{"id":7395,"date":"2022-12-02T15:18:00","date_gmt":"2022-12-02T18:18:00","guid":{"rendered":"https:\/\/g1.globo.com\/pb\/paraiba\/noticia\/2022\/12\/02\/mais-de-15percent-da-populacao-da-pb-vivia-em-situacao-de-extrema-pobreza-em-2021-diz-ibge.ghtml"},"modified":"2022-12-02T15:18:00","modified_gmt":"2022-12-02T18:18:00","slug":"mais-de-15-da-populacao-da-pb-vivia-em-situacao-de-extrema-pobreza-em-2021-diz-ibge","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/index.php\/2022\/12\/02\/mais-de-15-da-populacao-da-pb-vivia-em-situacao-de-extrema-pobreza-em-2021-diz-ibge\/","title":{"rendered":"Mais de 15% da popula\u00e7\u00e3o da PB vivia em situa\u00e7\u00e3o de extrema pobreza em 2021, diz IBGE"},"content":{"rendered":"   <img src=\"https:\/\/s2.glbimg.com\/uJ5Eax1Qfj4j4j1EhfRkaS92L_Y=\/i.s3.glbimg.com\/v1\/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a\/internal_photos\/bs\/2018\/W\/m\/DtVXYNSFWzcp5yuNs4Vg\/pobreza-porto-do-capim-joao-pessoa-ibge.jpg\" \/><br \/>   Sem o pagamento de benef\u00edcios e programas sociais, quase um quarto dos paraibanos fariam parte dessa porcentagem. Popula\u00e7\u00e3o vivendo abaixo da linha de pobreza na Para\u00edba\nAndr\u00e9 Resende\/G1\nCerca de 629,7 mil pessoas, que correspondem a 15,6% do total da popula\u00e7\u00e3o paraibana, viviam em situa\u00e7\u00e3o de extrema pobreza no ano de 2021, com renda domiciliar per capita de menos de R$ 169, segundo a S\u00edntese de Indicadores Sociais 2022. A pesquisa foi divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE) nesta sexta-feira (2).\nEssa propor\u00e7\u00e3o \u00e9 a mais alta desde o in\u00edcio da s\u00e9rie hist\u00f3rica, em 2012, e indica um aumento com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 observada em 2020, que era de 8,9%. O percentual paraibano ficou acima da m\u00e9dia nacional, de 8,4%, mas abaixo da do Nordeste, de 16,5%.\nO levantamento tamb\u00e9m aponta que quase metade da popula\u00e7\u00e3o do estado, cerca de 47,4% dos paraibanos, estava abaixo da linha de pobreza no ano passado. Essas pessoas tinham um rendimento domiciliar per capita menor que R$ 489. Essa propor\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m foi superior \u00e0 m\u00e9dia do Brasil, de 29,4%, mas um pouco menor que a da regi\u00e3o, de 48,7%.\nTamb\u00e9m conforme a pesquisa, em um cen\u00e1rio hipot\u00e9tico, sem o pagamento de benef\u00edcios de programas sociais governamentais, a propor\u00e7\u00e3o de pessoas que estariam em situa\u00e7\u00e3o de extrema pobreza na Para\u00edba passaria a ser de 24,3%, quase um quarto da popula\u00e7\u00e3o. J\u00e1 a daquelas situadas abaixo da linha de pobreza seria de 53%.\nAinda segundo o levantamento, em 2021 a Para\u00edba era o 7\u00ba estado mais desigual do pa\u00eds, com \u00cdndice de Gini de 0,562, superior \u00e0s m\u00e9dias nacional, de 0,544, e regional, de 0,556. O indicador varia de zero, que representa a perfeita igualdade, at\u00e9 um, que aponta para a desigualdade m\u00e1xima. Esse foi o valor mais alto j\u00e1 atingido desde o come\u00e7o da s\u00e9rie hist\u00f3rica, em 2012, um pouco acima do observado em 2019, de 0,561.\nTamb\u00e9m na an\u00e1lise de uma situa\u00e7\u00e3o sem o pagamento dos benef\u00edcios, o \u00edndice paraibano subiria para 0,621 e seria o 3\u00ba maior do pa\u00eds, atr\u00e1s apenas de Pernambuco, com 0,627, e do Rio Grande do Norte, com 0,621.\nEm rela\u00e7\u00e3o a sal\u00e1rios, os dados apontam que cerca de 80% da popula\u00e7\u00e3o do estado tinha rendimento domiciliar per capita de at\u00e9 um sal\u00e1rio m\u00ednimo, sendo que 2,4% n\u00e3o tinham rendimentos; 24,2% tinham de mais de 0 at\u00e9 um quarto de sal\u00e1rio m\u00ednimo; 26,5% tinham de mais de um quarto at\u00e9 um meio; e 27,4% tinham de mais de um meio at\u00e9 um sal\u00e1rio m\u00ednimo. J\u00e1 13,2% tinham rendimento de um a dois sal\u00e1rios m\u00ednimos; 2,7% tinham de dois a tr\u00eas; 2,1% de tr\u00eas a cinco; e 1,5% de mais de cinco.\nV\u00eddeos mais assistidos do g1 Para\u00edba ","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>      Sem o pagamento de benef\u00edcios e programas sociais, quase um quarto dos paraibanos fariam parte dessa porcentagem. 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