{"id":39749,"date":"2023-10-20T19:26:09","date_gmt":"2023-10-20T22:26:09","guid":{"rendered":"https:\/\/g1.globo.com\/pb\/paraiba\/noticia\/2023\/10\/20\/obras-inacabadas-escola-rodoshopping-e-aterro-sanitario-representam-descaso-com-dinheiro-publico.ghtml"},"modified":"2023-10-20T19:26:09","modified_gmt":"2023-10-20T22:26:09","slug":"obras-inacabadas-escola-rodoshopping-e-aterro-sanitario-representam-descaso-com-dinheiro-publico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/index.php\/2023\/10\/20\/obras-inacabadas-escola-rodoshopping-e-aterro-sanitario-representam-descaso-com-dinheiro-publico\/","title":{"rendered":"Obras Inacabadas: escola, Rodoshopping e aterro sanit\u00e1rio representam descaso com dinheiro p\u00fablico"},"content":{"rendered":"   <img src=\"https:\/\/s2.glbimg.com\/cYdNeXnqGqU14FvkGq9oaYGP8I8=\/i.s3.glbimg.com\/v1\/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a\/internal_photos\/bs\/2023\/R\/o\/NSOMxpTce1xMbkU00ZAw\/vlcsnap-2023-10-20-15h26m33s271.jpg\" \/><br \/>     Veja como o problema das obras inacabadas prejudica a popula\u00e7\u00e3o do Conde, Caldas Brand\u00e3o e Vieir\u00f3polis, e tamb\u00e9m consome recursos dos cofres p\u00fablicos. Uma nova escola que deveria beneficiar centenas de crian\u00e7as do Conde, na Regi\u00e3o Metropolitana de Jo\u00e3o Pessoa, mas que est\u00e1 parada h\u00e1 10 anos. O Rodoshopping do Caj\u00e1, que chegou a ser inaugurado mas funcionou por pouco tempo, em 2013. E um aterro sanit\u00e1rio que ainda n\u00e3o est\u00e1 pronto, em Vieir\u00f3polis, e faz com que a cidade pague R$ 4 mil mensais para usar o de outra cidade. Obras inacabadas, ou abandonadas, denunciadas pelos moradores, que ficam indignados com o descaso com o dinheiro p\u00fablico.\nEsta \u00e9 a quarta e \u00faltima parte da s\u00e9rie do JPB2, \u201cObras Inacabadas: 2\u00aa Temporada\u201d, em que os rep\u00f3rteres Laerte Cerqueira e Beto Silva viajaram por 11 cidades, do Litoral ao Sert\u00e3o, visando averiguar obras que foram iniciadas por gestores p\u00fablicos, mas que nunca foram finalizadas, representando um grave preju\u00edzo de dinheiro p\u00fablico. As reportagens desta nova temporada foram baseadas em mensagens enviadas pelos telespectadores dos telejornais da Rede Para\u00edba de Comunica\u00e7\u00e3o, durante a exibi\u00e7\u00e3o e ap\u00f3s o fim da primeira temporada da s\u00e9rie, que foi ao ar em julho de 2023.\nObras Inacabadas - 2\u00aa Temporada\nAtrasos fazem com que popula\u00e7\u00e3o precise viajar para ter atendimento m\u00e9dico\nM\u00e3es deixam de trabalhar para cuidar dos filhos por falta de conclus\u00e3o em constru\u00e7\u00e3o de creches\nHospital inaugurado incompleto e postos de sa\u00fade abandonados deixam moradores indignados\nEscola abandonada h\u00e1 uma d\u00e9cada\nObra em escola no Conde, PB, est\u00e1 inacabada\nTV Cabo Branco\nA constru\u00e7\u00e3o do que deveria ser a nova Escola Municipal de Educa\u00e7\u00e3o Infantil e Ensino Fundamental Prof\u00aa No\u00eamia Alves, no Conde, Regi\u00e3o Metropolitana de Jo\u00e3o Pessoa, come\u00e7ou em 2013. O projeto inicial previa um investimento de R$ 3,4 milh\u00f5es, e foram gastos R$ 1,3 milh\u00f5es quando a empresa abandonou a obra, segundo a prefeitura, desde ent\u00e3o, n\u00e3o foi mais retomada, causando a indigna\u00e7\u00e3o dos moradores.\n\u201cO sentimento \u00e9 de revolta ao passar e ver uma obra dessa parada. Voc\u00ea ver essa estrutura, o dinheiro que foi gasto a\u00ed, e n\u00e3o sair do papel, virar um museu. Ali\u00e1s, uma casa de terror\u201d, conta o gar\u00e7om Jo\u00e3o Batista, que mora a 100 metros do local. \nDepois de muito tempo sem trabalhos, obra est\u00e1 abandonada no Conde, PB\nTV Cabo Branco\nUma d\u00e9cada depois que come\u00e7ou a ser constru\u00edda e de ficar abandonada, a estrutura j\u00e1 d\u00e1 sinais de que precisa de muitos reparos. O teto tem infiltra\u00e7\u00f5es, algumas paredes est\u00e3o destru\u00eddas e o p\u00e1tio inteiro foi tomado pelo mato. Agora, o custo estimado para a conclus\u00e3o da obra, passa de R$ 4 milh\u00f5es. \nA prefeitura diz que vai retomar, caso consiga recursos federais.\n\u201cAgora com o novo PAC, n\u00f3s buscamos uma nova repactua\u00e7\u00e3o junto ao Governo Federal, no FNDE. A prefeitura est\u00e1 em busca de novos recursos e da possibilidade de vir todo o recurso, viabilizando melhor a obra para toda a popula\u00e7\u00e3o e minimizando o gasto para a prefeitura em si, porque j\u00e1 investimos dinheiro de recursos pr\u00f3prios dentro da obra\u201d, justificou o secret\u00e1rio de Planejamento do Conde, M\u00e1rcio Sim\u00f5es. \nEm nota, a ex-prefeita do Conde, M\u00e1rcia Lucena, disse que quando assumiu a prefeitura da cidade, em 2016, a obra j\u00e1 estava parada. Ela afirmou que uma per\u00edcia foi contratada para avaliar o est\u00e1gio e as condi\u00e7\u00f5es da constru\u00e7\u00e3o. O conv\u00eanio venceu em dezembro de 2016 e foram feitas v\u00e1rias viagens \u00e0 Bras\u00edlia para reativar a pactua\u00e7\u00e3o. Ap\u00f3s essa etapa, uma nova licita\u00e7\u00e3o foi feita para retomar a obra. A ex-prefeita destacou tamb\u00e9m que deixou nas contas da \u00e1rea de educa\u00e7\u00e3o do munic\u00edpio, cerca de R$ 4,2 milh\u00f5es, uma parte para a finaliza\u00e7\u00e3o da escola. \nA atual gest\u00e3o da cidade, que tem como prefeita Karla Pimentel, afirmou que a licita\u00e7\u00e3o para contratar uma nova empresa com intuito de terminar a obra, j\u00e1 foi conclu\u00edda, e que \"quest\u00f5es burocr\u00e1ticas\" est\u00e3o sendo finalizadas para o recebimento de recursos do novo Plano de Acelera\u00e7\u00e3o do Crescimento (PAC), do governo federal. \nElefante branco na BR-230\nRodoshopping do distrito do Caj\u00e1, nas margens da BR-230\nTV Cabo Branco\nO Rodoshopping do distrito do Caj\u00e1, nas margens da BR-230, em Caldas Brand\u00e3o, foi inaugurado por tr\u00eas governadores, mas nunca cumpriu efetivamente sua fun\u00e7\u00e3o. Oficialmente, a obra \u00e9 considerada abandonada, e n\u00e3o inacabada, mas por cobran\u00e7as da popula\u00e7\u00e3o sobre o que vai ser feito do local, procuramos saber qual o destino deste que \u00e9 um dos maiores s\u00edmbolos do dinheiro p\u00fablico mal empregado no estado.\nA inaugura\u00e7\u00e3o do Rodoshopping foi em dezembro de 2010. Em 2013, alguns comerciantes foram selecionados para trabalhar, por\u00e9m, pouqu\u00edssimas coisas foram vendidas no local, que j\u00e1 apresentava problemas estruturais. Na \u00e9poca, foram encontrados ind\u00edcios do desperd\u00edcio de dinheiro p\u00fablico: suportes de l\u00e2mpadas que ca\u00edram, infiltra\u00e7\u00f5es, piso rachado, portas destru\u00eddas e o estacionamento tomado pela vegeta\u00e7\u00e3o. \nNo total, foram mais de R$ 6 milh\u00f5es investidos em materiais de constru\u00e7\u00e3o para a estrutura. Muito desse investimento virou ferrugem, foi arrancado ou destru\u00eddo. \n\u201cFicou abandonado l\u00e1. Ningu\u00e9m foi pra l\u00e1 e a\u00ed \u00e0 noite o pessoal foi, aos poucos roubando os vidros, as plaquinhas de azulejo\u201d, explica o comerciante Jos\u00e9 J\u00fanior.\nJos\u00e9 diz ainda que o Rodoshopping chegou a funcionar por alguns meses, h\u00e1 uma d\u00e9cada, mas que para muitas das pessoas que investiram em alugar um dos espa\u00e7os do local, o modelo de neg\u00f3cio era um problema.\n\u201cPara vender, tinha que ter um padr\u00e3o. Se fosse lanche, era s\u00f3 p\u00e3o de queijo, salgado, caf\u00e9 com leite e guaran\u00e1 lata. N\u00e3o podia vender comida de panela, n\u00e3o podia misturar\u201d, contou. \nValmir Rosendo, que \u00e9 gar\u00e7om, diz que alguns colegas comerciantes chegaram a fazer empr\u00e9stimos para equipar os boxes, mas ficaram com a d\u00edvida.\n\u201cTodo mundo que tinha sua barraquinha aqui e que dependia de aluguel foram pra l\u00e1, porque o pensamento era de que ia ser disponibilizado de gra\u00e7a. Mas n\u00e3o foi, quebraram a cara. Compraram os materiais, botaram l\u00e1 dentro e o movimento, mesmo, foi s\u00f3 no primeiro dia, depois ficou l\u00e1 ao relento\u201d, contou. \nPara a professora Glenda Ferreira, do departamento de Gest\u00e3o P\u00fablica da Universidade Federal da Para\u00edba (UFPB), houve uma falta de planejamento, em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 expectativa de movimento dos poss\u00edveis consumidores, antes da execu\u00e7\u00e3o da obra.\n\u201cO movimento [de pessoas] \u00e9 importante ser considerado quando se pensa em obras, saber realmente aquilo que a popula\u00e7\u00e3o quer. Tem uns projetos que s\u00e3o do Executivo e tem uns que s\u00e3o da sociedade, e eles nem sempre dialogam\u201d, disse. \nCom o local abandonado, a solu\u00e7\u00e3o dada pelo Governo do Estado para evitar mais gastos p\u00fablicos foi fazer uma concess\u00e3o para a iniciativa privada.\nEstrutura do Rodoshopping na BR-230 est\u00e1 em situa\u00e7\u00e3o cr\u00edtica\nTV Cabo Branco\n\u201cA empresa privada que vencer a licita\u00e7\u00e3o ter\u00e1 que investir em torno de R$ 2,7 milh\u00f5es, porque tem a obriga\u00e7\u00e3o de recuperar o empreendimento, os boxes, e toda a \u00e1rea compreendida. Da\u00ed podem colocar restaurantes, e h\u00e1 at\u00e9 a possibilidade de colocar um posto de combust\u00edveis. O aluguel para pagar \u00e9 em torno de R$ 11 mil mensais, e vence a licita\u00e7\u00e3o quem apresentar a condi\u00e7\u00e3o mais vantajosa para o estado\u201d, explica o secret\u00e1rio de Infraestrutura e Recursos H\u00eddricos da Para\u00edba, Deusdete Queiroga.\nAs empresas interessadas em recuperar e explorar comercialmente o espa\u00e7o do Rodoshopping futuramente t\u00eam at\u00e9 o pr\u00f3ximo dia 25 para apresentar as propostas, de acordo com o governo do estado. \nAterro sanit\u00e1rio quase pronto, mas sem funcionar\nConstru\u00e7\u00e3o de aterro sanit\u00e1rio em Vieir\u00f3polis, na Para\u00edba, est\u00e1 97% pronta\nTV Cabo Branco\nEm Vieir\u00f3polis, no Sert\u00e3o paraibano, o caminh\u00e3o do lixo passa duas vezes por semana: segunda e sexta-feira. O lixo dom\u00e9stico, por enquanto, vai para um aterro na cidade de Sousa, tamb\u00e9m no Sert\u00e3o. Para este servi\u00e7o, a prefeitura paga uma taxa de R$ 4 mil. Um valor alto para uma cidade de 5 mil habitantes, e que n\u00e3o deveria existir, j\u00e1 que a constru\u00e7\u00e3o do aterro sanit\u00e1rio do pr\u00f3prio munic\u00edpio est\u00e1 97% pronta, por\u00e9m ainda n\u00e3o tem previs\u00e3o de conclus\u00e3o. \nA obra come\u00e7ou em 2019, mas precisou parar por pelo menos duas vezes, por alguns problemas, segundo a prefeitura. \n\u201cNo primeiro momento, ainda em 2019, houve uma situa\u00e7\u00e3o da Funasa no atraso do repasse das verbas federais para essa obra. Depois veio a pandemia. Al\u00e9m disso, tamb\u00e9m teve uma situa\u00e7\u00e3o geol\u00f3gica inesperada no projeto, que foi encontrar umas rochas quando foi feito o alicerce. Na sequ\u00eancia, teve ser feito um realinhamento de pre\u00e7o, porque tudo disparou\u201d, explica Fabr\u00edcio Abrantes, assessor do gabinete do prefeito de Vieir\u00f3polis. \nA obra foi retomada, mas logo depois a empresa pediu um segundo realinhamento de pre\u00e7os, que foi negado pela prefeitura. A construtora, ent\u00e3o, entrou com uma a\u00e7\u00e3o na Justi\u00e7a. Segundo o secret\u00e1rio de obras da cidade, Sinval Barbosa, quando ele assumiu o cargo, no final de 2021, a constru\u00e7\u00e3o j\u00e1 estava parada. \nNo canteiro, \u00e9 poss\u00edvel perceber que uma boa parte da constru\u00e7\u00e3o est\u00e1 feita. J\u00e1 existem dois galp\u00f5es constru\u00eddos e tamb\u00e9m a estrutura das c\u00e9lulas que v\u00e3o receber o lixo. J\u00e1 foram gastos R$ 3,6 milh\u00f5es na constru\u00e7\u00e3o, que j\u00e1 apresenta sinais de destrui\u00e7\u00e3o. O telhado de um local onde seria um banheiro, caiu, com uma infiltra\u00e7\u00e3o. O cal\u00e7amento do acesso \u00e0s c\u00e9lulas, para no meio do caminho. \nMesmo com estrutura de aterro sanit\u00e1rio quase pronta em Vieir\u00f3polis, na PB, local ainda n\u00e3o funciona\nTV Cabo Branco\nO Minist\u00e9rio P\u00fablico Federal (MPF) investiga por que o aterro n\u00e3o foi conclu\u00eddo, mesmo com quase todo o valor previsto j\u00e1 pago. A prefeitura explica que negocia com quem est\u00e1 financiando a obra, a Funda\u00e7\u00e3o Nacional de Sa\u00fade (Funasa), e quer o remanejamento de recursos para concluir e equipar o local.\n\u201cO que falta de investimento \u00e9 esse percentual pequeno de conclus\u00e3o, de cerca de 2%, mas tamb\u00e9m requer equipamentos, excluindo o pouco que j\u00e1 foi comprado, ent\u00e3o n\u00f3s acreditamos que com mais R$ 600 mil a obra seja conclu\u00edda\u201d, completa Fabr\u00edcio Abrantes.\nEm nota, o prefeito de Vieir\u00f3polis, C\u00e9lio Arist\u00f3teles, afirmou que a obra j\u00e1 foi retomada e espera entregar o aterro sanit\u00e1rio no primeiro semestre do ano que vem. \nV\u00eddeos mais assistidos da Para\u00edba  ","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>        Veja como o problema das obras inacabadas prejudica a popula\u00e7\u00e3o do Conde, Caldas Brand\u00e3o e Vieir\u00f3polis, e tamb\u00e9m consome recursos dos cofres p\u00fablicos. 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