{"id":35308,"date":"2023-09-21T09:13:15","date_gmt":"2023-09-21T12:13:15","guid":{"rendered":"https:\/\/www.infomoney.com.br\/?p=2248212"},"modified":"2023-09-21T09:13:15","modified_gmt":"2023-09-21T12:13:15","slug":"alckmin-sanciona-com-vetos-lei-que-restabelece-voto-de-qualidade-a-favor-do-governo-no-carf","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/index.php\/2023\/09\/21\/alckmin-sanciona-com-vetos-lei-que-restabelece-voto-de-qualidade-a-favor-do-governo-no-carf\/","title":{"rendered":"Alckmin sanciona com vetos lei que restabelece \u201cvoto de qualidade\u201d a favor do governo no Carf"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" width=\"300\" height=\"225\" src=\"https:\/\/www.infomoney.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/3.-lula-ccbb_mcamgo_abr_101120221818-17.jpg?fit=300%2C225&amp;quality=70&amp;strip=all\" class=\"attachment-medium size-medium wp-post-image\" alt=\"\" decoding=\"async\" style=\"float:right; margin:0 0 10px 10px;\" srcset=\"https:\/\/www.infomoney.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/3.-lula-ccbb_mcamgo_abr_101120221818-17.jpg?w=1024&amp;quality=70&amp;strip=all 1024w, https:\/\/www.infomoney.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/3.-lula-ccbb_mcamgo_abr_101120221818-17.jpg?w=300&amp;quality=70&amp;strip=all 300w, https:\/\/www.infomoney.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/3.-lula-ccbb_mcamgo_abr_101120221818-17.jpg?w=768&amp;quality=70&amp;strip=all 768w, https:\/\/www.infomoney.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/3.-lula-ccbb_mcamgo_abr_101120221818-17.jpg?w=150&amp;quality=70&amp;strip=all 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" data-attachment-id=\"1987723\" data-permalink=\"https:\/\/www.infomoney.com.br\/politica\/alckmin-governo-lula-vai-fechar-contas-no-azul-e-reduzir-divida-mas-nao-em-24h\/attachment\/3-lula-ccbb_mcamgo_abr_101120221818-17\/\" data-orig-file=\"https:\/\/www.infomoney.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/3.-lula-ccbb_mcamgo_abr_101120221818-17.jpg?fit=1024%2C768&amp;quality=70&amp;strip=all\" data-orig-size=\"1024,768\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;2.8&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;Marcelo Camargo\\\/Ag\\u00eancia Brasil&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;Canon EOS-1D X&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;O vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin, durante reuni\\u00e3o com parlamentares das bancadas aliadas na sede do governo de transi\\u00e7\\u00e3o no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB).&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;1668078950&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;Ag\\u00eancia Brasil\\\/EBC&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;160&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;2000&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0.004&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"Geraldo Alckmin\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"&lt;p&gt;O vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin (PSB), no CCBB, em Bras\u00edlia (Foto: Marcelo Camargo\/Ag\u00eancia Brasil)&lt;\/p&gt;\n\" data-medium-file=\"https:\/\/www.infomoney.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/3.-lula-ccbb_mcamgo_abr_101120221818-17.jpg?fit=300%2C225&amp;quality=70&amp;strip=all\" data-large-file=\"https:\/\/www.infomoney.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/3.-lula-ccbb_mcamgo_abr_101120221818-17.jpg?fit=1024%2C768&amp;quality=70&amp;strip=all\" title=\"\"><\/p>\n<p>O governo do presidente <strong>Luiz In&aacute;cio Lula da Silva (PT)<\/strong> sancionou, com vetos, nesta quinta-feira (21), a lei que restabelece o chamado &ldquo;voto de qualidade&rdquo; (Lei n&deg; 14.689\/2023) a favor da Uni&atilde;o em casos de empate em julgamentos no Conselho de Administra&ccedil;&atilde;o de Recursos Fiscais (Carf). A decis&atilde;o foi publicada no Di&aacute;rio Oficial da Uni&atilde;o (DOU).<\/p>\n<p>A a&ccedil;&atilde;o, assinada pelo vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), que exerceu a presid&ecirc;ncia durante a viagem oficial do presidente Luiz In&aacute;cio Lula da Silva (PT) aos Estados Unidos para participar da 78&ordf; Assembleia Geral das Na&ccedil;&otilde;es Unidas, ocorre no limite do prazo legal para o governo exercer seu poder de veto. Os dispositivos n&atilde;o t&ecirc;m data para serem apreciados pelo Congresso Nacional, que pode decidir por derrub&aacute;-los e restabelecer o texto aprovado pelas duas casas legislativas.<\/p>\n<p>Ao desfazer a vantagem do contribuinte nos julgamentos administrativos e corrigir o que entendia ser uma distor&ccedil;&atilde;o adotada pelo Brasil nos &uacute;ltimos tr&ecirc;s anos, o governo Lula estima arrecadar R$ 54,7 bilh&otilde;es em 2024. A medida &eacute; uma das principais cartas na manga da equipe econ&ocirc;mica em busca do equil&iacute;brio das contas p&uacute;blicas e o cumprimento da meta de zerar o d&eacute;ficit prim&aacute;rio em 2024.<\/p>\n<p>Ao todo, foram apresentados vetos a 14 trechos da vers&atilde;o do projeto de lei aprovada pelos parlamentares, sob a alega&ccedil;&atilde;o de &ldquo;por contrariedade ao interesse p&uacute;blico e por inconstitucionalidade&rdquo; &#8210; prerrogativa que a Presid&ecirc;ncia da Rep&uacute;blica pode usar para exercer o direito de suprimir partes de uma proposi&ccedil;&atilde;o votada pelo Legislativo.<\/p>\n<p>Veja aqui os principais pontos retirados da lei:<\/p>\n<p>O primeiro trecho vetado pelo governo foi dispositivo que previa que, no caso de determina&ccedil;&atilde;o e exig&ecirc;ncia de cr&eacute;dito tribut&aacute;rio ou aplica&ccedil;&atilde;o de penalidade isolada que abranja opera&ccedil;&atilde;o ou atividade previamente autorizada por &oacute;rg&atilde;o regulador, o lit&iacute;gio que envolva controv&eacute;rsia jur&iacute;dica entre a autoridade fiscal ou aduaneira e o &oacute;rg&atilde;o regulador seja submetido de of&iacute;cio mediante requerimento do sujeito passivo &agrave; C&acirc;mara de Media&ccedil;&atilde;o e de Concilia&ccedil;&atilde;o da Administra&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica Federal (CCAF) e que a a&ccedil;&atilde;o seja considerada reclama&ccedil;&atilde;o nos termos do C&oacute;digo Tribut&aacute;rio Nacional.<\/p>\n<p>Na justificativa do veto, o governo argumenta que a medida poderia influenciar na apura&ccedil;&atilde;o do cr&eacute;dito tribut&aacute;rio devido pelo sujeito passivo e &rdquo; desconsidera que cada &oacute;rg&atilde;o possui sua pr&oacute;pria compet&ecirc;ncia&rdquo;. Na pr&aacute;tica, a avalia&ccedil;&atilde;o &eacute; que o instrumento, da forma como foi aprovado pelos congressistas, poderia enfraquecer a Receita Federal.<\/p>\n<p>&ldquo;Dessa forma, n&atilde;o h&aacute; que se falar em media&ccedil;&atilde;o ou concilia&ccedil;&atilde;o no &acirc;mbito do Processo Administrativo Fiscal por uma poss&iacute;vel diverg&ecirc;ncia de classifica&ccedil;&atilde;o de mercadorias entre a Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil e um &oacute;rg&atilde;o regulador, tendo em vista que a administra&ccedil;&atilde;o tribut&aacute;ria tem compet&ecirc;ncia exclusiva para dispor sobre a mat&eacute;ria&rdquo;, argumenta o Minist&eacute;rio da Fazenda.<\/p>\n<p>O segundo trecho vetado diz respeito a dispositivo da lei que prev&ecirc; que, em casos de decis&atilde;o favor&aacute;vel &agrave; Uni&atilde;o por meio do &ldquo;voto de qualidade&rdquo; (o voto de desempate), os cr&eacute;ditos inscritos em d&iacute;vida ativa em quest&atilde;o poder&atilde;o ser objeto de proposta de acordo de transa&ccedil;&atilde;o tribut&aacute;ria espec&iacute;fica, de iniciativa do sujeito passivo.<\/p>\n<p>A reda&ccedil;&atilde;o exclu&iacute;da pelo governo dizia que a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) regulamentaria o disposto, &ldquo;inclusive para prever que a transa&ccedil;&atilde;o (&hellip;) conter&aacute; condi&ccedil;&otilde;es n&atilde;o menos favorecidas do que as ofertadas aos demais sujeitos passivos e considerar&aacute; progn&oacute;stico do risco judicial de cada processo&rdquo;.<\/p>\n<p>Na justificativa para o veto, o Minist&eacute;rio da Fazenda alega que o dispositivo &ldquo;contraria o interesse p&uacute;blico e gera viola&ccedil;&atilde;o ao princ&iacute;pio da isonomia&rdquo;. A pasta sustenta que a previs&atilde;o do texto &eacute; &rdquo; gen&eacute;rica e subjetiva&rdquo;, n&atilde;o estabelece &rdquo; balizes ou condi&ccedil;&otilde;es&rdquo; e pode n&atilde;o ser adequada &agrave; totalidade dos casos.<\/p>\n<p>O terceiro trecho suprimido da lei diz que o executado capaz de obter seguro garantia ou fian&ccedil;a banc&aacute;ria de terceiros poder&aacute; oferecer garantia apenas do valor principal atualizado da d&iacute;vida em quest&atilde;o e que a regra n&atilde;o se aplica &agrave;queles que, nos 12 meses que antecederem a cita&ccedil;&atilde;o na execu&ccedil;&atilde;o fiscal, n&atilde;o tiveram certid&atilde;o de regularidade fiscal v&aacute;lida por mais de 3 meses.<\/p>\n<p>Al&eacute;m disso, o projeto aprovado dizia que as garantias apresentadas como fian&ccedil;a banc&aacute;ria ou seguro garantia somente seriam liquidadas ap&oacute;s o tr&acirc;nsito em julgado de decis&atilde;o de m&eacute;rito em desfavor do contribuinte, vedada a sua liquida&ccedil;&atilde;o antecipada.<\/p>\n<p>O dispositivo ainda prev&ecirc; que a Fazenda P&uacute;blica, se vencida, ressar&ccedil;a integralmente o valor devidamente atualizado das despesas incorridas pela parte contr&aacute;ria, inclusive com o oferecimento, a contrata&ccedil;&atilde;o e a manuten&ccedil;&atilde;o de garantias.<\/p>\n<p>&ldquo;Em que pese a boa inten&ccedil;&atilde;o do legislador, a proposi&ccedil;&atilde;o legislativa contraria o interesse p&uacute;blico, tendo em vista que altera toda a sistem&aacute;tica da lei de execu&ccedil;&atilde;o fiscal, ao estabelecer que o seguro garantia ou a fian&ccedil;a banc&aacute;ria s&oacute; teria o cond&atilde;o de garantir a parte principal da d&iacute;vida e n&atilde;o incluiria os acess&oacute;rios&rdquo;, argumenta o Minist&eacute;rio da Fazenda ao recomendar o veto.<\/p>\n<p>&ldquo;A Uni&atilde;o ainda n&atilde;o teria o controle sobre as contrata&ccedil;&otilde;es de garantia suportadas pelo sujeito passivo nem dos valores praticados, nem da dura&ccedil;&atilde;o do processo que influencia diretamente no valor do pr&ecirc;mio pago &agrave; seguradora ou nos encargos pagos &agrave; institui&ccedil;&atilde;o financeira&rdquo;, complementa a pasta.<\/p>\n<p>Os t&eacute;cnicos ainda argumentam que a impossibilidade de execu&ccedil;&atilde;o imediata das garantias &ldquo;fragilizaria o processo de cobran&ccedil;a&rdquo; e contrariaria a jurisprud&ecirc;ncia.<\/p>\n<p>Outro trecho vetado pelo governo determinava que a Receita Federal disponibilizasse &ldquo;obrigatoriamente&rdquo; m&eacute;todos preventivos para a autorregulariza&ccedil;&atilde;o de obriga&ccedil;&otilde;es principais ou acess&oacute;rias relativas a tributos por ela administrados. Al&eacute;m disso, o trecho previa que a comunica&ccedil;&atilde;o ao sujeito passivo para fins de resolu&ccedil;&atilde;o de diverg&ecirc;ncias ou de inconsist&ecirc;ncias, realizada previamente &agrave; intima&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o configuraria in&iacute;cio de procedimento administrativo ou medida de fiscaliza&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>O Minist&eacute;rio da Fazenda argumentou que o dispositivo poderia oferecer riscos &agrave; seguran&ccedil;a jur&iacute;dica, j&aacute; que a autorregulariza&ccedil;&atilde;o, embora recomend&aacute;vel, n&atilde;o poderia ser considerada uma regra aplic&aacute;vel a todos os casos.<\/p>\n<p>&ldquo;Sua implementa&ccedil;&atilde;o indiscriminada (&hellip;) poderia implicar redu&ccedil;&atilde;o da arrecada&ccedil;&atilde;o espont&acirc;nea, incentivo &agrave; posterga&ccedil;&atilde;o do pagamento de tributos e redu&ccedil;&atilde;o da efic&aacute;cia de programas de conformidade&rdquo;, sustentou. Ademais, a pasta chamou aten&ccedil;&atilde;o para o fato de nem sempre o &oacute;rg&atilde;o disp&otilde;e de todas as informa&ccedil;&otilde;es necess&aacute;rias para demonstrar ao contribuinte as poss&iacute;veis irregularidades por ele cometidas.<\/p>\n<p>O governo tamb&eacute;m vetou trecho que previa, como incentivo &agrave; conformidade tribut&aacute;ria a partir da autorregulariza&ccedil;&atilde;o, a redu&ccedil;&atilde;o de multa de of&iacute;cio em pelo menos 1\/3 e de multa de mora em pelo menos 50%. O dispositivo autorizava, ainda, a cumulatividade da regra a outra legisla&ccedil;&atilde;o que previa descontos com redu&ccedil;&atilde;o de multa em casos em que o sujeito passivo que, notificado, efetuasse o pagamento, a compensa&ccedil;&atilde;o ou o parcelamento dos tributos administrados pela Receita Federal.<\/p>\n<p>Para sustentar o pedido de veto, o Minist&eacute;rio da Fazenda alegou que os legisladores n&atilde;o estabeleceram as balizas para a aplica&ccedil;&atilde;o da redu&ccedil;&atilde;o das multas, o que poderia causar inseguran&ccedil;a jur&iacute;dica.<\/p>\n<p><em>Mais informa&ccedil;&otilde;es em instantes<\/em><\/p>\n<\/p>\n<div class=\"cta-end\">\n<div class=\"im-cta\" >\n<div class=\"im-shortcode-forms bg-light bg-opacity-25 border rounded-4 p-3 p-sm-4 p-md-3 p-lg-4 px-xxl-5 my-5\" 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