\nAl\u00e9m do YouTube e plataformas de streaming, como o Spotify, os challenges, que \u00e9 como s\u00e3o chamados os v\u00eddeos de coreografias no TikTok, acumulam milhares de reprodu\u00e7\u00f5es.\nAntes de atingir sucesso nacional, Tarik j\u00e1 era conhecido no bairro de Mangabeira, onde morava. Filho de um agente da Secretaria de Mobilidade Urbana de Jo\u00e3o Pessoa (Semob-JP), desde 2012 ele costumava cantar em barzinhos e igrejas do bairro\nTarik Lima morreu aos 25 anos, em acidente que estava em uma moto quando colidiram em um carro na BR-101, na cidade de Bayeux, na regi\u00e3o metropolitana de Jo\u00e3o Pessoa. Ele estava acompanhado de Gabrielle Oliveira, sua namorada. \nDerr\u00e9is, cantor e compositor\nDerr\u00e9is morreu aos 83 anos, em Patos, no sert\u00e3o da Para\u00edba\nDivulga\u00e7\u00e3o\nConhecido principalmente na regi\u00e3o de Patos, no Sert\u00e3o da Para\u00edba, Lu\u00eds Alves de Oliveira, conhecido como Derr\u00e9is, come\u00e7ou a trabalhar como engraxate aos 10 anos, e encontrou nos versos da m\u00fasica uma nova paix\u00e3o.\nEle morreu em junho, v\u00edtima de v\u00e1rias causas, como s\u00edndrome respirat\u00f3ria aguda grave e sepse do foco pulmonar.\nLuzinete, a rainha da seresta\nLuzinete de Bayeux era conhecida como \"A Rainha da Seresta\" na Grande Jo\u00e3o Pessoa.\nReprodu\u00e7\u00e3o\/TV Cabo Branco\nLuzinete Silva Firmino, 'A Rainha da Seresta', era conhecida do p\u00fablico da Regi\u00e3o Metropolitana de Jo\u00e3o Pessoa por seus shows interpretando cl\u00e1ssicos da seresta em bares e restaurantes da regi\u00e3o. No in\u00edcio da pandemia, em 2020, ela foi uma das primeiras artistas a fazer lives nas redes sociais, reunindo mais de 10 mil pessoas em uma de suas v\u00e1rias transmiss\u00f5es.\nA cantora morreu v\u00edtima de sucessivas paradas cardiorrespirat\u00f3rias, aos 67 anos, ap\u00f3s dar entrada em um hospital de Bayeux com um quadro de desconforto respirat\u00f3rio. \nMax Serrano, m\u00fasico\nMax Serrano era percussionista do grupo Pura Raiz\nJean Sinfr\u00f4nio\/Arquivo Pessoal\nMax Serrano era percussionista da banda \u2018Pura Raiz\u2019 h\u00e1 15 anos e morreu aos 38 anos, em Jo\u00e3o Pessoa, v\u00edtima de um infarto, no m\u00eas de junho. Ele havia sido internado durante uma semana em hospital da capital. Ap\u00f3s o infarto, a equipe m\u00e9dica descobriu tamb\u00e9m um AVC hemorr\u00e1gico. Ele n\u00e3o resistiu e morreu. \nGera Brito, cantor e compositor\nM\u00fasico Gera Brito morreu em Campina Grande.\nFoto: Reprodu\u00e7\u00e3o\/Facebook\/Gera Brito\nGera Brito iniciou a carreira na d\u00e9cada de 1980, cantando em bares de Campina Grande. Passou uma temporada no Rio de Janeiro na d\u00e9cada de 1990 a convite de Elba Ramalho, quando conheceu grandes nomes da M\u00fasica Popular Brasileira (MPB). \nChegou a se apresentar na abertura de shows de cantores como Geraldo Azevedo, a pr\u00f3pria Elba Ramalho e tamb\u00e9m Luiz Melodia, ao mesmo tempo em que participava de festivais de m\u00fasica.\nGera Brito faleceu aos 58 anos, em decorr\u00eancia de uma embolia pulmonar, que foi confirmada pela fam\u00edlia. \nZ\u00e9 de Cila, contador de hist\u00f3rias\nZ\u00e9 de Cila morreu aos 76 anos\nTV Para\u00edba\/Reprodu\u00e7\u00e3o\nZ\u00e9 de Cila era conhecido assim por conta de sua m\u00e3e, que se chamava justamente \u2018Cila\u2019, j\u00e1 que \u00e9 comum em cidades interioranas se referir a algu\u00e9m relacionando o nome da pessoa aos dos pais dela. O nome dele, na verdade, era Jos\u00e9 Nunes Ara\u00fajo Neto.\nO artista era uma figura conhecida em Cabaceiras, na Para\u00edba, onde a bodega dele \u2013 mercearia pequena mais comum em cidades do interior \u2013 se tornou um ponto tur\u00edstico.\nEle recebia os turistas vestido com uma batina porque, segundo ele, foi a que usou quando foi dubl\u00ea do personagem de Rog\u00e9rio Cardoso, o padre Jo\u00e3o, no filme \"O Auto da Compadecida\".\nEle morreu aos 76 anos em junho, em decorr\u00eancia de m\u00faltiplas causas, como insufici\u00eancia card\u00edaca e renal. \nJo\u00e3o Martins, escritor e compositor\nJo\u00e3o Martins foi o autor dos hinos de Treze e Campinense\nDivulga\u00e7\u00e3o\/Arquivo Pessoal\nAutor dos hinos de Campinense e Treze, Jo\u00e3o Martins de Oliveira foi o respons\u00e1vel por colocar em m\u00fasica a paix\u00e3o dos torcedores pelos dois clubes. Al\u00e9m de compositor, Jo\u00e3o tamb\u00e9m atuou como radialista durante uma d\u00e9cada na R\u00e1dio Caturit\u00e9.\nJo\u00e3o morreu aos 72 anos em setembro, v\u00edtima de infarto, segundo familiares. \nEliezer Rolim Filho, professor e cineasta \nCineasta e professor Eliezer Rolim morre aos 61 anos\nTV Cabo Branco\/Reprodu\u00e7\u00e3o\nNatural de Cajazeiras, no Sert\u00e3o, Eliezer Rolim era professor do Departamento de Arquitetura e Urbanismo da UFPB desde 1993 e ministrava disciplinas principalmente nas \u00e1reas de desenho e hist\u00f3ria da arquitetura e urbanismo. \nFora das salas de aula, Eliezer Rolim se destacou na carreira de cineasta. Ele recebeu pr\u00eamios com sua produ\u00e7\u00e3o teatral, onde se destacam os trabalhos de dramaturgia, cenografia, dire\u00e7\u00e3o e ilumina\u00e7\u00e3o.\nAtuou ainda na \u00e1rea de cinema como produtor, roteirista e diretor, e foi membro da Academia Paraibana de Cinema.\nO cineasta morreu aos 61 anos, devido a Covid-19. \nChico Maria, jornalista \nChico Maria trabalhou nas TVs Para\u00edba, Borborema e Cabo Branco\nTV Cabo Branco\/Arquivo\nPrimeiro no programa que levava seu nome, na TV Para\u00edba, depois no programa Confidencial, da TV Borborema, ambos de Campina Grande, Chico Maria ganhou destaque na televis\u00e3o paraibana. Em 1988, estreou no programa Para\u00edba Meio Dia, da Rede Para\u00edba de Comunica\u00e7\u00e3o, que era transmitido em rede para todo o estado e seguiu at\u00e9 2003. Nos tr\u00eas programas, se notabilizou pelas entrevistas com grandes personalidades da Para\u00edba e do Brasil.\nAo longo de mais de 30 anos, entrevistou todos os principais pol\u00edticos do estado e nomes nacionais como Ariano Suassuna, Leonardo Boff, Pel\u00e9 e dom H\u00e9lder C\u00e2mara.\nChico Maria tamb\u00e9m ocupava uma cadeira na Academia de Letras de Campina Grande e tamb\u00e9m exerceu cargo como jurista e delegado da Pol\u00edcia Civil, antes de virar jornalista. \nO jornalista morreu aos 92 anos, em fevereiro, em decorr\u00eancia de problemas card\u00edacos.\nAnt\u00f4nio Vicente Filho, jornalista \nAnt\u00f4nio VIcente Filho foi o autor da biografia de Jackson do Pandeiro\nDivulga\u00e7\u00e3o\nCom atua\u00e7\u00e3o no jornalismo cultural no estado, Ant\u00f4nio escreveu em parceria com o jornalista Fernando Moura, a biografia de Jackson do Pandeiro.\nAnt\u00f4nio morreu em seu apartamento em fevereiro. A causa da morte n\u00e3o foi revelada. \nGil Sabino, jornalista e produtor\nGil Sabino morreu aos 62 anos\nDivulga\u00e7\u00e3o\nConhecido principalmente pela sua atua\u00e7\u00e3o no jornalismo, Gil Sabino tamb\u00e9m se notabilizou na \u00e1rea cultural, onde foi produtor de grandes artistas nacionais e locais. \nEle morreu aos 62 anos, v\u00edtima de uma parada card\u00edaca. \nV\u00eddeos mais assistidos do g1 Para\u00edba ","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>      Milton Cabral,  Chico Maria e Tarik Lima est\u00e3o entre os nomes paraibanos que nos deixaram em 2022.  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