{"id":33441,"date":"2023-09-08T13:00:58","date_gmt":"2023-09-08T16:00:58","guid":{"rendered":"https:\/\/www.infomoney.com.br\/?p=2237444"},"modified":"2023-09-08T13:00:58","modified_gmt":"2023-09-08T16:00:58","slug":"fazenda-rechaca-inseguranca-juridica-em-cobranca-sobre-fundos-exclusivos-e-defende-regra-de-transicao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/index.php\/2023\/09\/08\/fazenda-rechaca-inseguranca-juridica-em-cobranca-sobre-fundos-exclusivos-e-defende-regra-de-transicao\/","title":{"rendered":"Fazenda recha\u00e7a inseguran\u00e7a jur\u00eddica em cobran\u00e7a sobre fundos exclusivos e defende regra de transi\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" width=\"300\" height=\"225\" src=\"https:\/\/www.infomoney.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/Foto-Daniel-Loria.jpg?fit=300%2C225&amp;quality=70&amp;strip=all\" class=\"attachment-medium size-medium wp-post-image\" alt=\"\" decoding=\"async\" style=\"float:right; margin:0 0 10px 10px;\" srcset=\"https:\/\/www.infomoney.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/Foto-Daniel-Loria.jpg?w=4032&amp;quality=70&amp;strip=all 4032w, https:\/\/www.infomoney.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/Foto-Daniel-Loria.jpg?w=300&amp;quality=70&amp;strip=all 300w, https:\/\/www.infomoney.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/Foto-Daniel-Loria.jpg?w=768&amp;quality=70&amp;strip=all 768w, https:\/\/www.infomoney.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/Foto-Daniel-Loria.jpg?w=1280&amp;quality=70&amp;strip=all 1280w, https:\/\/www.infomoney.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/Foto-Daniel-Loria.jpg?w=1536&amp;quality=70&amp;strip=all 1536w, https:\/\/www.infomoney.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/Foto-Daniel-Loria.jpg?w=2048&amp;quality=70&amp;strip=all 2048w, https:\/\/www.infomoney.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/Foto-Daniel-Loria.jpg?w=150&amp;quality=70&amp;strip=all 150w, https:\/\/www.infomoney.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/Foto-Daniel-Loria.jpg?w=3000&amp;quality=70&amp;strip=all 3000w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" data-attachment-id=\"2141428\" data-permalink=\"https:\/\/www.infomoney.com.br\/politica\/em-ensaio-para-reforma-do-ir-governo-mira-offshores-para-corrigir-distorcoes\/attachment\/foto-daniel-loria\/\" data-orig-file=\"https:\/\/www.infomoney.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/Foto-Daniel-Loria.jpg?fit=4032%2C3024&amp;quality=70&amp;strip=all\" data-orig-size=\"4032,3024\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"Daniel Loria, diretor do Programa da Secretaria Extraordin\u00e1ria da Reforma Tribut\u00e1ria\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"&lt;p&gt;(Foto: Divulga\u00e7\u00e3o)&lt;\/p&gt;\n\" data-medium-file=\"https:\/\/www.infomoney.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/Foto-Daniel-Loria.jpg?fit=300%2C225&amp;quality=70&amp;strip=all\" data-large-file=\"https:\/\/www.infomoney.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/Foto-Daniel-Loria.jpg?fit=1280%2C960&amp;quality=70&amp;strip=all\" title=\"\"><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" class=\"youtube-player\" width=\"640\" height=\"360\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/zFyka08M-Uw?version=3&amp;rel=1&amp;showsearch=0&amp;showinfo=1&amp;iv_load_policy=1&amp;fs=1&amp;hl=pt-BR&amp;autohide=2&amp;wmode=transparent\" allowfullscreen=\"true\" style=\"border:0;\" sandbox=\"allow-scripts allow-same-origin allow-popups allow-presentation\"><\/iframe><\/p>\n<p>Em meio &agrave;s cr&iacute;ticas de advogados tributaristas de que a medida provis&oacute;ria que institui a cobran&ccedil;a do &ldquo;come-cotas&rdquo; sobre o rendimento dos fundos exclusivos (MPV 1184\/2023) poderia representar uma <a href=\"https:\/\/www.infomoney.com.br\/politica\/cobranca-de-ir-sobre-estoques-de-fundos-exclusivos-preocupa-especialistas\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">mudan&ccedil;a dr&aacute;stica nas regras do jogo e produzir efeitos retroativos<\/a>, o diretor de Programa da Secretaria Extraordin&aacute;ria de Reforma Tribut&aacute;ria do Minist&eacute;rio da Fazenda, Daniel Loria, argumenta que o movimento do governo federal est&aacute; amparado na legisla&ccedil;&atilde;o e na jurisprud&ecirc;ncia.<\/p>\n<p>Um dos principais respons&aacute;veis pela constru&ccedil;&atilde;o do texto enviado pelo governo do presidente Luiz In&aacute;cio Lula da Silva (PT) na semana passada ao Congresso Nacional, Loria concedeu entrevista exclusiva ao <strong>InfoMoney<\/strong> ap&oacute;s participar de um painel na Expert XP 2023, realizada em S&atilde;o Paulo (SP).<\/p>\n<p>Durante a conversa, o diretor da pasta disse que n&atilde;o h&aacute; problemas, do ponto de vista jur&iacute;dico, em aplicar o instrumento que j&aacute; existe para a maior parte dos fundos abertos de investimentos. A ideia do governo, al&eacute;m de buscar uma nova fonte para compensar a ren&uacute;ncia fiscal oriunda da atualiza&ccedil;&atilde;o da faixa de isen&ccedil;&atilde;o da tabela do Imposto de Renda Pessoa F&iacute;sica (IRPF), &eacute; corrigir distor&ccedil;&otilde;es provocadas pelo atual sistema tribut&aacute;rio brasileiro e conferir isonomia a produtos financeiros de natureza similar.<\/p>\n<p>&ldquo;O tema dos rendimentos acumulados nos fundos <em>(os chamados &lsquo;estoques&rsquo;)<\/em> sempre aparece quando tratamos desse assunto. O que aconteceria se n&atilde;o fal&aacute;ssemos nada <em>[ap&oacute;s editar a medida provis&oacute;ria]<\/em>? Esse rendimento acumulado impactaria primeiro o come-cotas, calculado pela diferen&ccedil;a do valor patrimonial e do custo, e seria tributado &agrave; vista em 15%. Esse &eacute; um rendimento que j&aacute; est&aacute; efetivamente apropriado dentro do fundo, &eacute; uma renda l&iacute;quida do fundo&rdquo;, explicou.<\/p>\n<p>&ldquo;O que a lei fala &eacute; determinar o momento na ocorr&ecirc;ncia do fato gerador. Na perspectiva jur&iacute;dica, n&atilde;o h&aacute; problemas com essa tributa&ccedil;&atilde;o em cima do rendimento acumulado. Esse rendimento n&atilde;o foi tributado antes &#8210; nem no fundo, nem no cotista &#8210; e estamos determinando o momento de ocorr&ecirc;ncia do fato gerador agora, assim como aconteceu na primeira vez que o instituto de come-cotas, na d&eacute;cada de 1990. Isso foi levado &agrave; Justi&ccedil;a e prevaleceu o come-cotas, como temos h&aacute; mais de 20 anos&rdquo;, disse.<\/p>\n<p><strong>Assista &agrave; entrevista na &iacute;ntegra pelo v&iacute;deo acima ou <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=zFyka08M-Uw\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">clicando aqui<\/a>.<\/strong><\/p>\n<p>Os fundos fechados s&atilde;o uma modalidade de aplica&ccedil;&atilde;o financeira utilizada por fam&iacute;lias de maior renda no pa&iacute;s (com patrim&ocirc;nio de no m&iacute;nimo R$ 10 milh&otilde;es), dentre outros motivos, pela vantagem do diferimento tribut&aacute;rio &#8210; desta forma, rendimentos que j&aacute; teriam sido tributados em um fundo convencional poderiam servir para acumula&ccedil;&atilde;o de patrim&ocirc;nio pelo investidor ao longo do tempo, ampliando sua rentabilidade no per&iacute;odo. Na pr&aacute;tica, uma vantagem viabilizada pela regressividade do sistema, que investidores de maior renda t&ecirc;m a op&ccedil;&atilde;o de pagar menos tributo do que a m&eacute;dia.<\/p>\n<p>Fundos de investimento podem ser constitu&iacute;dos na forma de condom&iacute;nios abertos ou fechados. Os fundos abertos admitem o resgate de cotas a qualquer tempo, permitindo a entrada e sa&iacute;da de cotistas. Os fundos fechados, embora n&atilde;o admitam o resgate de cotas antes do encerramento, permitem a amortiza&ccedil;&atilde;o de cotas &#8210; o que possibilita a distribui&ccedil;&atilde;o de recursos aos cotistas, periodicamente, de forma similar ao resgate.<\/p>\n<p>Pela medida provis&oacute;ria, a partir de 1&ordm; de janeiro de 2024, os rendimentos de fundos exclusivos (tamb&eacute;m chamados de fechados ou &ldquo;onshore&rdquo;) estariam sujeitos &agrave; cobran&ccedil;a de Imposto de Renda antes do resgate ou de seu encerramento por parte do investidor, de forma semestral, como j&aacute; acontece nos fundos abertos. A mudan&ccedil;a se aplica n&atilde;o apenas sobre os rendimentos gerados a partir desta data como os chamados &ldquo;estoques&rdquo; &#8210; ou seja, rendimentos das aplica&ccedil;&otilde;es gerados at&eacute; agora e n&atilde;o tributados.<\/p>\n<p>A al&iacute;quota prevista &eacute; de 15%, independentemente da classifica&ccedil;&atilde;o do fundo prevista na legisla&ccedil;&atilde;o tribut&aacute;ria e na regulamenta&ccedil;&atilde;o da Comiss&atilde;o de Valores Mobili&aacute;rios (CVM) e da composi&ccedil;&atilde;o da sua carteira. A al&iacute;quota &eacute; de 20% para os fundos de curto prazo.<\/p>\n<p>Tamb&eacute;m h&aacute; reten&ccedil;&atilde;o de IRPF no momento da amortiza&ccedil;&atilde;o, resgate ou aliena&ccedil;&atilde;o de cotas, ou de distribui&ccedil;&atilde;o de rendimentos, se ocorrerem antes da data de incid&ecirc;ncia da tributa&ccedil;&atilde;o peri&oacute;dica (o &ldquo;come-cotas&rdquo;). Neste caso, &eacute; aplicada uma al&iacute;quota complementar at&eacute; alcan&ccedil;ar as al&iacute;quotas atualmente previstas para esses investimentos na legisla&ccedil;&atilde;o, de 22,5% a 15%, dependendo do prazo.<\/p>\n<p>O texto encaminhado para an&aacute;lise do Congresso Nacional tamb&eacute;m estabelece uma regra de transi&ccedil;&atilde;o para os rendimentos das aplica&ccedil;&otilde;es em cotas dos fundos de investimento fechados percebidos antes da vig&ecirc;ncia do come-cotas (estabelecida para 1&ordm; de janeiro de 2024).<\/p>\n<p>Neste caso, foi aberta a possibilidade de o contribuinte recolher o imposto sobre esses rendimentos a uma al&iacute;quota reduzida de 10%, cujo pagamento ser&aacute; feito em duas fra&ccedil;&otilde;es: 1) em at&eacute; quatro parcelas mensais, com in&iacute;cio em 29 de dezembro de 2023 e t&eacute;rmino em 29 de mar&ccedil;o de 2024, relativa ao imposto sobre rendimentos apurados at&eacute; 30 de junho de 2023; e 2) &agrave; vista, no &uacute;ltimo dia &uacute;til de maio de 2024, relativa aos rendimentos apurados de 1&ordm; de julho a 31 de dezembro de 2023.<\/p>\n<p>Tal solu&ccedil;&atilde;o j&aacute; havia sido encaminhada no projeto de lei que tratava da reforma tribut&aacute;ria sobre a renda discutida na legislatura anterior, sob a relatoria do ent&atilde;o deputado Celso Sabino (Uni&atilde;o Brasil-PA) &#8210; hoje ministro do Turismo do governo do presidente Luiz In&aacute;cio Lula da Silva (PT). O texto foi aprovado na C&acirc;mara dos Deputados, mas at&eacute; o momento n&atilde;o foi apreciado pelo Senado Federal.<\/p>\n<p>&ldquo;Apesar do conforto jur&iacute;dico desse assunto <em>(a tributa&ccedil;&atilde;o dos estoques dos fundos fechados)<\/em>, temos buscado no minist&eacute;rio desenvolver projetos de consenso a partir de um di&aacute;logo com a sociedade civil&rdquo;, disse Loria na entrevista. O diretor do Minist&eacute;rio da Fazenda classificou a solu&ccedil;&atilde;o desenhada por Sabino como &ldquo;engenhosa&rdquo;, e admitiu que a al&iacute;quota poder&aacute; ser menor do que os 10% indicados pelo governo se o Congresso Nacional entender mais adequado.<\/p>\n<p>&ldquo;Quem quiser pagar com uma al&iacute;quota reduzida e virar essa p&aacute;gina, &eacute; uma regra de transi&ccedil;&atilde;o. Como o ministro Haddad &eacute; um homem de di&aacute;logo e que gosta de boas ideias, independentemente de quem venha, de projeto, de momento, decidimos manter essa solu&ccedil;&atilde;o que foi criada em 2021&rdquo;, afirmou.<\/p>\n<p>&ldquo;O que vale nesse assunto &eacute; passar a mensagem que queremos uma solu&ccedil;&atilde;o de consenso, pragm&aacute;tica e que n&atilde;o gere judicializa&ccedil;&atilde;o. Essa solu&ccedil;&atilde;o &eacute; a al&iacute;quota reduzida, e desejamos que os contribuintes optem por isso. A calibragem vai ser algo adequado para que a solu&ccedil;&atilde;o funcione. Pessoalmente, acredito que n&atilde;o vamos ver judicializa&ccedil;&atilde;o, seja pelas raz&otilde;es jur&iacute;dicas, seja pelas raz&otilde;es pragm&aacute;ticas dessa op&ccedil;&atilde;o da al&iacute;quota reduzida, seja pela pr&oacute;pria rela&ccedil;&atilde;o do cotista com com o administrador do fundo, que &eacute; uma rela&ccedil;&atilde;o, da perspectiva civil contratual, que n&atilde;o &eacute; simples operacionalizar um lit&iacute;gio&rdquo;, observou.<\/p>\n<p>A mudan&ccedil;a na forma de tributa&ccedil;&atilde;o dos fundos fechados n&atilde;o &eacute; uma novidade para o Congresso Nacional. O tema foi tratado pela Medida Provis&oacute;ria MP 806\/17, ainda no governo Michel Temer (MDB).<\/p>\n<p>O texto chegou a ser analisado em uma comiss&atilde;o mista, que aprovou o relat&oacute;rio apresentado pelo deputado Wellington Roberto (PL-PB). Mas n&atilde;o houve acordo para vota&ccedil;&atilde;o no Plen&aacute;rio da C&acirc;mara e a MPV perdeu a validade. Posteriormente, o governo Temer enviou o Projeto de Lei 10638\/18, que manteve as linhas gerais da medida provis&oacute;ria e tamb&eacute;m n&atilde;o foi votado.<\/p>\n<p>Por se tratar de Medida Provis&oacute;ria, o texto precisa ser aprovado pelas duas casas legislativas em at&eacute; 120 dias. Caso isso n&atilde;o ocorra, ela &ldquo;caduca&rdquo; (ou seja, perde validade). O governo conta justamente com o fato de o assunto n&atilde;o ser novo para o Congresso Nacional para que desta vez ele possa avan&ccedil;ar.<\/p>\n<p>No Minist&eacute;rio da Fazenda, h&aacute; uma expectativa de que o conte&uacute;do desta proposi&ccedil;&atilde;o seja discutido no &acirc;mbito do pr&oacute;prio projeto de lei encaminhado pelo governo para alterar as regras de <a href=\"https:\/\/www.infomoney.com.br\/politica\/governo-espera-que-taxacao-de-fundos-exclusivos-seja-discutida-junto-com-offshores-no-congresso\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">tributa&ccedil;&atilde;o sobre aplica&ccedil;&otilde;es financeiras de brasileiros no exterior<\/a>, sobretudo as chamadas &ldquo;offshores&rdquo; (PL 4173\/2023) &#8210; tema que tamb&eacute;m chegou a tramitar como medida provis&oacute;ria, mas &ldquo;caducou&rdquo; em meio &agrave; disputa entre C&acirc;mara dos Deputados e Senado Federal em torno das regras de tramita&ccedil;&atilde;o deste tipo de proposi&ccedil;&atilde;o e entraves pol&iacute;ticos que o governo gora espera ter superado.<\/p>\n<p>Segundo dados da equipe econ&ocirc;mica, a ind&uacute;stria brasileira de fundos conta com um patrim&ocirc;nio total de quase R$ 8 trilh&otilde;es sob gest&atilde;o. Deste montante, algo em torno de R$ 756,8 bilh&otilde;es est&aacute; aplicado em fundos fechados por 2,5 mil brasileiros.<\/p>\n<p>A CVM aponta que os fundos multimercado e de renda fixa constitu&iacute;dos na forma de condom&iacute;nios fechados, com at&eacute; 20 cotistas t&ecirc;m um patrim&ocirc;nio total de R$ 530,7 bilh&otilde;es, distribu&iacute;do entre 16.194 cotistas pessoas f&iacute;sicas, o que equivale a um patrim&ocirc;nio m&eacute;dio, apenas nesses fundos, de quase R$ 32,8 milh&otilde;es por cotista.<\/p>\n<p>A medida provis&oacute;ria, no desenho que foi enviado para a aprecia&ccedil;&atilde;o dos parlamentares, tem impacto financeiro estimado em R$ 3,21 bilh&otilde;es para 2023 &#8210; exatamente o montante de ren&uacute;ncia fiscal esperado com a atualiza&ccedil;&atilde;o da faixa de isen&ccedil;&atilde;o do Imposto de Renda Pessoa F&iacute;sica, inclu&iacute;do em medida provis&oacute;ria que originalmente tratava apenas do novo patamar do sal&aacute;rio m&iacute;nimo (MPV 1172\/2023). Para o ano que vem, a expectativa &eacute; de arrecada&ccedil;&atilde;o adicional de R$ 13,28 bilh&otilde;es. O n&uacute;mero cai para R$ 3,51 bilh&otilde;es e R$ 3,86 bilh&otilde;es nos dois anos seguintes.<\/p>\n<p>(com Ag&ecirc;ncia C&acirc;mara)<\/p>\n<\/p>\n<div class=\"cta-end\">\n<div class=\"im-cta\" >\n<div class=\"im-shortcode-forms bg-light bg-opacity-25 border rounded-4 p-3 p-sm-4 p-md-3 p-lg-4 px-xxl-5 my-5\" data-configuration='{\"form_name\":false,\"form_hat\":\"Newsletter\",\"form_email\":true,\"form_icon\":\"newsletter\",\"form_phone\":false,\"form_campaign\":\"NIM\",\"form_thankyou\":\"\",\"form_journey\":\"APIEvent-26a5198d-8e09-06ef-5f80-cd9127757ad1\",\"form_button\":\"Quero receber\",\"form_context\":\"newsletter\",\"form_origin\":\"https:\\\/\\\/www.infomoney.com.br\\\/politica\\\/feed\\\/?utm_medium=materia&#038;utm_source=infomoney&#038;utm_campaign=NIM&#038;utm_term=politica&#038;utm_content=newsletter\",\"form_position\":\"final\",\"form_category\":\"cta_form\"}'>\n<div class=\"d-flex flex-column align-items-center align-items-lg-start mb-4 flex-lg-row\">\n<div 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