{"id":37142,"date":"2023-10-03T06:00:06","date_gmt":"2023-10-03T09:00:06","guid":{"rendered":"https:\/\/www.infomoney.com.br\/?p=2258467"},"modified":"2023-10-03T06:00:06","modified_gmt":"2023-10-03T09:00:06","slug":"senador-defende-limite-de-aliquota-para-iva-equilibrio-fiscal-nao-se-faz-apenas-aumentando-impostos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/index.php\/2023\/10\/03\/senador-defende-limite-de-aliquota-para-iva-equilibrio-fiscal-nao-se-faz-apenas-aumentando-impostos\/","title":{"rendered":"Senador defende limite de al\u00edquota para IVA: \u201cEquil\u00edbrio fiscal n\u00e3o se faz apenas aumentando impostos\u201d"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" width=\"300\" height=\"200\" src=\"https:\/\/www.infomoney.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/53118781100_5fd95b4bdd_c.jpg?fit=300%2C200&amp;quality=70&amp;strip=all\" class=\"attachment-medium size-medium wp-post-image\" alt=\"\" decoding=\"async\" style=\"float:right; margin:0 0 10px 10px;\" srcset=\"https:\/\/www.infomoney.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/53118781100_5fd95b4bdd_c.jpg?w=799&amp;quality=70&amp;strip=all 799w, https:\/\/www.infomoney.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/53118781100_5fd95b4bdd_c.jpg?w=300&amp;quality=70&amp;strip=all 300w, https:\/\/www.infomoney.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/53118781100_5fd95b4bdd_c.jpg?w=768&amp;quality=70&amp;strip=all 768w, https:\/\/www.infomoney.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/53118781100_5fd95b4bdd_c.jpg?w=150&amp;quality=70&amp;strip=all 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" data-attachment-id=\"2258675\" data-permalink=\"https:\/\/www.infomoney.com.br\/politica\/senador-defende-limite-de-aliquota-para-iva-equilibrio-fiscal-nao-se-faz-apenas-aumentando-impostos\/attachment\/53118781100_5fd95b4bdd_c\/\" data-orig-file=\"https:\/\/www.infomoney.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/53118781100_5fd95b4bdd_c.jpg?fit=799%2C533&amp;quality=70&amp;strip=all\" data-orig-size=\"799,533\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;Edilson Rodrigues\\\/Ag\\u00eancia Senad&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;Senado Federal do Brasil&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"Senador Efraim Filho\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"&lt;p&gt;O senador Efraim Filho (Uni\u00e3o Brasil-PB) durante ciclo de debates sobre a reforma tribut\u00e1ria (PEC 45\/2019) e seus impactos setoriais na Comiss\u00e3o de Assuntos Econ\u00f4micos (CAE) do Senado Federal (Foto: Edilson Rodrigues\/Ag\u00eancia Senado)&lt;\/p&gt;\n\" data-medium-file=\"https:\/\/www.infomoney.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/53118781100_5fd95b4bdd_c.jpg?fit=300%2C200&amp;quality=70&amp;strip=all\" data-large-file=\"https:\/\/www.infomoney.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/53118781100_5fd95b4bdd_c.jpg?fit=799%2C533&amp;quality=70&amp;strip=all\" title=\"\"><\/p>\n<p>Coordenador do grupo de trabalho que debate a Reforma Tribut&aacute;ria (PEC 45\/2019) na Comiss&atilde;o de Assuntos Econ&ocirc;micos (CAE) do Senado Federal, o senador <strong>Efraim Filho<\/strong> (Uni&atilde;o Brasil-PB) vislumbra uma clara converg&ecirc;ncia no Congresso Nacional pela mudan&ccedil;a do sistema de cobran&ccedil;as de impostos sobre o consumo vigente no Brasil, que define como &ldquo;esgotado&rdquo;, &ldquo;arcaico&rdquo; e &ldquo;obsoleto&rdquo;.<\/p>\n<p>Em entrevista concedida ao <strong>InfoMoney<\/strong> no gabinete da lideran&ccedil;a do Uni&atilde;o Brasil no Senado Federal, na &uacute;ltima ter&ccedil;a-feira (26), o parlamentar destacou a import&acirc;ncia de o debate avan&ccedil;ar em torno de temas n&atilde;o discutidos com profundidade pela C&acirc;mara dos Deputados &minus; que, para ele, s&atilde;o quatro principais: 1) al&iacute;quotas; 2) per&iacute;odo de transi&ccedil;&atilde;o; 3) equil&iacute;brio federativo; e 4) regimes especiais e isen&ccedil;&otilde;es.<\/p>\n<p>E defendeu a necessidade de que o novo texto garanta que n&atilde;o haja qualquer aumento de carga tribut&aacute;ria ao longo da migra&ccedil;&atilde;o de regimes. O senador, que lidera a bancada de 8 parlamentares do Uni&atilde;o Brasil (sigla fruto da fus&atilde;o entre DEM e PSL em 2021), &eacute; autor da primeira emenda protocolada sobre a PEC durante sua tramita&ccedil;&atilde;o na casa legislativa. O dispositivo trata da delimita&ccedil;&atilde;o de uma &ldquo;al&iacute;quota teto&rdquo; de 25% para os dois novos tributos que substituir&atilde;o PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS.<\/p>\n<p>&ldquo;A emenda 001 do Senado &eacute; uma emenda bem simb&oacute;lica para que fique o conceito. &Eacute; l&oacute;gico que o valor da al&iacute;quota vai ser definido com base nesses dados e n&uacute;meros <em>[recebidos pelo Senado Federal do Minist&eacute;rio da Fazenda estimando os impactos do texto aprovado pelos deputados]<\/em>. Mas o conceito, de trazer uma limita&ccedil;&atilde;o ao poder de tributar por parte dos governos &eacute; importante&rdquo;, justificou o senador.<\/p>\n<p>&ldquo;N&atilde;o &eacute; uma cria&ccedil;&atilde;o. O ISS j&aacute; tem um teto de 5%, &eacute; um imposto municipal. Por que um imposto federal n&atilde;o poderia ter essa limita&ccedil;&atilde;o? &Eacute; preciso haver essa preocupa&ccedil;&atilde;o. O governo n&atilde;o pode querer sempre buscar o equil&iacute;brio fiscal pelo lado da receita, tem que se olhar a despesa. Isso no Brasil tem ficado esquecido, &agrave; margem das discuss&otilde;es. Equil&iacute;brio fiscal n&atilde;o se faz apenas aumentando impostos para aumentar a receita. Faz-se tamb&eacute;m pensando em reduzir custos e diminuir despesas, para que voc&ecirc; encontre esse ponto de equil&iacute;brio&rdquo;, continuou.<\/p>\n<p>A ideia de se estabelecer um limite para a al&iacute;quota dos novos tributos &minus; a Contribui&ccedil;&atilde;o sobre Bens e Servi&ccedil;os (CBS), sob responsabilidade do governo federal, e o Imposto sobre Bens e Servi&ccedil;os (IBS), dividido entre Estados e munic&iacute;pios &minus; sofre resist&ecirc;ncias na equipe econ&ocirc;mica do governo federal.<\/p>\n<p>Embora o secret&aacute;rio extraordin&aacute;rio de reforma tribut&aacute;ria Bernard Appy sustente que a PEC ter&aacute; efeito neutro para os cofres p&uacute;blicos em rela&ccedil;&atilde;o ao atual n&iacute;vel de arrecada&ccedil;&atilde;o, h&aacute; uma preocupa&ccedil;&atilde;o de que se fixe um teto insuficiente para garantir que n&atilde;o haja perda de receitas por parte da Uni&atilde;o, dependendo do volume de exce&ccedil;&otilde;es e da formata&ccedil;&atilde;o final do texto aprovada pelos congressistas.<\/p>\n<p>Para se ter uma ideia, um estudo apresentado em agosto pelo Minist&eacute;rio da Fazenda traz oito simula&ccedil;&otilde;es de cen&aacute;rios para a al&iacute;quota-padr&atilde;o dos novos tributos institu&iacute;dos pela PEC. As estimativas variam de 20,73% (6,95% de CBS e 13,78% de IBS) a 25,45% (8,53% de CBS e 16,92% de IBS) em um cen&aacute;rio chamado de &ldquo;fact&iacute;vel&rdquo; pela pasta, e de 22,02% (7,38% de CBS e 14,64% de IBS) e 27% em um cen&aacute;rio &ldquo;conservador&rdquo;.<\/p>\n<p>A simula&ccedil;&atilde;o inicial considera nenhum tratamento diferenciado, exceto a manuten&ccedil;&atilde;o do Simples Nacional e do tratamento favorecido &agrave; Zona Franca de Manaus (ZFM). Al&eacute;m de regimes espec&iacute;ficos de tributa&ccedil;&atilde;o de car&aacute;ter t&eacute;cnico, como combust&iacute;veis e lubrificantes, servi&ccedil;os financeiros, opera&ccedil;&otilde;es com bens im&oacute;veis, planos de assist&ecirc;ncia &agrave; sa&uacute;de, concursos de progn&oacute;sticos, opera&ccedil;&otilde;es de sociedades cooperativas e compras governamentais. Para estes grupos, no entanto, as hip&oacute;teses consideradas pressup&otilde;em a manuten&ccedil;&atilde;o da arrecada&ccedil;&atilde;o atual sobre os bens e servi&ccedil;os tributadas por esses regimes.<\/p>\n<p>J&aacute; a &uacute;ltima simula&ccedil;&atilde;o considera os efeitos sobre a al&iacute;quota-padr&atilde;o das mudan&ccedil;as constantes da reda&ccedil;&atilde;o final aprovada pela C&acirc;mara dos Deputados em 7 de julho e remetida &agrave; an&aacute;lise do Senado Federal, incluindo a redu&ccedil;&atilde;o da al&iacute;quota de bens e servi&ccedil;os com tratamento especial para 40% da al&iacute;quota-padr&atilde;o e a cria&ccedil;&atilde;o de uma cesta b&aacute;sica nacional de alimentos isenta do novo imposto (cujos itens contemplados ainda precisam ser definidos por lei complementar).<\/p>\n<p>&ldquo;N&oacute;s temos a preocupa&ccedil;&atilde;o de que a reforma tribut&aacute;ria seja feita para facilitar a vida de quem produz, do empreendedor, do cidad&atilde;o, do contribuinte. &Eacute; para melhorar a vida de quem paga o imposto. Reforma tribut&aacute;ria n&atilde;o pode ser vista para resolver a vida dos governos, para resolver a vida de quem arrecada&rdquo;, ponderou Efraim Filho.<\/p>\n<p>Embora a emenda apresentada defina especificamente o patamar de 25% como limite de al&iacute;quota para os novos tributos, o senador diz que um caminho alternativo seria definir a carga tribut&aacute;ria neutra vinculada a uma propor&ccedil;&atilde;o do Produto Interno Bruto (PIB) &minus; metodologia utilizada pelo pr&oacute;prio ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), para calcular um montante considerado por ele razo&aacute;vel nas negocia&ccedil;&otilde;es envolvendo a PEC da Transi&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>Questionado sobre as recentes mudan&ccedil;as no cronograma apresentado pelo relator da mat&eacute;ria, o senador Eduardo Braga (MDB-AM), o parlamentar manteve confian&ccedil;a na aprova&ccedil;&atilde;o da PEC ainda em 2023 e disse n&atilde;o acreditar na necessidade de o texto ser enxugado e em relegar mais detalhes para lei complementar em uma tentativa de obter mais consenso para as regras gerais.<\/p>\n<p>&ldquo;Acho que o Senado vai procurar enfrentar, sim, os temas mais desafiadores &minus; aqueles que devem e podem vir na PEC, trazer algumas defini&ccedil;&otilde;es, como o teto, com carga neutra. Seja por al&iacute;quota ou seja por um percentual da carga vinculada ao PIB&rdquo;, disse.<\/p>\n<p>&ldquo;A lei complementar vai ser um instrumento important&iacute;ssimo &ndash; at&eacute; porque a PEC n&atilde;o &eacute; o local adequado, do ponto de vista de boa t&eacute;cnica legislativa, para trazer muitas min&uacute;cias e detalhamento. Ela vai trazer um norte, balizar determinadas regras. O problema n&atilde;o &eacute; estar na lei complementar, mas &eacute; que a PEC traga os princ&iacute;pios e as diretrizes que s&atilde;o importantes&rdquo;, prosseguiu.<\/p>\n<p>Na conversa, o senador tamb&eacute;m disse que a tend&ecirc;ncia &eacute; que a defini&ccedil;&atilde;o das regras de distribui&ccedil;&atilde;o de recursos pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento Regional (FNDR), que ter&aacute; por objetivo corrigir disparidades entre entes subnacionais, seja feita por lei complementar. Mas defendeu que a PEC traga diretrizes alinhadas aos princ&iacute;pios j&aacute; previstos na Constitui&ccedil;&atilde;o Federal.<\/p>\n<p>&ldquo;&Eacute; cl&aacute;usula p&eacute;trea da nossa Constitui&ccedil;&atilde;o a redu&ccedil;&atilde;o das desigualdades regionais como princ&iacute;pio b&aacute;sico da nossa na&ccedil;&atilde;o. E a igualdade aristot&eacute;lica &eacute; tratar os desiguais na propor&ccedil;&atilde;o das suas desigualdades. O Fundo de Desenvolvimento Regional vem nessa l&oacute;gica&rdquo;, afirmou.<\/p>\n<p>&ldquo;Qual &eacute; o princ&iacute;pio mais justo? &Eacute; tratar os desiguais de forma desigual. Aqueles estados menos desenvolvidos receberem um aporte maior para poderem alcan&ccedil;ar &iacute;ndices de desenvolvimento buscando uma m&eacute;dia nacional. Esse &eacute; o princ&iacute;pio. Entendendo o princ&iacute;pio, a regra matem&aacute;tica ser&aacute; definida de forma adequada&rdquo;, prosseguiu.<\/p>\n<p>Para ele, o tamanho do fundo previsto na atual vers&atilde;o da proposta em tramita&ccedil;&atilde;o &ldquo;parece adequado&rdquo;. Mas vamos fazer contas at&eacute; a hora da vota&ccedil;&atilde;o para ver se &eacute; preciso ou n&atilde;o trazer algum aporte extraordin&aacute;rio&rdquo;, disse.<\/p>\n<p>O texto encaminhado pela C&acirc;mara dos Deputados prev&ecirc; a cria&ccedil;&atilde;o do FNDR para realizar estudos, projetos e obras de infraestrutura; fomentar atividades produtivas com elevado potencial de gera&ccedil;&atilde;o de emprego e renda (incluindo a concess&atilde;o de subven&ccedil;&otilde;es econ&ocirc;micas e financeiras) e a promo&ccedil;&atilde;o de a&ccedil;&otilde;es com vistas ao desenvolvimento cient&iacute;fico e tecnol&oacute;gico e &agrave; inova&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>A regra prev&ecirc; o repasse de R$ 8 bilh&otilde;es para o fundo em 2029, R$ 16 bilh&otilde;es em 2030, R$ 24 bilh&otilde;es em 2031, R$ 32 bilh&otilde;es em 2032 e R$ 40 bilh&otilde;es a partir de 2040, corrigidos sempre pela infla&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<\/p>\n<div class=\"cta-end\">\n<div class=\"im-cta\" >\n<div 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