{"id":70903,"date":"2026-08-05T06:00:38","date_gmt":"2026-08-05T09:00:38","guid":{"rendered":"https:\/\/g1.globo.com\/pb\/paraiba\/noticia\/2026\/08\/05\/marco-zero-de-joao-pessoa-capital-tem-controversia-em-ponto-historico-e-reflexo-negativo-no-turismo.ghtml"},"modified":"2026-08-05T06:00:38","modified_gmt":"2026-08-05T09:00:38","slug":"marco-zero-de-joao-pessoa-capital-tem-controversia-em-ponto-historico-e-reflexo-negativo-no-turismo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/index.php\/2026\/08\/05\/marco-zero-de-joao-pessoa-capital-tem-controversia-em-ponto-historico-e-reflexo-negativo-no-turismo\/","title":{"rendered":"Marco Zero de Jo\u00e3o Pessoa: capital tem controv\u00e9rsia em ponto hist\u00f3rico e reflexo negativo no turismo"},"content":{"rendered":"   <img src=\"https:\/\/s2-g1.glbimg.com\/fEhbZt7BJY2kluZ1bpPt6CoyRtI=\/i.s3.glbimg.com\/v1\/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a\/internal_photos\/bs\/2026\/o\/0\/z77NSkSLi6J964j58UPw\/marco-zero-joao-pessoa.png\" \/><br \/>     Marco Zero de Jo\u00e3o Pessoa: a controv\u00e9rsia do ponto hist\u00f3rico e o reflexo negativo no turismo\nAng\u00e9lica Nunes\/Jornal da Para\u00edba\nJo\u00e3o Pessoa completa 441 anos nesta quarta-feira (5), mas, mesmo tanto tempo depois de sua funda\u00e7\u00e3o, ainda n\u00e3o h\u00e1 um consenso sobre onde seria o Marco Zero da capital. Um ponto hist\u00f3rico chegou a ser definido por lei, ainda em 2019, mas, atualmente, est\u00e1 deteriorado e abriga uma controv\u00e9rsia: o monumento, de fato, representa a origem da cidade?\n\u2705 Clique aqui para seguir o canal do g1 PB no WhatsApp\nEssa situa\u00e7\u00e3o traz consigo um problema: ao contr\u00e1rio de outras capitais do Nordeste, como Recife, em Pernambuco, e Salvador, na Bahia, que t\u00eam Marcos Zeros conhecidos, que atraem turistas, Jo\u00e3o Pessoa deixa de preencher uma lacuna que poderia ser aproveitada. Pelo menos \u00e9 o que afrima parte do setor de turismo no estado. \nO g1 conversou com um historiador para saber da controv\u00e9rsia da localiza\u00e7\u00e3o do Marco Zero. Ele afirma que h\u00e1 outros pontos que se encaixariam melhor no que \u00e9 poss\u00edvel chamar como ponto inicial na cidade, levando em considera\u00e7\u00e3o registros hit\u00f3ricos. \nA reportagem tamb\u00e9m teve acesso a lei que definiu o Marco Zero de Jo\u00e3o Pessoa e entrevistou pessoas do ramo de turismo na capital, que apontaram que a economia local poderia aproveitar bem mais o turismo na regi\u00e3o tendo um s\u00edmbolo de origem forte no munic\u00edpio. \nAgora no g1\nO Marco Zero definido por lei\nUm projeto de lei elaborado em 8 de maio em 2018, de autoria do vereador Humberto Pontes, instituiu Marco Zero da cidade de Jo\u00e3o Pessoa. Alguns meses depois, em dezembro daquele ano, ap\u00f3s aprova\u00e7\u00e3o em plen\u00e1rio da C\u00e2mara Municipal, o projeto foi para san\u00e7\u00e3o do ent\u00e3o prefeito Luciano Cartaxo. \nO prefeito \u00e0 \u00e9poca vetou o projeto, alegando \"v\u00edcios\" na elabora\u00e7\u00e3o e que \"n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel fixar tecnicamente o local exato do surgimento da cidade\". Foi afirmado ainda que a \"propositura contraria o interesse p\u00fablico, considerando que a localiza\u00e7\u00e3o determinada no texto do projeto de lei ordin\u00e1ria n\u00e3o \u00e9 certa\".\nMesmo com este impasse, a mat\u00e9ria voltou para a C\u00e2mara Municipal, que derrubou o veto e oficializou  o Marco Zero em Jo\u00e3o Pessoa, por for\u00e7a de lei, em 2019.\nNo texto de oficializa\u00e7\u00e3o de publica\u00e7\u00e3o da lei, a C\u00e2mara definiu \"o Marco Zero da cidade de Jo\u00e3o Pessoa localizado ao lado da Catedral Bas\u00edlica Nossa Senhora das Neves localizada, na Pra\u00e7a Dom Ulrico, no bairro do Centro, em Jo\u00e3o Pessoa\".\nO ponto fixo atribu\u00eddo ao Marco Zero da capital na pra\u00e7a, segundo o texto da lei, \"\u00e9 definido pela localiza\u00e7\u00e3o geod\u00e9sica estudada e determinada pelo Poder Executivo atrav\u00e9s da Malha de Marcos Geod\u00e9sicos da cidade de Jo\u00e3o Pessoa\". \n\ud83d\udd0d Essa marca\u00e7\u00e3o geod\u00e9sica citada na lei \u00e9 um conjunto de pontos no solo de Jo\u00e3o Pessoa com coordenadas exatas de posi\u00e7\u00e3o e altura, criada em 1998, junto com o Mapa Urbano B\u00e1sico da capital. Esses pontos ajudam em medi\u00e7\u00f5es de terrenos, mapas e obras na cidade, por exemplo. \nOu seja, pelo texto da lei em vigor,o Marco Zero de Jo\u00e3o Pessoa fica localizado na Pra\u00e7a Dom Ulrico. Nesse local, h\u00e1 o Marco Geod\u00e9sico e, ao lado dessa pedra, h\u00e1 um monumento de sinaliza\u00e7\u00e3o de que o local determinou coordenadas geogr\u00e1ficas em 1921 e 1922. \nTanto o marco geod\u00e9sico, quanto monumento de sinaliza\u00e7\u00e3o de coordenadas geogr\u00e1ficas est\u00e3o, atualmente, deteriorados, e n\u00e3o h\u00e1 outras alus\u00f5es de que naquele local come\u00e7ou a cidade. \nNo pr\u00f3prio texto da lei, j\u00e1 em 2019, a situa\u00e7\u00e3o de deteriora\u00e7\u00e3o havia sido ressaltada. Veja trecho abaixo. \n\"A pedra que caracteriza o marco zero, datada de 1922, est\u00e1 quebrada e quase n\u00e3o se consegue ler as informa\u00e7\u00f5es contidas no monumento. O mesmo ocorre com a placa de sinaliza\u00e7\u00e3o tur\u00edstica daquela \u00e1rea, que se encontra deteriorada pela a\u00e7\u00e3o de v\u00e2ndalos\", diz o trecho. \nTamb\u00e9m no texto da lei, h\u00e1 a men\u00e7\u00e3o de que o local deveria ser \"utilizado para atividades tur\u00edsticas, culturais e art\u00edsticas\", mas \"foi depredado e atualmente serve apenas de estacionamento\".\nMarco Zero definido por lei fica na Pra\u00e7a Dom Ulrico, em Jo\u00e3o Pessoa, ao lado de igreja\nTV Cabo Branco\nPara o professor \u00c2ngelo Em\u00edlio da Silva, do Departamento de Hist\u00f3ria da Universidade Federal da Para\u00edba (UFPB), no entanto, nenhum dos dois monumentos podem ser considerados Marcos Zeros da cidade, apesar da regi\u00e3o em que a Catedral Bas\u00edlica de Nossa Senhora das Neves est\u00e1 ser uma das fortes candidatas para abrigar um Marco Zero.\n\"Lamentavelmente, as pessoas colocam o marco geod\u00e9sico, uma coisa bem posterior, que tem outras finalidades em rela\u00e7\u00e3o aos trabalhos do IBGE, como se fosse um marco de funda\u00e7\u00e3o. N\u00e3o \u00e9, apesar, como eu disse, da proximidade f\u00edsica (da igreja). Inclusive ao lado, h\u00e1 um antigo monumento que est\u00e1 dessegurado, mutilado, que \u00e9 um marco de pedra e que tinha um m\u00e1rmore na frente, existia, foi quebrado\", ressaltou o professor. \nOutros Marcos Zeros em Jo\u00e3o Pessoa\nVaradouro e Rio Sanhau\u00e1 ao fundo\nTV Cabo Branco\nO historiador explicou que, embora exista a lei que define o Marco Zero de Jo\u00e3o Pessoa na regi\u00e3o da Catedral Bas\u00edlica de Nossa Senhora das Neves \u2014 \u00e1rea que, segundo os registros hist\u00f3ricos, corresponde ao n\u00facleo inicial de forma\u00e7\u00e3o do munic\u00edpio \u2014, h\u00e1 outros locais que aparecem como poss\u00edveis candidatos ao Marco Zero da cidade, levando em considera\u00e7\u00e3o registros hist\u00f3ricos. \nPara afirmar isso, o professor remonta ao ano de 1585, ano de funda\u00e7\u00e3o da cidade. Ele explica que naquele per\u00edodo, havia a chamada Uni\u00e3o Ib\u00e9rica, em que as Coroas Portuguesas e Espanholas estavam sob um mesmo dom\u00ednio.\nNesse contexto, ap\u00f3s um acordo luso-espanhol com a tribo ind\u00edgena dos Tabajaras, que estava no territ\u00f3rio antes da coloniza\u00e7\u00e3o, possibilitou que os colonos pudessem se estabelecer em torno do Varadouro. \n\"Se a gente for atr\u00e1s de uma origem can\u00f4nica, ela estaria entre o Varadouro e o topo da colina. N\u00e3o h\u00e1 muitos registros remanescentes do s\u00e9culo XVI. N\u00f3s temos o mau h\u00e1bito de deixar os nossos arquivos se perderem, ent\u00e3o n\u00e3o se sabe exatamente se foi produzido algum documento, \u00e0 \u00e9poca, que estabelecesse isso\", acrescentou. \nO pesquisador afirmou que, no entanto, mesmo com o acordo luso-espanhol com os Tabajaras vinculado a regi\u00e3o do Varadouro, outros Marcos Zeros podem ser apontados a depender da r\u00e9gua hist\u00f3rica utilizada para delimitar um ponto de origem. Ele cita, por exemplo, o momento inicial em que os pr\u00f3prios colonizadores chegaram na terra que mais tarde se tornaria Jo\u00e3o Pessoa, antes de qualquer acentamento. E, claro, os povos origin\u00e1rios, que j\u00e1 viviam no lugar. \n\"Em primeiro lugar, existe uma diferen\u00e7a de vis\u00f5es. Se considerarmos o momento dos primeiros ensaios de povoamento, eles ocorreram pr\u00f3ximos da Igreja de S\u00e3o Pedro Gon\u00e7alves, no Varadouro, e na regi\u00e3o do Porto do Capim\", ponderou.\nEm um segundo momento, o pesquisador ressalta que se a r\u00e9gua para considerar um local Marco Zero for a estrutura\u00e7\u00e3o de empreendimentos e \u00f3rg\u00e3os oficiais, o ponto de origem muda novamente em Jo\u00e3o Pessoa. \n\"Se considerarmos um empreendimento oficial mais formalizado, ele acontece quando se demarca a Rua Nova, atual General Os\u00f3rio, e, a partir dela, come\u00e7am a ser instaladas, de fato, as institui\u00e7\u00f5es de poder: a Par\u00f3quia de Nossa Senhora das Neves, alusiva ao dia 5 de agosto, e a C\u00e2mara Municipal. A C\u00e2mara \u00e9, do ponto de vista legal portugu\u00eas, a estrutura que define a exist\u00eancia de um munic\u00edpio\", explicou.\nMesmo com esses outros pontos sendo vi\u00e1veis como Marcos Zeros, h\u00e1 ainda uma outra quest\u00e3o: de que a hist\u00f3ria n\u00e3o \u00e9 fixa, segundo o professor. Esses pontos de refer\u00eancias est\u00e3o sujeitos \u00e0 a\u00e7\u00e3o do tempo, porque a cidade se desenvolve e, mesmo ap\u00f3s o in\u00edcio, outras hist\u00f3rias s\u00e3o escritas e, muitas vezes, reescritas, nos mesmos espa\u00e7os urbanos. \n\"De certa maneira esses marcos andam. A perda dessas refer\u00eancias, somada ao crescimento urbano e \u00e0 derrubada de v\u00e1rios desses elementos, faz com que hoje existam muitas lacunas. E essas lacunas levam, de fato, as controv\u00e9rsias. Eu acredito que foram essas pr\u00f3prias controv\u00e9rsias que acabaram criando uma falta de consenso sobre o tema, apesar de existir uma legisla\u00e7\u00e3o pertinente a essa situa\u00e7\u00e3o\", ressaltou. \nPartes do setor de turismo ve\u00eam pouco aproveitamento do Marco Zero\nCatedral Bas\u00edlica de Nossa Senhora das Neves, em Jo\u00e3o Pessoa\nTV Cabo Branco\/Reprodu\u00e7\u00e3o\nCom um Marco Zero oficial deteriorado pela a\u00e7\u00e3o do tempo e com uma controv\u00e9rsia hist\u00f3rica em aberto sobre qual seria o local da origem da cidade, partes do setor de turismo em Jo\u00e3o Pessoa cobram uma aten\u00e7\u00e3o maior sobre a quest\u00e3o. O argumento \u00e9 de que um \"Marco Zero forte\" fomentaria ainda mais o turismo na capital. \nEssa \u00e9 a impress\u00e3o do empreendedor do ramo de turismo, Michael Bruno, que trabalha diretamente com excurs\u00f5es de pessoas de fora do estado para Jo\u00e3o Pessoa e outras cidades. Especificamente sobre o turismo hist\u00f3rico, ele disse que a aus\u00eancia de um Marco Zero reconhecido faz falta. \n\"Absolutamente ningu\u00e9m, quando chega pra fazer um passeio, ningu\u00e9m pergunta onde que fica o Marco Zero da cidade. At\u00e9 porque aqui \u00e9 outra realidade, diferente de Recife, que o Marco Zero \u00e9 muito visitado, \u00e9 uma refer\u00eancia. Aqui a gente n\u00e3o tem essa refer\u00eancia da nossa pr\u00f3pria hist\u00f3ria. \u00c9 uma pena\", ressaltou. \nNo lado econ\u00f4mico, o economista C\u00e1ssio Besaria, mestre na \u00e1rea pela UFPB, disse que ter um Marco Zero reconhecido e atrat\u00edvel, semelhante ao de outras cidades capitais do Nordeste, poderia fomentar um maior aquecimento econ\u00f4mico e atrair mais dinheiro. \n\"O fluxo de visitantes trazido pelo Marco Zero pode impulsionar o com\u00e9rcio, a gastronomia, os equipamentos culturais e at\u00e9 mesmo os servi\u00e7os tur\u00edsticos do entorno, podendo aumentar o tempo de perman\u00eancia dos turistas e os seus gastos na regi\u00e3o. Para Jo\u00e3o Pessoa, um Marco Zero bem definido, preservado e reconhecido poderia contribuir para fortalecer a identidade do centro hist\u00f3rico, ampliar sua atratividade tur\u00edstica e potencializar os impactos econ\u00f4micos sobre os empreendimentos locais\", ressaltou.\nJ\u00e1 na ponta da linha, para quem sente os neg\u00f3cios diretamente, Michael Bruno, mesmo com a controv\u00e9rsia sobre o Marco Zero na cidade e com um atual ponto de origem deteriorado, \u00e9 poss\u00edvel criar um Marco Zero para valorizar a riqueza hist\u00f3rica da cidade e, por consequ\u00eancia, aumentar o retorno da economia do turismo. Ele argumenta que al\u00e9m do poder p\u00fablico, a popula\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m deveria tomar consci\u00eancia disso para tentar uma mudan\u00e7a. \n\"Existe um abandono, existe falta de interesse do setor p\u00fablico, da pr\u00f3pria popula\u00e7\u00e3o. E temos uma grande problem\u00e1tica, ou Jo\u00e3o Pessoa come\u00e7a a se reinventar, com atrativos tur\u00edsticos, que visem valorizar nossa identidade hist\u00f3rica, ou ent\u00e3o a nossa hist\u00f3ria se perder\u00e1 com o tempo. N\u00e3o existir\u00e3o marcos hist\u00f3ricos, n\u00e3o existir\u00e1 mais nada, apenas escombros, ru\u00ednas e nenhuma mem\u00f3ria\", afirmou.\n O que diz a prefeitura\nEm nota enviada para a R\u00e1dio CBN, o secret\u00e1rio Thiago Lucena,  da Secretaria de Preserva\u00e7\u00e3o, Revitaliza\u00e7\u00e3o e Inova\u00e7\u00e3o do Centro Hist\u00f3rico de Jo\u00e3o Pessoa (Inovacentro), disse que a discuss\u00e3o sobre o Marco Zero \"precisa sair da pol\u00eamica e ser conduzida com seriedade, participa\u00e7\u00e3o popular e fundamento hist\u00f3rico\". \nO secret\u00e1rio afirmou que a pasta est\u00e1 \"propondo a cria\u00e7\u00e3o de um processo p\u00fablico, t\u00e9cnico e participativo\" e que est\u00e1 \"convidando representantes de institui\u00e7\u00f5es como UFPB, IPHAN, IPHAEP, Instituto Hist\u00f3rico e Geogr\u00e1fico da Paraiba, Comit\u00ea de Fomento ao Centro Hist\u00f3rico e Arquidiocese\".\nEle afirmou que a \"proposta prev\u00ea consulta p\u00fablica, recebimento de estudos, documentos, fotografias, mapas e relatos hist\u00f3ricos, al\u00e9m de audi\u00eancia p\u00fablica e elabora\u00e7\u00e3o de um dossi\u00ea t\u00e9cnico final\". \nCom isso, o secret\u00e1rio disse tamb\u00e9m que a \"comiss\u00e3o apresentar\u00e1 uma recomenda\u00e7\u00e3o fundamentada sobre a manuten\u00e7\u00e3o ou eventual altera\u00e7\u00e3o da lei atual\". Segundo ele, a secretaria quer \"construir uma defini\u00e7\u00e3o segura, transparente e reconhecida pela popula\u00e7\u00e3o, que fortale\u00e7a a mem\u00f3ria, a identidade e o turismo do Centro Hist\u00f3rico.\nV\u00eddeos mais assistidos do g1 Para\u00edba  ","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>        Marco Zero de Jo\u00e3o Pessoa: a controv\u00e9rsia do ponto hist\u00f3rico e o reflexo negativo no turismo<br \/>\nAng\u00e9lica Nunes\/Jornal da Para\u00edba<br \/>\nJo\u00e3o Pessoa completa 441 anos nesta quarta-feira (5), mas, mesmo tanto tempo depois de sua funda\u00e7\u00e3o, ainda n\u00e3o h\u00e1 um c&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"advgb_blocks_editor_width":"","advgb_blocks_columns_visual_guide":"","footnotes":""},"categories":[34],"tags":[35],"class_list":["post-70903","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-g1","tag-g1"],"author_meta":{"display_name":"g1 &gt; Para\u00edba","author_link":"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/author\/g1-paraiba\/"},"featured_img":null,"coauthors":[],"tax_additional":{"categories":{"linked":["<a href=\"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/g1\/\" class=\"advgb-post-tax-term\">G1<\/a>"],"unlinked":["<span class=\"advgb-post-tax-term\">G1<\/span>"]},"tags":{"linked":["<a href=\"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/g1\/\" class=\"advgb-post-tax-term\">g1<\/a>"],"unlinked":["<span class=\"advgb-post-tax-term\">g1<\/span>"]}},"comment_count":"0","relative_dates":{"created":"Publicado 6 horas atr\u00e1s","modified":"Atualizado 6 horas atr\u00e1s"},"absolute_dates":{"created":"Publicado em 5 de agosto de 2026","modified":"Atualizado em 5 de agosto de 2026"},"absolute_dates_time":{"created":"Publicado em 5 de agosto de 2026 06:00","modified":"Atualizado em 5 de agosto de 2026 06:00"},"featured_img_caption":"","series_order":"","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/70903","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=70903"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/70903\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":70904,"href":"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/70903\/revisions\/70904"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=70903"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=70903"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=70903"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}