{"id":39379,"date":"2023-10-18T19:01:40","date_gmt":"2023-10-18T22:01:40","guid":{"rendered":"https:\/\/g1.globo.com\/pb\/paraiba\/noticia\/2023\/10\/18\/obras-inacabadas-maes-deixam-de-trabalhar-para-cuidar-dos-filhos-por-falta-de-conclusao-em-construcao-de-creches-na-pb.ghtml"},"modified":"2023-10-18T19:01:40","modified_gmt":"2023-10-18T22:01:40","slug":"obras-inacabadas-maes-deixam-de-trabalhar-para-cuidar-dos-filhos-por-falta-de-conclusao-em-construcao-de-creches-na-pb","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/index.php\/2023\/10\/18\/obras-inacabadas-maes-deixam-de-trabalhar-para-cuidar-dos-filhos-por-falta-de-conclusao-em-construcao-de-creches-na-pb\/","title":{"rendered":"Obras Inacabadas: m\u00e3es deixam de trabalhar para cuidar dos filhos por falta de conclus\u00e3o em constru\u00e7\u00e3o de creches na PB"},"content":{"rendered":"   <img src=\"https:\/\/s2.glbimg.com\/53tph0jHqqr4oPncDBCB_4QcQJw=\/i.s3.glbimg.com\/v1\/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a\/internal_photos\/bs\/2023\/A\/t\/JkA1bJR4KcsZSoZrKi3Q\/vlcsnap-2023-10-17-13h18m47s311.jpg\" \/><br \/>     Veja como o descaso com obras inacabadas prejudica popula\u00e7\u00f5es de Ba\u00eda da Trai\u00e7\u00e3o, Rio Tinto, Bayeux e Conde, e tamb\u00e9m consome recursos dos cofres p\u00fablicos.\n Os atrasos nas constru\u00e7\u00f5es de creches em quatro cidades da Regi\u00e3o Metropolitana de Jo\u00e3o Pessoa tem causado preju\u00edzo aos cofres p\u00fablicos e \u00e0s vidas de centenas de m\u00e3es de Ba\u00eda da Trai\u00e7\u00e3o, Rio Tinto, Bayeux e Conde. Obras que, em muitos casos, j\u00e1 est\u00e3o paralisadas h\u00e1 d\u00e9cadas, e que poderiam permitir n\u00e3o s\u00f3 o apoio pedag\u00f3gico necess\u00e1rio para o desenvolvimento das crian\u00e7as das comunidades beneficiadas, como tamb\u00e9m permitir que as m\u00e3es possam trabalhar. \nEsta \u00e9 a segunda parte da s\u00e9rie do JPB2, \u201cObras Inacabadas: 2\u00aa Temporada\u201d, em que os rep\u00f3rteres Laerte Cerqueira e Beto Silva viajaram por 11 cidades, do Litoral ao Sert\u00e3o, visando averiguar obras que foram iniciadas por gestores p\u00fablicos, mas que nunca foram finalizadas, representando um grave preju\u00edzo de dinheiro p\u00fablico. As reportagens desta nova temporada foram baseadas em mensagens enviadas pelos telespectadores dos telejornais da Rede Para\u00edba de Comunica\u00e7\u00e3o, durante a exibi\u00e7\u00e3o e ap\u00f3s o fim da primeira temporada da s\u00e9rie, que foi ao ar em julho de 2023.\nObras Inacabadas - 2\u00aa Temporada\nAtrasos fazem com que popula\u00e7\u00e3o precise viajar para ter atendimento m\u00e9dico\nQuase 10 anos de espera por uma creche\nA obra da constru\u00e7\u00e3o de uma creche na aldeia Vila S\u00e3o Miguel, em Ba\u00eda da Trai\u00e7\u00e3o, no Litoral Norte, come\u00e7ou em 2014\nTV Cabo Branco\nA obra da constru\u00e7\u00e3o de uma creche na aldeia Vila S\u00e3o Miguel, em Ba\u00eda da Trai\u00e7\u00e3o, no Litoral Norte, come\u00e7ou em 2014. Se estivesse finalizada, ela estaria atualmente beneficiando cerca de 1.500 ind\u00edgenas que vivem na aldeia, incluindo centenas de crian\u00e7as que precisam se deslocar at\u00e9 o Centro da cidade para estudar. O tempo construiu uma gera\u00e7\u00e3o de m\u00e3es indignadas.\n\u201cSe tivesse aqui seria melhor, estaria mais perto. N\u00e3o ter\u00edamos que nos deslocar de um aldeia para outra, pegar \u00f4nibus. Eu fico indignada, porque come\u00e7aram a construir e n\u00e3o terminaram\u201d, diz a dona de casa Rosilene Brasiliano.\nLucicleide tamb\u00e9m \u00e9 dona de casa. Para ela, o maior problema na falta da creche na aldeia \u00e9 o fato de n\u00e3o poder acompanhar o desenvolvimento das crian\u00e7as.\n\u201cEu n\u00e3o tenho como ver como \u00e9 o movimento, como ela [a filha] fica l\u00e1 [na outra creche]. Eu n\u00e3o tenho transporte para ir at\u00e9 l\u00e1 direto, se fosse aqui a creche, era melhor para mim e para todas as m\u00e3es\u201d, contou. \nO tempo foi cruel com a estrutura que j\u00e1 foi constru\u00edda at\u00e9 agora. Inacabado e exposto \u00e0s intemp\u00e9ries, o pr\u00e9dio agora apresenta rachaduras, infiltra\u00e7\u00f5es e destrui\u00e7\u00e3o.\n\u201cO sentimento \u00e9 de revolta. De dinheiro p\u00fablico perdido. Eu tenho desgosto de ver as pessoas irem para outra localidade para poder matricular os filhos. Aqui pr\u00f3ximo eles teriam mais liberdade de ir e vir, de ficar mais perto de casa, de onde moram. Filhos ficariam perto das m\u00e3es, a comunidade iria interagir mais com a escola\u201d, lamenta a antrop\u00f3loga Aur\u00e9lia Maria. \nObra em Ba\u00eda da Trai\u00e7\u00e3o, no Litoral Norte, come\u00e7ou em 2014\nTV Cabo Branco\nCacique Pedro era secret\u00e1rio de Infraestrutura de Ba\u00eda da Trai\u00e7\u00e3o quando a obra come\u00e7ou em 2014. Desde 2010 ele \u00e9 cacique da aldeia, e diz que a constru\u00e7\u00e3o da creche j\u00e1 foi iniciada ap\u00f3s cobran\u00e7as dos moradores.\n\u201cCom o grande aumento da popula\u00e7\u00e3o ind\u00edgena que est\u00e1 saindo das cidades e retornando \u00e0s aldeias, houve a necessidade de uma nova escola. Entramos em contato com o Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o e foi aproximadamente R$ 1,05 milh\u00f5es investidos. Na \u00e9poca, dava para terminar, mas com o passar do tempo, o fiscal da obra, o engenheiro que era capacitado para fiscalizar, veio e condenou a laje. Com isso, a empresa abandonou a obra. Foi dado entrada no distrato com a empresa, com as penalidades cab\u00edveis no processo, mas n\u00e3o foi poss\u00edvel reaver o que foi gasto\u201d, disse Pedro. \nAtualmente, a prefeitura tem R$ 80 mil em caixa. Segundo o atual secret\u00e1rio de obras, Silvio Lima de Brito, n\u00e3o \u00e9 o bastante. A expectativa dele, agora, \u00e9 de que com a retomada de obras paralisadas do Governo Federal, seja poss\u00edvel concluir a creche. \nObra quase pronta h\u00e1 dois anos\nObra est\u00e1 quase pronta h\u00e1 10 anos, mas mesmo assim segue sem funcionar\nTV Cabo Branco\nRio Tinto fica pertinho de Ba\u00eda da Trai\u00e7\u00e3o, tamb\u00e9m no Litoral Norte. Olhando de fora a obra que fica na cidade, n\u00e3o d\u00e1 para acreditar que a creche ainda n\u00e3o est\u00e1 funcionando. Por\u00e9m, apesar da creche estar quase pronta h\u00e1 dois anos e meio, a espera dos pais dura pelo menos 10 anos. \n\u201cSe tivesse pronta, meu filho mais velho teria estudado a\u00ed, e o mais novo tamb\u00e9m. Ia ser muito bom ter uma creche pertinho, do lado de casa. Eu fico muito triste, porque as crian\u00e7as poderiam estar l\u00e1 enquanto eu estivesse trabalhando fora. S\u00f3 que como eu n\u00e3o tinha com quem deixar meus filhos, e nem tem a creche, n\u00e3o consegui, fiquei em casa mesmo\u201d, disse a dona de casa Andreza Lima Silva. \nO ex-prefeito de Rio Tinto, Fernando Naia, afirmou que deixou a parte f\u00edsica da obra 100% conclu\u00edda, no fim da gest\u00e3o, em 2020. O investimento foi de mais de R$ 1 milh\u00e3o, mas de acordo com a gest\u00e3o atual, ainda n\u00e3o foi poss\u00edvel abrir as portas pois \u00e9 necess\u00e1rio fazer uma reforma, trocar algumas estruturas, como as portas, e comprar equipamentos. \n\u201cEsta obra n\u00e3o est\u00e1 na rela\u00e7\u00e3o de obras inacabadas do Governo Federal. Na verdade, n\u00f3s recebemos a creche sem estar funcionando, mas estava conclu\u00edda e com as contas prestadas pela gest\u00e3o anterior. Ent\u00e3o, fizemos uma solicita\u00e7\u00e3o junto ao FNDE e verificamos que foram apontadas algumas inconsist\u00eancias na presta\u00e7\u00e3o de contas, o que a nossa gest\u00e3o come\u00e7ou a interagir para solucionar. O munic\u00edpio n\u00e3o recebeu recursos para a aquisi\u00e7\u00e3o dos equipamentos mobili\u00e1rios padronizados pelo FNDE, de modo que estamos adquirindo esses equipamentos com recursos pr\u00f3prios de forma parcelada\u201d, disse a prefeita Magna Gerbasi (PP).\nSegundo Magna, os detalhes finais para conclus\u00e3o da obra e aquisi\u00e7\u00e3o do mobili\u00e1rio est\u00e3o sendo feitos, e a previs\u00e3o \u00e9 de que no in\u00edcio do ano letivo de 2024 j\u00e1 sejam abertas as matr\u00edculas. \nAbandono completo\nEm Bayeux, obra de creche come\u00e7ou h\u00e1 pelo menos 10 anos e foi estimada em R$ 1,2 milh\u00f5es\nTV Cabo Branco\nA constru\u00e7\u00e3o da creche no bairro Imaculada, em Bayeux, come\u00e7ou h\u00e1 pelo menos 10 anos e foi estimada em R$ 1,2 milh\u00f5es. Deste dinheiro, R$ 170 mil foram pagos e a constru\u00e7\u00e3o s\u00f3 tem 16% de execu\u00e7\u00e3o. Isso porque a obra parou h\u00e1 cinco anos, e de l\u00e1 para c\u00e1, o local est\u00e1 completamente abandonado. Preju\u00edzo para os cofres p\u00fablicos, para os pais, e para as crian\u00e7as.\nMaria J\u00falia tem pouco mais de um ano. Ela fica com a av\u00f3, Joana D\u2019Arc, para que a m\u00e3e possa trabalhar. \u201cEla vem de manh\u00e3 e s\u00f3 sai no finalzinho da noite, quando eu chego do trabalho. Se tivesse a creche, seria \u00f3timo, porque eu colocaria ela e ficaria tranquila. Mas como n\u00e3o tem, a situa\u00e7\u00e3o \u00e9 complicada\u201d, diz a m\u00e3e da menina, Fab\u00edola de Sousa, que \u00e9 secret\u00e1ria. \nFab\u00edola ainda tem o apoio da m\u00e3e para ajudar na cria\u00e7\u00e3o de Maria J\u00falia, mas segundo a av\u00f3 da pequena, esta n\u00e3o \u00e9 a realidade da maioria das m\u00e3es da regi\u00e3o.\n\u201cMuita gente precisa dessa creche. Tem uma jovem daqui que a m\u00e3e trabalha, sai de manh\u00e3, e as filhas ficam na rua, porque n\u00e3o tem onde deixar. \u00c9 uma tristeza, \u00e9 dinheiro jogado fora, d\u00f3i na gente, que necessita. Muitas m\u00e3es v\u00e3o trabalhar e n\u00e3o tem onde deixar as crian\u00e7as, que \u00e0s vezes nem tem o que comer em casa, precisam da creche at\u00e9 para isso\u201d, diz Joana D\u2019Arc.\nCom o abandono da obra, parte da estrutura vai ser refeita. Infiltra\u00e7\u00f5es, rachaduras, o mato que tomou conta do pr\u00e9dio, tudo vai ter que ser ajustado antes da obra poder voltar a ser retomada.\nObra de creche em Bayeux, na Para\u00edba, est\u00e1 inacabada\nTV Cabo Branco\n\u201cO sentimento \u00e9 de dinheiro nosso que foi gasto em v\u00e3o. A gente que trabalha, que procura estar sempre certinho, que paga impostos, e hoje t\u00e1 um bem desses assim, abandonado, e a gente n\u00e3o sabe para onde foi o resto do dinheiro\u201d, diz o aut\u00f4nomo Jefferson C\u00e1ssio. \nSegundo a Prefeitura de Bayeux, a obra \u00e9 uma heran\u00e7a de gest\u00f5es passadas. O \u00f3rg\u00e3o informou que est\u00e1 fazendo uma nova pactua\u00e7\u00e3o com o Governo Federal para tentar recursos do novo Plano de Acelera\u00e7\u00e3o do Crescimento (PAC), para retomar a obra, que segue sem previs\u00e3o de conclus\u00e3o. \nDireito b\u00e1sico negligenciado\nNo Conde, a hist\u00f3ria se repete, assim como em v\u00e1rias outras cidades: uma obra parada, desprotegida, onde todo mundo pode entrar, e com quase tudo pronto, mas sem funcionar. Na comunidade onde a creche deveria funcionar, uma mistura de desesperan\u00e7a, revolta, e de questionamentos.\n\u201cN\u00e3o sabemos porque n\u00e3o terminou. A gente procura as autoridades, funcion\u00e1rios p\u00fablicos, vereadores, mas n\u00e3o tem ningu\u00e9m por n\u00f3s. Vamos atr\u00e1s e nos d\u00e3o as costas. Eu vejo a hora cair de uma vez e ter que come\u00e7ar tudo do zero, gastar mais dinheiro\u201d, conta o auxiliar de log\u00edstica Gilmar Alves.\nO aposentado Severino Ulisses dos Santos, que mora na regi\u00e3o, relata a tristeza de ver um pr\u00e9dio p\u00fablico quase completo, mas sem estar beneficiando a popula\u00e7\u00e3o. \u201cEu fico triste de ver uma obra dessas, tanto dinheiro gasto, mas com tudo parado. A popula\u00e7\u00e3o toda aqui \u00e9 revoltada com um neg\u00f3cio desses. Entra prefeito, sai prefeito, a gente vota com a promessa de que vai terminar, mas n\u00e3o termina. Enquanto isso, as crian\u00e7as ficam sem ser beneficiadas e as m\u00e3es n\u00e3o tem como trabalhar porque n\u00e3o tem com quem deixar os filhos\u201d, conta.\nA obra come\u00e7ou em 2018, e parou quando chegou a 65% de execu\u00e7\u00e3o. Segundo a prefeitura do Conde, a empresa desistiu da obra. J\u00e1 foram gastos mais de R$ 944 mil e agora a expectativa \u00e9 de um investimento de mais de R$ 1,5 milh\u00e3o para concluir. No fim das contas, a obra vai sair cerca de 50% mais cara. \n\u201cTivemos que fazer atualiza\u00e7\u00f5es de planilhas e de valores e hoje temos um novo problema. Com a repactua\u00e7\u00e3o do PAC, um dos condicionantes \u00e9 o munic\u00edpio ter a escritura da propriedade leg\u00edtima do im\u00f3vel. Infelizmente hoje n\u00e3o temos, estamos trabalhando nisso para poder colocar essa \u00e1rea em nome do munic\u00edpio. Terminamos a parte do or\u00e7amento, foi enviado para a equipe de licita\u00e7\u00e3o da prefeitura e tamb\u00e9m vamos estar junto ao FNDE para ser repactuado\u201d, justificou o secret\u00e1rio de Planejamento do Conde, M\u00e1rcio Sim\u00f5es.\nA ex-prefeita do Conde, M\u00e1rcia Lucena, afirmou que nos primeiros anos da gest\u00e3o, entre 2017 e 2018, foi preciso regularizar a obra e reativar o conv\u00eanio com o Governo Federal. M\u00e1rcia disse ainda que s\u00f3 ap\u00f3s isso \u00e9 que come\u00e7ou a constru\u00e7\u00e3o da creche. Ela explicou que foram usados recursos federais e municipais, e que quando deixou a prefeitura, em 2020, a creche estava com 65% de execu\u00e7\u00e3o, com tudo regularizado e com recursos em caixa para concluir.\nV\u00eddeos mais assistidos da Para\u00edba  ","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>        Veja como o descaso com obras inacabadas prejudica popula\u00e7\u00f5es de Ba\u00eda da Trai\u00e7\u00e3o, Rio Tinto, Bayeux e Conde, e tamb\u00e9m consome recursos dos cofres p\u00fablicos.<br \/>\n Os atrasos nas constru\u00e7\u00f5es de creches em quatro cidades da Regi\u00e3o Metropolitana de Jo\u00e3o&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"advgb_blocks_editor_width":"","advgb_blocks_columns_visual_guide":"","footnotes":""},"categories":[34],"tags":[35],"class_list":["post-39379","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-g1","tag-g1"],"author_meta":{"display_name":"g1 &gt; Para\u00edba","author_link":"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/author\/g1-paraiba\/"},"featured_img":null,"coauthors":[],"tax_additional":{"categories":{"linked":["<a href=\"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/g1\/\" class=\"advgb-post-tax-term\">G1<\/a>"],"unlinked":["<span class=\"advgb-post-tax-term\">G1<\/span>"]},"tags":{"linked":["<a href=\"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/g1\/\" class=\"advgb-post-tax-term\">g1<\/a>"],"unlinked":["<span class=\"advgb-post-tax-term\">g1<\/span>"]}},"comment_count":"0","relative_dates":{"created":"Publicado 3 anos atr\u00e1s","modified":"Atualizado 3 anos atr\u00e1s"},"absolute_dates":{"created":"Publicado em 18 de outubro de 2023","modified":"Atualizado em 18 de outubro de 2023"},"absolute_dates_time":{"created":"Publicado em 18 de outubro de 2023 19:01","modified":"Atualizado em 18 de outubro de 2023 19:01"},"featured_img_caption":"","series_order":"","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/39379","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=39379"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/39379\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":39409,"href":"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/39379\/revisions\/39409"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=39379"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=39379"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=39379"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}