{"id":74147,"date":"2026-09-17T12:04:25","date_gmt":"2026-09-17T15:04:25","guid":{"rendered":"https:\/\/g1.globo.com\/pb\/paraiba\/noticia\/2026\/09\/17\/preso-dono-de-haras-suspeito-de-integrar-grupo-criminoso-que-movimentou-r-144-milhoes-na-pb.ghtml"},"modified":"2026-09-17T12:04:25","modified_gmt":"2026-09-17T15:04:25","slug":"preso-dono-de-haras-suspeito-de-integrar-grupo-criminoso-que-movimentou-r-144-milhoes-na-pb","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/index.php\/2026\/09\/17\/preso-dono-de-haras-suspeito-de-integrar-grupo-criminoso-que-movimentou-r-144-milhoes-na-pb\/","title":{"rendered":"Preso dono de haras suspeito de integrar grupo criminoso que movimentou R$ 144 milh\u00f5es na PB"},"content":{"rendered":"   <img src=\"https:\/\/s2-g1.glbimg.com\/ddY4RUd5VjbPPTQIBselwQQIX2g=\/i.s3.glbimg.com\/v1\/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a\/internal_photos\/bs\/2026\/V\/F\/o67c73TcaoyW9jNjueSg\/whatsapp-image-2026-09-17-at-11.32.48.jpeg\" \/><br \/>     Francisco Yago, de 33 anos\nReprodu\u00e7\u00e3o \/ Pol\u00edcia Civil\nUm homem identificado como Francisco Yago, de 33 anos, foi preso na manh\u00e3 desta quinta-feira (17), em Itapororoca, na Para\u00edba, dois dias ap\u00f3s ser alvo da Opera\u00e7\u00e3o Bon Vivant, que investiga uma organiza\u00e7\u00e3o criminosa suspeita de tr\u00e1fico de drogas, venda de armas e lavagem de dinheiro.\n\u2705 Clique aqui para seguir o canal do g1 PB no WhatsApp\nSegundo a Pol\u00edcia Civil da Para\u00edba, a organiza\u00e7\u00e3o investigada movimentou cerca de R$ 144 milh\u00f5es em dois anos em Campina Grande, no Agreste da Para\u00edba, e no Rio Grande do Norte. O grupo mantinha neg\u00f3cios relacionados a vaquejadas, compra de animais e leil\u00f5es e, de acordo com a investiga\u00e7\u00e3o, utilizava essas atividades para tentar inserir no mercado formal o dinheiro obtido com crimes.\nDe acordo com o delegado Lucas Rothardan, Francisco Yago, que \u00e9 natural do Cear\u00e1, \u00e9 apontado pela investiga\u00e7\u00e3o como bra\u00e7o direito do chefe da organiza\u00e7\u00e3o criminosa. Ele estava foragido desde domingo (13), quando deixou a Para\u00edba e foi para Fortaleza, no Cear\u00e1.\nAgora no g1\nA pris\u00e3o ocorreu ap\u00f3s a pol\u00edcia rastrear o deslocamento usado para busc\u00e1-lo no Cear\u00e1. \u201cConseguimos verificar o carro que saiu de Campina Grande para busc\u00e1-lo em Fortaleza\u201d, explicou o delegado.\nPreso dono de haras suspeito de integrar grupo criminoso que movimentou R$ 144 milh\u00f5es na PB\nReprodu\u00e7\u00e3o \/ Pol\u00edcia Civil\nDe acordo com a investiga\u00e7\u00e3o, o suspeito trocou de carro durante a fuga e retornou \u00e0 Para\u00edba para buscar uma pessoa, que n\u00e3o teve a identifica\u00e7\u00e3o divulgada, com a possibilidade de seguir viagem de avi\u00e3o. Ele foi localizado em Itapororoca.\nNa casa de Francisco Yago, foram encontrados cerca de 15 smartphones. Segundo o delegado, os aparelhos eram utilizados pelo suspeito para ficar mudando de chip. Outros cinco celulares foram encontrados no carro dele. Segundo a pol\u00edcia, os aparelhos tamb\u00e9m eram utilizados para dificultar que ele fosse localizado.\nPreso suspeito de ser bra\u00e7o direito de chefe de grupo que movimentou R$ 144 milh\u00f5es na PB\nReprodu\u00e7\u00e3o \/ Pol\u00edcia Civil\nO motorista do carro que estava com Francisco Yago tamb\u00e9m foi levado para a delegacia. Segundo o delegado, ele possui passagem por tr\u00e1fico de drogas em Campina Grande. Para esse homem, foi feito um Termo Circunstanciado de Ocorr\u00eancia (TCO) por favorecimento pessoal.\nSegundo o delegado, Francisco Yago era dono de um haras e de cavalos no Rio Grande do Norte. Ele tamb\u00e9m mantinha uma atividade relacionada \u00e0 intermedia\u00e7\u00e3o de bitcoin.\nComo funcionava o esquema\nGrupo alvo de opera\u00e7\u00e3o na PB atuava em vaquejadas e movimentou cerca de R$ 144 milh\u00f5es, diz pol\u00edcia\nDivulga\u00e7\u00e3o\/Pol\u00edcia Civil da Para\u00edba\nDe acordo com a investiga\u00e7\u00e3o, uma das estrat\u00e9gias usadas pelo grupo para movimentar o dinheiro estava relacionada ao mercado de animais e \u00e0s vaquejadas.\nOs investigados compravam animais e participavam de leil\u00f5es, movimentando valores e estabelecendo rela\u00e7\u00f5es com criadores, compradores e outras pessoas ligadas ao setor. Segundo a pol\u00edcia, essas aproxima\u00e7\u00f5es tamb\u00e9m serviam para ampliar a rede de contatos e facilitar novos neg\u00f3cios.\nUm dos integrantes mantinha ainda um neg\u00f3cio relacionado \u00e0 cria\u00e7\u00e3o e comercializa\u00e7\u00e3o de animais. A atividade fazia parte da estrutura usada pelo grupo para movimentar recursos e se inserir nesse mercado.\nA Pol\u00edcia Civil identificou tamb\u00e9m tr\u00eas academias ligadas aos investigados. Para os investigadores, a exist\u00eancia de diferentes neg\u00f3cios mostra que o grupo utilizava mais de uma atividade para movimentar os valores e tentar afast\u00e1-los da origem criminosa.\nOutra parte da estrutura era formada por pessoas apontadas como \u201claranjas\u201d, usadas para movimentar dinheiro ou manter bens e neg\u00f3cios em seus nomes. Entre elas estavam esposas de alguns dos investigados, segundo a pol\u00edcia.\nEstrat\u00e9gia envolvia carreira de cantor\nA investiga\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m identificou uma estrat\u00e9gia envolvendo o agenciamente da carreira de um cantor. Um dos integrantes do grupo teria investido dinheiro na carreira do artista e planejado uma esp\u00e9cie de aposta no crescimento profissional dele.\nSegundo a Pol\u00edcia Civil, a estrat\u00e9gia envolvia o agenciamento da carreira do cantor. O objetivo era investir no artista e, com o crescimento da carreira, ampliar as possibilidades de neg\u00f3cios e movimenta\u00e7\u00e3o de dinheiro.\nA Pol\u00edcia Civil n\u00e3o aponta o cantor como integrante da organiza\u00e7\u00e3o. Segundo a investiga\u00e7\u00e3o, ele provavelmente n\u00e3o sabia que estava sendo utilizado dentro da estrat\u00e9gia planejada pelos investigados.\nGrupo tamb\u00e9m atuava no Rio Grande do Norte\nA organiza\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m mantinha atua\u00e7\u00e3o no Rio Grande do Norte. Um dos principais investigados tinha influ\u00eancia no estado e possu\u00eda um haras que foi alvo das buscas realizadas nesta ter\u00e7a-feira (15).\nNo local, os policiais apreenderam ve\u00edculos, caminh\u00f5es e um quadriciclo. A propriedade fazia parte da estrutura patrimonial investigada e estava relacionada aos neg\u00f3cios do grupo com animais.\nAl\u00e9m das pris\u00f5es, a opera\u00e7\u00e3o determinou o bloqueio de valores e bens e resultou na apreens\u00e3o de patrim\u00f4nios que, segundo a pol\u00edcia, podem estar relacionados \u00e0 atua\u00e7\u00e3o da organiza\u00e7\u00e3o.\nEm Campina Grande, os mandados foram cumpridos nos bairros Alu\u00edzio Campos e Jos\u00e9 Pinheiro e em dois condom\u00ednios fechados. Ve\u00edculos de luxo e outros bens tamb\u00e9m foram apreendidos.\nUma das pris\u00f5es em Campina Grande teve disparos contra os policiais. A equipe conseguiu controlar a situa\u00e7\u00e3o e prender o homem. Ningu\u00e9m ficou ferido.\nV\u00eddeos mais assistidos do g1 Para\u00edba  ","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>        Francisco Yago, de 33 anos<br \/>\nReprodu\u00e7\u00e3o \/ Pol\u00edcia Civil<br \/>\nUm homem identificado como Francisco Yago, de 33 anos, foi preso na manh\u00e3 desta quinta-feira (17), em Itapororoca, na Para\u00edba, dois dias ap\u00f3s ser alvo da Opera\u00e7\u00e3o Bon Vivant, que investiga u&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"advgb_blocks_editor_width":"","advgb_blocks_columns_visual_guide":"","footnotes":""},"categories":[34],"tags":[35],"class_list":["post-74147","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-g1","tag-g1"],"author_meta":{"display_name":"g1 &gt; Para\u00edba","author_link":"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/author\/g1-paraiba\/"},"featured_img":null,"coauthors":[],"tax_additional":{"categories":{"linked":["<a href=\"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/g1\/\" class=\"advgb-post-tax-term\">G1<\/a>"],"unlinked":["<span class=\"advgb-post-tax-term\">G1<\/span>"]},"tags":{"linked":["<a href=\"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/g1\/\" class=\"advgb-post-tax-term\">g1<\/a>"],"unlinked":["<span class=\"advgb-post-tax-term\">g1<\/span>"]}},"comment_count":"0","relative_dates":{"created":"Publicado 5 horas atr\u00e1s","modified":"Atualizado 5 horas atr\u00e1s"},"absolute_dates":{"created":"Publicado em 17 de setembro de 2026","modified":"Atualizado em 17 de setembro de 2026"},"absolute_dates_time":{"created":"Publicado em 17 de setembro de 2026 12:04","modified":"Atualizado em 17 de setembro de 2026 12:04"},"featured_img_caption":"","series_order":"","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/74147","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=74147"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/74147\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":74148,"href":"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/74147\/revisions\/74148"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=74147"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=74147"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=74147"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}