{"id":79277,"date":"2026-10-11T09:30:08","date_gmt":"2026-10-11T12:30:08","guid":{"rendered":"https:\/\/g1.globo.com\/pb\/paraiba\/noticia\/2026\/10\/11\/do-trem-ao-vlt-mais-de-um-seculo-depois-campina-grande-deve-retomar-transporte-sobre-trilhos.ghtml"},"modified":"2026-10-11T09:30:08","modified_gmt":"2026-10-11T12:30:08","slug":"campina-grande-162-anos-mais-de-um-seculo-depois-cidade-deve-retomar-transporte-sobre-trilhos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/index.php\/2026\/10\/11\/campina-grande-162-anos-mais-de-um-seculo-depois-cidade-deve-retomar-transporte-sobre-trilhos\/","title":{"rendered":"Campina Grande, 162 anos: mais de um s\u00e9culo depois, cidade deve retomar transporte sobre trilhos"},"content":{"rendered":"   <img src=\"https:\/\/s2-g1.glbimg.com\/ZjnUCDlqRBPvmwJ8E_3N1sRCjTE=\/i.s3.glbimg.com\/v1\/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a\/internal_photos\/bs\/2026\/B\/D\/pGCeDHQt6hNhbItJ6LAQ\/apresentacao-divertida-jogo-imagem-escondida-padrao-abstrato-e-formas-colorido.jpg\" \/><br \/>     VLT de Campina Grande em obras, em 2026.\nInstituto Hist\u00f3rico de campina Grande\nOs trilhos voltaram a fazer parte dos planos de transporte de Campina Grande, cidade no Agreste da Para\u00edba que celebra 162 anos neste domingo (11), mais de um s\u00e9culo depois da chegada do primeiro trem \u00e0 cidade, em 1907. O projeto do Ve\u00edculo Leve sobre Trilhos (VLT) de Campina Grande prev\u00ea 14,8 km de extens\u00e3o e 13 esta\u00e7\u00f5es, em um percurso que inclui pontos como o Complexo Alu\u00edzio Campos, A\u00e7ude Velho e \u00e1reas pr\u00f3ximas \u00e0 universidade p\u00fablicas.\n\u2705 Clique aqui para seguir o canal do g1 PB no WhatsApp\nA proposta atual, por\u00e9m, tem uma fun\u00e7\u00e3o diferente daquela exercida pela antiga ferrovia. No in\u00edcio do s\u00e9culo XX, os trilhos ajudaram a mudar o com\u00e9rcio e a posi\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica de Campina Grande. O trem de carga continuou em atividade na cidade at\u00e9 o in\u00edcio dos anos 2000 e, depois disso, a malha ferrovi\u00e1ria entrou em processo de sucateamento. Agora, o transporte sobre trilhos \u00e9 pensado novamente para os deslocamentos dentro do pr\u00f3prio munic\u00edpio.\nAgora no g1\nPara entender a import\u00e2ncia da ferrovia para a forma\u00e7\u00e3o da segunda maior cidade da Para\u00edba e as diferen\u00e7as entre o antigo trem e o projeto do VLT, o g1 conversou com os historiadores Erik Brito e Jefter Porto. \nQuando o trem chegou a Campina Grande \nA ferrovia chegou a Campina Grande em 1907, em um per\u00edodo de valoriza\u00e7\u00e3o do algod\u00e3o no mercado internacional. At\u00e9 ent\u00e3o, segundo o historiador Erik Brito, o munic\u00edpio ainda n\u00e3o figurava entre as principais cidades da Para\u00edba. A chegada dos trilhos mudou a rota de transporte da produ\u00e7\u00e3o do interior e aproximou Campina Grande dos mercados ligados ao porto do Recife, em Pernambuco.\nLocomotiva com fardos de algod\u00e3o no p\u00e1tio da Esta\u00e7\u00e3o Velha em 1949, em Campina Grande. Foto rar\u00edssima do acervo do Instituto Hist\u00f3rico de campina Grande\nInstituto Hist\u00f3rico de campina Grande\nNa \u00e9poca, os tropeiros (pessoas que transportavam mercadorias em tropas de animais) percorriam caminhos entre os sert\u00f5es e o litoral para levar a produ\u00e7\u00e3o do interior. Com a ferrovia, o algod\u00e3o passou a ser levado at\u00e9 Campina Grande, onde era comercializado e beneficiado antes de seguir para o Recife e ser exportado.\n\u201cA chegada da malha ferrovi\u00e1ria foi um divisor de \u00e1guas para o desenvolvimento de Campina Grande. Antes de 1907, o munic\u00edpio sequer figurava entre as pot\u00eancias da Para\u00edba. Esse evento coincidiu com a valoriza\u00e7\u00e3o do pre\u00e7o do algod\u00e3o no mercado internacional. A ponta de trilho simbolizou o fim da necessidade dos tropeiros precisarem se deslocar dos sert\u00f5es para o porto do Recife, encurtando o trajeto em quil\u00f4metros e transformando a Rainha da Borborema no principal mercado de venda e beneficiamento do algod\u00e3o, fomentando uma pujan\u00e7a nunca antes vista na regi\u00e3o\u201d, explicou Erik Brito.\nO historiador Jefter Porto acrescenta que a principal finalidade da ferrovia era transportar cargas. A procura internacional por algod\u00e3o crescia em meio a mudan\u00e7as na produ\u00e7\u00e3o e no consumo, ocasionada por epis\u00f3dios como a Guerra de Secess\u00e3o nos Estados Unidos, at\u00e9 ent\u00e3o o maior produtor mundial do produto, e o aumento da popula\u00e7\u00e3o e a expans\u00e3o industrial no in\u00edcio do s\u00e9culo XX.\nEmbora o transporte de cargas fosse a prioridade, o trem tamb\u00e9m levava passageiros e correspond\u00eancias. O chamado Trem do Recife, por exemplo, transportava jovens da elite campinense que viajavam para estudar Direito na capital pernambucana, segundo Jefter. \n\u201cA l\u00f3gica que trouxe os trilhos foi a da carga. No final da sua vida, a linha f\u00e9rrea passou a ser s\u00f3 para cargas. Mas, durante o auge, transportava passageiros e mercadorias. O beneficiamento e a distribui\u00e7\u00e3o do algod\u00e3o, somados \u00e0 condi\u00e7\u00e3o de ponta de trilho e \u00e0 localiza\u00e7\u00e3o, tornaram Campina um dos principais emp\u00f3rios do produto no pa\u00eds. Masgente tamb\u00e9m viajava. O chamado 'Trem do Recife' levava, por exemplo, jovens da elite campinense para estudar Direito na capital pernambucana\u201d, explicou Jefter Porto.\nMultid\u00e3o, amea\u00e7a de cangaceiro e atraso marcaram primeira viagem do trem\nMultid\u00e3o aguardando chegada do primeiro trem, em Campina Grande.\nInstituto Hist\u00f3rico de campina Grande\nCerca de 4 mil pessoas aguardavam a chegada do trem \u00e0 Esta\u00e7\u00e3o Velha de Campina Grande em 2 de outubro de 1907. Segundo o historiador Jefter Porto, a locomotiva n\u00ba 3, da companhia inglesa Great Western, chegou enfeitada com folhas de palmeira e duas bandeiras do Brasil. A recep\u00e7\u00e3o teve bandas de m\u00fasica, gir\u00e2ndolas e a presen\u00e7a de lideran\u00e7as locais.\n\u201cEuforia completa. A estimativa \u00e9 de que 4 mil pessoas esperavam a chegada da m\u00e1quina n\u00famero 3 da Great Western. Ela chegou enfeitada com folhas de palmeira e duas bandeiras do Brasil na frente. Al\u00e9m da curiosidade, pois muitos nunca tinham visto o trem, com relatos at\u00e9 de pessoas que tiveram medo do barulho\u201d, contou Jefter.\nA expectativa pela ferrovia, no entanto, n\u00e3o come\u00e7ou naquele dia. De acordo com Jefter Porto, a chegada do trem era defendida pela elite comercial e pol\u00edtica de Campina Grande desde a d\u00e9cada de 1870. O historiador cita o deputado Irineu Joffily, que defendia pela instala\u00e7\u00e3o da linha, e o ent\u00e3o prefeito Cristiano Lauritzen, seu advers\u00e1rio pol\u00edtico. Apesar das diverg\u00eancias, os dois concordavam sobre a import\u00e2ncia de levar o trem \u00e0 cidade.\n\u201cA primeira viagem nutriu v\u00e1rias expectativas e sonhos em Campina Grande. O trem era bastante desejado pela elite comercial e pol\u00edtica da cidade, desde a d\u00e9cada de 1870, o Irineu Joffily j\u00e1 intercedia em favor do trem para a cidade. Apesar de inimigos pol\u00edticos, Lauritzen e Joffily concordavam nesse ponto. Havia uma simbologia muito grande para a \u00e9poca, o trem para uma cidade do interior era a esperan\u00e7a de conex\u00f5es e de expans\u00e3o das redes de com\u00e9rcio, era o s\u00edmbolo de uma cidade tida como \u2018moderna\u2019\u201d, explicou o historiador.\nA espera tamb\u00e9m ficou registrada em fotografia. O historiador Erik Brito destaca a imagem dos passageiros reunidos na Esta\u00e7\u00e3o Velha enquanto aguardavam a chegada da composi\u00e7\u00e3o (Veja a foto acima).\n\u201cPara nossa sorte ainda foi poss\u00edvel registrar uma foto do dia com os passageiros aguardando o trem na Esta\u00e7\u00e3o Velha\u201d, disse Erik.\nNo entanto, a recep\u00e7\u00e3o em Campina Grande contrastou com os problemas enfrentados durante a viagem. Segundo Jefter, havia rumores de que o cangaceiro Ant\u00f4nio Silvino e seu bando poderiam atacar a composi\u00e7\u00e3o, mas a amea\u00e7a n\u00e3o se concretizou. O principal problema, de fato, foi o risco de superaquecimento da locomotiva, que precisava parar periodicamente para receber \u00e1gua. Em um trecho inclinado de Galante, a m\u00e1quina tamb\u00e9m avan\u00e7ava devagar.\nEsta\u00e7\u00e3o Velha na d\u00e9cada de 1940, em Campina Grande.\nInstitudo Hist\u00f3rico de Campina Grande\n\u201cO medo das amea\u00e7as de Ant\u00f4nio Silvino, que havia falado em virar o trem, que n\u00e3o acabou se concretizando. O grande problema era o superaquecimento da m\u00e1quina que, periodicamente, tinha que parar para ser reabastecida com \u00e1gua. Al\u00e9m disso, havia o trecho de Galante que gerava receio nos passageiros da viagem inaugural, por ser um trecho inclinado, a m\u00e1quina ia bastante lenta\u201d, relatou Jefter Porto.\nO historiador tamb\u00e9m recupera o relato de um jornalista enviado para cobrir a inaugura\u00e7\u00e3o da linha. Segundo Jefter, o relato aponta que o trem saiu de Itabaiana \u00e0s 15h20, j\u00e1 com 40 minutos de atraso, e chegou a Campina Grande por volta das 20h30. O rep\u00f3rter descreveu a viagem de forma negativa, criticando a falta de conforto e luxo e classificando a locomotiva como pequena e velha. Conforme o relato, a chegada ocorreu com tr\u00eas horas de atraso.\n\u201cCom 3 horas de atraso, o trem t\u00e3o aguardado chega em Campina Grande. Apesar das expectativas locais, o jornalista do Di\u00e1rio de Pernambuco, mandado para cobrir a abertura da linha f\u00e9rrea, odiou a viagem e descreveu negativamente. Mas em Campina ningu\u00e9m ligava pra isso, a euforia foi gigante\u201d, contou.\nTrem impulsionou o com\u00e9rcio e a vida cotidiana\nEsta\u00e7\u00e3o Velha no ano de 1909, em Campina Grande\nInstituto Hist\u00f3rico de campina Grande\nDepois de passar a fazer parte da rotina de Campina Grande, o trem ajudou a ampliar a circula\u00e7\u00e3o de mercadorias pela cidade. Com a possibilidade de transportar produtos em maior quantidade, o com\u00e9rcio ganhou espa\u00e7o e, segundo o historiador Erik Brito, o aumento desse movimento tamb\u00e9m fez mais dinheiro circular no munic\u00edpio.\nEsse crescimento contribuiu para a forma\u00e7\u00e3o de uma burguesia regional, que passou a buscar novos servi\u00e7os e espa\u00e7os de conviv\u00eancia. De acordo com o historiador, foi nesse contexto que surgiram locais como o Cassino Eldorado e, posteriormente, o Cinema Capit\u00f3lio, com servi\u00e7os que antes s\u00f3 eram encontrados nas capitais.\n\u201cCom o grande fluxo de mercadoria, tamb\u00e9m veio um grande fluxo de dinheiro, formando uma burguesia regional. Essa elite demandava de servi\u00e7os requintados o que fomentou o surgimento de espa\u00e7os como o Cassino Eldorado e, posteriormente, o Cinema Capit\u00f3lio, servi\u00e7os que antes s\u00f3 eram encontrados nas capitais\u201d, afirmou.\nEsses espa\u00e7os passaram a fazer parte da vida social e pol\u00edtica da cidade. Segundo Erik Brito, as oligarquias da regi\u00e3o se reuniam nesses locais para tomar decis\u00f5es pol\u00edticas e acompanhar as novidades que circulavam nas grandes cidades do mundo.\nPor que o trem perdeu espa\u00e7o em Campina Grande\nA ferrovia que durante d\u00e9cadas transportou mercadorias e passageiros por Campina Grande perdeu espa\u00e7o ao longo do s\u00e9culo XX. Segundo o historiador Erik Brito, essa mudan\u00e7a ocorreu em diferentes partes do Brasil, em um per\u00edodo em que as pol\u00edticas de desenvolvimento passaram a priorizar o transporte rodovi\u00e1rio e a expans\u00e3o das estradas.\n\u201cN\u00e3o s\u00f3 em Campina Grande, mas em todo o Brasil, o transporte ferrovi\u00e1rio come\u00e7ou a perder for\u00e7a em meados do s\u00e9culo XX por conta das pol\u00edticas desenvolvimentistas que consideravam o trem como uma tecnologia ultrapassada. A revolu\u00e7\u00e3o automobil\u00edstica estadunidense teve muita for\u00e7a nesse sentido, disseminando a ideia que o futuro eram os carros. Dessa forma, a malha ferrovi\u00e1ria brasileira entrou em um per\u00edodo de in\u00e9rcia enquanto as estradas come\u00e7aram a ser abertas em larga escala em todo o pa\u00eds\u201d, explicou o historiador.\nEm Campina Grande, o trem de carga continuou em atividade at\u00e9 o in\u00edcio dos anos 2000. Depois, uma linha ainda foi mantida pelo projeto municipal \"Trem do Forr\u00f3\", que fazia o percurso at\u00e9 o distrito de Galante durante o per\u00edodo junino. De acordo com Erik, por\u00e9m, a falta de manuten\u00e7\u00e3o tornou o trajeto invi\u00e1vel e contribuiu para o sucateamento da malha ferrovi\u00e1ria.\nCom a interrup\u00e7\u00e3o dessas atividades, as antigas estruturas ligadas ao transporte sobre trilhos tamb\u00e9m passaram por um processo de deteriora\u00e7\u00e3o. Parte dessa hist\u00f3ria, no entanto, permanece na paisagem e na mem\u00f3ria da cidade.\n\u201cSem manuten\u00e7\u00e3o, esse percurso passou a se tornar invi\u00e1vel, fazendo com que a malha entrasse em processo de sucateamento. As esta\u00e7\u00f5es tamb\u00e9m entraram em processo de deteriora\u00e7\u00e3o. Hoje, o trem n\u00e3o passa de uma lembran\u00e7a distante de uma gera\u00e7\u00e3o que ainda o viu em circula\u00e7\u00e3o, reservado apenas aos livros de hist\u00f3ria, ao Museu do Algod\u00e3o, e duas instala\u00e7\u00f5es semi abandonadas, muito distante da representatividade que elas tiveram no s\u00e9culo passado\u201d, disse Erik.\nUma das constru\u00e7\u00f5es que preservam a mem\u00f3ria da antiga ferrovia em Campina Grande \u00e9 a Esta\u00e7\u00e3o Velha, onde funciona o Museu do Algod\u00e3o. O espa\u00e7o re\u00fane objetos, documentos, fotografias e equipamentos relacionados \u00e0 hist\u00f3ria da cultura algodoeira e ao desenvolvimento da cidade. \nEsta\u00e7\u00e3o Ferrovi\u00e1ria de Campina Grande atualmente.\nReprodu\u00e7\u00e3o \/ TCE-PB\nO que estudo prev\u00ea para o VLT de Campina Grande \nO projeto do VLT de Campina Grande prev\u00ea 14,8 quil\u00f4metros de extens\u00e3o, 13 esta\u00e7\u00f5es e quatro locomotivas. O sistema foi planejado para atender diferentes \u00e1reas do munic\u00edpio, incluindo pontos de interesse como o Complexo Alu\u00edzio Campos, o Est\u00e1dio Amig\u00e3o, o A\u00e7ude Velho, a Avenida Floriano Peixoto e \u00e1reas pr\u00f3ximas \u00e0 Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) e \u00e0 Universidade Estadual da Para\u00edba (UEPB).\nVLT de Campina Grande em obras, em 2026.\nInstituto Hist\u00f3rico de campina Grande\nAs caracter\u00edsticas previstas foram definidas em um Estudo de Viabilidade T\u00e9cnica, Econ\u00f4mica e Ambiental realizado pela Prefeitura de Campina Grande, por meio das secretarias de Obras, Planejamento e Assist\u00eancia Social.\nO estudo estabeleceu os seguintes par\u00e2metros para o projeto:\nExtens\u00e3o: 14,8 quil\u00f4metros de via permanente, ou seja, dos trilhos destinados \u00e0 circula\u00e7\u00e3o dos trens;\nEsta\u00e7\u00f5es: 13;\nFrota prevista: quatro locomotivas;\nIntervalo entre os trens: 17 minutos nos hor\u00e1rios de pico. Esse intervalo \u00e9 chamado de headway;\nCapacidade por hora: 2.109 passageiros por sentido a cada hora;\nCapacidade di\u00e1ria de refer\u00eancia: 48.408 passageiros.\nA quantidade di\u00e1ria de passageiros foi estimada com base em diferentes percentuais de ocupa\u00e7\u00e3o dos lugares ofertados pelo sistema. O estudo considerou tr\u00eas cen\u00e1rios:\n60% de ocupa\u00e7\u00e3o: estimativa de 29 mil passageiros por dia;\n40% de ocupa\u00e7\u00e3o: estimativa de 19,3 mil passageiros por dia;\n30% de ocupa\u00e7\u00e3o: estimativa de 14,5 mil passageiros por dia.\nEm nota, a Secretaria de Planejamento afirmou que esses n\u00fameros s\u00e3o proje\u00e7\u00f5es do estudo de viabilidade, e n\u00e3o registros de passageiros transportados. A quantidade efetiva depender\u00e1 da demanda e das condi\u00e7\u00f5es de funcionamento do sistema.\nO levantamento tamb\u00e9m considerou a popula\u00e7\u00e3o que vive a at\u00e9 um quil\u00f4metro das esta\u00e7\u00f5es previstas. Segundo o material da Seplan, esse p\u00fablico foi estimado em 47.8192 pessoas, com base nos dados populacionais de 2010.\nA previs\u00e3o divulgada pela Prefeitura de Campina Grande \u00e9 de que as obras de infraestrutura do VLT sejam conclu\u00eddas no segundo semestre de 2027. \nV\u00eddeos mais assistidos do g1 Para\u00edba  ","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>        VLT de Campina Grande em obras, em 2026.<br \/>\nInstituto Hist\u00f3rico de campina Grande<br \/>\nOs trilhos voltaram a fazer parte dos planos de transporte de Campina Grande, cidade no Agreste da Para\u00edba que celebra 162 anos neste domingo (11), mais de um s\u00e9culo&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"advgb_blocks_editor_width":"","advgb_blocks_columns_visual_guide":"","footnotes":""},"categories":[34],"tags":[35],"class_list":["post-79277","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-g1","tag-g1"],"author_meta":{"display_name":"g1 &gt; Para\u00edba","author_link":"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/author\/g1-paraiba\/"},"featured_img":null,"coauthors":[],"tax_additional":{"categories":{"linked":["<a href=\"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/g1\/\" class=\"advgb-post-tax-term\">G1<\/a>"],"unlinked":["<span class=\"advgb-post-tax-term\">G1<\/span>"]},"tags":{"linked":["<a href=\"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/g1\/\" class=\"advgb-post-tax-term\">g1<\/a>"],"unlinked":["<span class=\"advgb-post-tax-term\">g1<\/span>"]}},"comment_count":"0","relative_dates":{"created":"Publicado 6 horas atr\u00e1s","modified":"Atualizado 6 horas atr\u00e1s"},"absolute_dates":{"created":"Publicado em 11 de outubro de 2026","modified":"Atualizado em 11 de outubro de 2026"},"absolute_dates_time":{"created":"Publicado em 11 de outubro de 2026 09:30","modified":"Atualizado em 11 de outubro de 2026 09:30"},"featured_img_caption":"","series_order":"","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/79277","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=79277"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/79277\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":79278,"href":"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/79277\/revisions\/79278"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=79277"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=79277"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=79277"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}