{"id":38147,"date":"2023-10-10T13:58:29","date_gmt":"2023-10-10T16:58:29","guid":{"rendered":"https:\/\/wpa.wscom.com.br\/?p=926857"},"modified":"2023-10-10T13:58:29","modified_gmt":"2023-10-10T16:58:29","slug":"na-paraiba-789-das-criancas-e-adolescentes-estao-na-pobreza","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/index.php\/2023\/10\/10\/na-paraiba-789-das-criancas-e-adolescentes-estao-na-pobreza\/","title":{"rendered":"Na Para\u00edba, 78,9% das crian\u00e7as e adolescentes est\u00e3o na pobreza"},"content":{"rendered":"<div>\n<p>Na semana do Dia da Crian\u00e7a, o Fundo das Na\u00e7\u00f5es Unidas para a Inf\u00e2ncia (UNICEF) alerta para a urg\u00eancia de priorizar pol\u00edticas p\u00fablicas intersetoriais voltadas para crian\u00e7as e adolescentes no Brasil, em especial no Norte e Nordeste. Entre 2019 e 2022, o percentual de meninas e meninos vivendo na pobreza, em suas m\u00faltiplas dimens\u00f5es, caiu de forma t\u00edmida no Pa\u00eds, de 62,9% para 60,3%. Na Para\u00edba, passou de 80,4% em 2019 para 78,9% em 2022. \u00c9 o que revela o novo relat\u00f3rio\u00a0<a href=\"https:\/\/www.unicef.org\/brazil\/relatorios\/pobreza-multidimensional-na-infancia-e-adolescencia-no-brasil-2022\" rel=\"noopener nofollow\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=https:\/\/www.unicef.org\/brazil\/relatorios\/pobreza-multidimensional-na-infancia-e-adolescencia-no-brasil-2022&amp;source=gmail&amp;ust=1697042996771000&amp;usg=AOvVaw3t2A0QRwpDs283OaeBtxBi\" target=\"_blank\">&#8220;Pobreza Multidimensional na Inf\u00e2ncia e Adolesc\u00eancia no Brasil&#8221;<\/a>, lan\u00e7ado pelo UNICEF nesta ter\u00e7a-feira, 10 de outubro.<\/p>\n<p>\u201cA pobreza na inf\u00e2ncia e adolesc\u00eancia vai al\u00e9m da renda, e precisa ser olhada em suas m\u00faltiplas dimens\u00f5es. Estar fora da escola ou sem aprender, viver em moradias prec\u00e1rias, n\u00e3o ter acesso a renda, \u00e1gua e saneamento, n\u00e3o ter uma alimenta\u00e7\u00e3o adequada e n\u00e3o ter acesso \u00e0 informa\u00e7\u00e3o s\u00e3o priva\u00e7\u00f5es que fazem com que crian\u00e7as e adolescentes estejam na pobreza multidimensional\u201d, explica Santiago Varella, especialista em Pol\u00edticas Sociais do UNICEF no Brasil.<\/p>\n<p>Os dados mostram que, mesmo com a pandemia da covid-19, nos \u00faltimos anos, o Brasil conseguiu reduzir, de forma lenta, a maioria das priva\u00e7\u00f5es a que crian\u00e7as e adolescentes est\u00e3o expostos. Em todo o Pa\u00eds, o percentual de meninas e meninos na pobreza multidimensional caiu de 62,9%, em 2019, para 60,3%, em 2022. Na Para\u00edba, em 2022, s\u00e3o 78,9%.<\/p>\n<p>Nacionalmente, entre as priva\u00e7\u00f5es analisadas, chama aten\u00e7\u00e3o a piora recente na dimens\u00e3o de educa\u00e7\u00e3o, especialmente no que diz respeito ao analfabetismo. A propor\u00e7\u00e3o de crian\u00e7as de 7 anos de idade que n\u00e3o sabem ler e escrever saltou de 20% para 40% entre 2019 e 2022 no Brasil.<\/p>\n<p>\u201cDe todas as dimens\u00f5es analisadas, a que mais piorou no Pa\u00eds foi a alfabetiza\u00e7\u00e3o, chamando a aten\u00e7\u00e3o para a urg\u00eancia de pol\u00edticas p\u00fablicas coordenadas em n\u00edvel nacional, estadual e municipal para reverter esse quadro. Importante destacar, tamb\u00e9m, a renda necess\u00e1ria para uma alimenta\u00e7\u00e3o adequada \u2013 que foi impactada pela alta nos pre\u00e7os dos alimentos \u2013 e a quest\u00e3o do saneamento b\u00e1sico, que, embora apresente alguma melhora, continua sendo a priva\u00e7\u00e3o que impacta mais meninas e meninos no Pa\u00eds\u201d, alerta Santiago Varella.<\/p>\n<p>O estudo apresenta dados nacionais e por estado, destacando a grande diferen\u00e7a regional com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 pobreza multidimensional no Brasil \u2013 com os estados do Norte e Nordeste apresentando os maiores \u00edndices de meninas e meninos privados de um ou mais direitos. Com rela\u00e7\u00e3o a cor e ra\u00e7a, a desigualdade ainda \u00e9 grande, mas se reduziu um pouco nos \u00faltimos anos. Enquanto a diferen\u00e7a no acesso a direitos entre crian\u00e7as e adolescentes brancos e negros era de cerca de 22 pontos percentuais em 2019, em 2022 ela se reduziu para pouco mais de 20 pontos percentuais.<\/p>\n<p>O estudo &#8220;Pobreza Multidimensional na Inf\u00e2ncia e Adolesc\u00eancia no Brasil&#8221; apresenta uma an\u00e1lise de dados de 2016 a 2022 e analisa o acesso de crian\u00e7as e adolescentes a seis direitos b\u00e1sicos: renda, educa\u00e7\u00e3o, informa\u00e7\u00e3o, \u00e1gua, saneamento e moradia. O relat\u00f3rio se baseia na Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlios Cont\u00ednua (PnadC) e enfatiza a necessidade de a\u00e7\u00f5es coordenadas e urgentes para garantir que cada crian\u00e7a, cada adolescente tenha acesso pleno aos seus direitos.<\/p>\n<p><strong>Renda<\/strong><\/p>\n<p>Nacionalmente, analisando a dimens\u00e3o renda, que diz respeito ao n\u00famero de crian\u00e7as e adolescentes vivendo abaixo de um n\u00edvel m\u00ednimo de recursos para satisfazer suas necessidades, em 2019, essa priva\u00e7\u00e3o afetava cerca de 40% do total de crian\u00e7as e adolescentes de at\u00e9 17 anos no Pa\u00eds.<\/p>\n<p>Durante a pandemia, o \u00edndice variou \u2013 em parte por conta das pol\u00edticas de aux\u00edlio emergencial \u2013, apresentando uma melhora em 2022, em compara\u00e7\u00e3o a 2019. Em 2022, no Brasil, 36% estavam na pobreza monet\u00e1ria. Na Para\u00edba, em 2022, eram 53,87%.<\/p>\n<p><strong>\u00c1gua e saneamento<\/strong><\/p>\n<p>Embora seja observada uma leve redu\u00e7\u00e3o, a priva\u00e7\u00e3o de saneamento permanece sendo a que mais impacta crian\u00e7as e adolescentes no Brasil. Em 2019, 39,5% das meninas e dos meninos brasileiros n\u00e3o tinham acesso adequado a banheiros e rede de esgoto, percentual que fica em 37% em 2022. Quando falamos da Para\u00edba, 57,44% das crian\u00e7as n\u00e3o tinham acesso a saneamento b\u00e1sico em 2022.<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o ao acesso \u00e0 \u00e1gua pot\u00e1vel, 5,4% das crian\u00e7as e dos adolescentes em todo o Brasil estavam privados desse direito em 2022. Na Para\u00edba, essa porcentagem era de 14,89%.<\/p>\n<p><strong>Educa\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Nacionalmente, na dimens\u00e3o de educa\u00e7\u00e3o, o estudo analisa dois aspectos: estar na escola e estar alfabetizado. Os dados revelam uma piora vis\u00edvel no quesito alfabetiza\u00e7\u00e3o: a propor\u00e7\u00e3o de crian\u00e7as de 7 anos que n\u00e3o sabem ler nem escrever saltou de 20% para 40% entre 2019 e 2022 no Brasil, especialmente entre crian\u00e7as negras e aquelas afetadas pela pandemia durante o per\u00edodo de alfabetiza\u00e7\u00e3o. N\u00e3o h\u00e1, no estudo, dados abertos de alfabetiza\u00e7\u00e3o por Estado.<\/p>\n<p>Os dados relativos a &#8220;estar na escola na idade certa&#8221; apresentam melhora, mas a informa\u00e7\u00e3o pode estar relacionada apenas \u00e0 aprova\u00e7\u00e3o autom\u00e1tica na pandemia de covid-19.<\/p>\n<p><strong>Moradia<\/strong><\/p>\n<p>A quest\u00e3o do acesso \u00e0 moradia adequada continua a ser um desafio significativo que impacta diretamente a qualidade de vida de crian\u00e7as e adolescentes em todo o Brasil. Os dados mais recentes revelam que o problema teve uma pequena redu\u00e7\u00e3o, afetando 10,9% em 2019 e 9,4% em 2022. Na Para\u00edba, 6,21% de meninas e meninos s\u00e3o afetadas por essa priva\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Informa\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>O acesso \u00e0 internet e \u00e0 televis\u00e3o foi um dos \u00edndices que ajudaram a impulsionar a tend\u00eancia de redu\u00e7\u00e3o das priva\u00e7\u00f5es entre crian\u00e7as e adolescentes. Em 2019, 14% das meninas e dos meninos de 9 a 17 anos estavam privados do acesso \u00e0 informa\u00e7\u00e3o, dado que caiu para 6,1% em 2022 \u2013 revelando a melhoria no acesso de meninas e meninos \u00e0 informa\u00e7\u00e3o no Pa\u00eds. Na Para\u00edba, 4,25% n\u00e3o tem acesso a esse direito.<\/p>\n<p><strong>Sobre o estudo<\/strong><\/p>\n<p>O estudo &#8220;Pobreza Multidimensional na Inf\u00e2ncia e Adolesc\u00eancia no Brasil&#8221; foi realizado pelo UNICEF com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlios Cont\u00ednua (PnadC) Anual, dos anos 2016 a 2022. S\u00e3o analisados o acesso de crian\u00e7as e adolescentes a seis direitos b\u00e1sicos: renda, educa\u00e7\u00e3o, informa\u00e7\u00e3o, \u00e1gua, saneamento e moradia. Adicionalmente, utilizando a Pesquisa de Or\u00e7amentos Familiares (POF) de 2017\/18, \u00e9 avaliada uma outra dimens\u00e3o, a de alimenta\u00e7\u00e3o, que \u00e9 aplicada \u00e0s edi\u00e7\u00f5es da 5\u00aa Entrevista da PnadC Anual. A dimens\u00e3o de trabalho infantil n\u00e3o p\u00f4de ser avaliada neste estudo, pois os dados de 2022 ainda n\u00e3o foram divulgados pelo IBGE.<\/p>\n<p>Al\u00e9m de mapear as m\u00faltiplas dimens\u00f5es da pobreza \u2013 alimenta\u00e7\u00e3o, renda, educa\u00e7\u00e3o, moradia, \u00e1gua, saneamento e informa\u00e7\u00e3o \u2013, o estudo categoriza as priva\u00e7\u00f5es em intermedi\u00e1ria (acesso ao direito de maneira limitada ou com m\u00e1 qualidade) e extrema (sem nenhum acesso ao direito), de acordo com crit\u00e9rios como faixa et\u00e1ria, dados dispon\u00edveis e legisla\u00e7\u00e3o do Pa\u00eds. H\u00e1 tamb\u00e9m an\u00e1lises por estado e cor\/ra\u00e7a.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p><strong>Sobre o UNICEF<\/strong><\/p>\n<p>O Fundo das Na\u00e7\u00f5es Unidas para a Inf\u00e2ncia (UNICEF) trabalha em alguns dos lugares mais dif\u00edceis do planeta, para alcan\u00e7ar as crian\u00e7as mais desfavorecidas do mundo. Em 190 pa\u00edses e territ\u00f3rios, o UNICEF trabalha para cada crian\u00e7a, em todos os lugares, para construir um mundo melhor para todos. Saiba mais acessando o\u00a0<a href=\"http:\/\/www.unicef.org.br\/\" rel=\"noopener nofollow\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=http:\/\/www.unicef.org.br\/&amp;source=gmail&amp;ust=1697042996771000&amp;usg=AOvVaw3h5694bCdWSv4tjXROub8s\" target=\"_blank\">site oficial<\/a>\u00a0e acompanhe as a\u00e7\u00f5es da organiza\u00e7\u00e3o no\u00a0<a href=\"http:\/\/www.facebook.com\/UNICEFBrasil\" rel=\"noopener nofollow\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=http:\/\/www.facebook.com\/UNICEFBrasil&amp;source=gmail&amp;ust=1697042996771000&amp;usg=AOvVaw1hYSkby22aoa68ODs_r0jR\" target=\"_blank\">Facebook<\/a>,\u00a0<a href=\"http:\/\/www.twitter.com\/unicefbrasil\" rel=\"noopener nofollow\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=http:\/\/www.twitter.com\/unicefbrasil&amp;source=gmail&amp;ust=1697042996771000&amp;usg=AOvVaw1UlIUtv7x-stLVOuQ7hA76\" target=\"_blank\">Twitter<\/a>,\u00a0<a href=\"http:\/\/www.instagram.com\/unicefbrasil\" rel=\"noopener nofollow\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=http:\/\/www.instagram.com\/unicefbrasil&amp;source=gmail&amp;ust=1697042996771000&amp;usg=AOvVaw1CjTIv-s_RILOb7vvBfWJa\" target=\"_blank\">Instagram<\/a>,\u00a0<a href=\"http:\/\/www.youtube.com\/unicefbrasil\" rel=\"noopener nofollow\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=http:\/\/www.youtube.com\/unicefbrasil&amp;source=gmail&amp;ust=1697042996771000&amp;usg=AOvVaw2OafE6SsITEdfuBuBpFeNG\" target=\"_blank\">YouTube<\/a>\u00a0e\u00a0<a href=\"https:\/\/pt.linkedin.com\/company\/unicef-brazil\" rel=\"noopener nofollow\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=https:\/\/pt.linkedin.com\/company\/unicef-brazil&amp;source=gmail&amp;ust=1697042996771000&amp;usg=AOvVaw1X1aaAPYSE0o4W6KjVkT-d\" target=\"_blank\">LinkedIn<\/a>.<\/p>\n<\/div>\n<p>O post <a rel=\"nofollow noopener\" href=\"https:\/\/wscom.com.br\/na-paraiba-789-das-criancas-e-adolescentes-estao-na-pobreza\/\" target=\"_blank\">Na Para\u00edba, 78,9% das crian\u00e7as e adolescentes est\u00e3o na pobreza<\/a> apareceu primeiro em <a rel=\"nofollow noopener\" href=\"https:\/\/wscom.com.br\/\" target=\"_blank\">WSCOM<\/a>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Na semana do Dia da Crian\u00e7a, o Fundo das Na\u00e7\u00f5es Unidas para a Inf\u00e2ncia (UNICEF) alerta para a urg\u00eancia de priorizar pol\u00edticas p\u00fablicas intersetoriais voltadas para crian\u00e7as e adolescentes no Brasil, em especial no Norte e Nordeste. Entre 2019 e 2022, o percentual de meninas e meninos vivendo na pobreza, em suas m\u00faltiplas dimens\u00f5es, caiu [\u2026]<\/p>\n<p>O post <a rel=\"nofollow\" href=\"https:\/\/wscom.com.br\/na-paraiba-789-das-criancas-e-adolescentes-estao-na-pobreza\/\">Na Para\u00edba, 78,9% das crian\u00e7as e adolescentes est\u00e3o na pobreza<\/a> apareceu primeiro em <a rel=\"nofollow\" href=\"https:\/\/wscom.com.br\/\">WSCOM<\/a>.<\/p>\n","protected":false},"author":50,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"advgb_blocks_editor_width":"","advgb_blocks_columns_visual_guide":"","footnotes":""},"categories":[416,34,54,1528,9959],"tags":[35],"class_list":["post-38147","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-crianca","category-g1","category-paraiba","category-pobreza","category-unicef","tag-g1"],"author_meta":{"display_name":"Wallyson","author_link":"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/author\/wallyson\/"},"featured_img":null,"coauthors":[],"tax_additional":{"categories":{"linked":["<a href=\"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/crianca\/\" class=\"advgb-post-tax-term\">Crian\u00e7a<\/a>","<a href=\"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/g1\/\" class=\"advgb-post-tax-term\">G1<\/a>","<a href=\"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/paraiba\/\" class=\"advgb-post-tax-term\">Para\u00edba<\/a>","<a href=\"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/pobreza\/\" class=\"advgb-post-tax-term\">Pobreza<\/a>","<a href=\"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/unicef\/\" class=\"advgb-post-tax-term\">unicef<\/a>"],"unlinked":["<span class=\"advgb-post-tax-term\">Crian\u00e7a<\/span>","<span class=\"advgb-post-tax-term\">G1<\/span>","<span class=\"advgb-post-tax-term\">Para\u00edba<\/span>","<span class=\"advgb-post-tax-term\">Pobreza<\/span>","<span class=\"advgb-post-tax-term\">unicef<\/span>"]},"tags":{"linked":["<a href=\"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/unicef\/\" class=\"advgb-post-tax-term\">g1<\/a>"],"unlinked":["<span class=\"advgb-post-tax-term\">g1<\/span>"]}},"comment_count":"0","relative_dates":{"created":"Publicado 3 anos atr\u00e1s","modified":"Atualizado 3 anos atr\u00e1s"},"absolute_dates":{"created":"Publicado em 10 de outubro de 2023","modified":"Atualizado em 10 de outubro de 2023"},"absolute_dates_time":{"created":"Publicado em 10 de outubro de 2023 13:58","modified":"Atualizado em 10 de outubro de 2023 13:58"},"featured_img_caption":"","series_order":"","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/38147","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/50"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=38147"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/38147\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":38148,"href":"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/38147\/revisions\/38148"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=38147"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=38147"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=38147"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}