{"id":32908,"date":"2023-09-04T16:56:36","date_gmt":"2023-09-04T19:56:36","guid":{"rendered":"https:\/\/wpa.wscom.com.br\/?p=921280"},"modified":"2023-09-04T16:56:36","modified_gmt":"2023-09-04T19:56:36","slug":"revista-nordeste-aborda-a-seca-e-a-resistencia-estudiosos-explicam-como-geracoes-sobrevivem-no-semiarido-da-regiao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/index.php\/2023\/09\/04\/revista-nordeste-aborda-a-seca-e-a-resistencia-estudiosos-explicam-como-geracoes-sobrevivem-no-semiarido-da-regiao\/","title":{"rendered":"Revista NORDESTE aborda \u2018A Seca e a Resist\u00eancia\u2019: estudiosos explicam como gera\u00e7\u00f5es sobrevivem no Semi\u00e1rido da regi\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p>A edi\u00e7\u00e3o 199 da Revista Nordeste revela estudiosos unem Universidades, governos e institui\u00e7\u00f5es em Foro, e documentam como o DNOCS garantiu fixa\u00e7\u00e3o de gera\u00e7\u00f5es no Semi\u00e1rido do Nordeste diante da amea\u00e7a do \u00caxodo rural. Projeto prev\u00ea ainda exposi\u00e7\u00e3o de trabalhos na Espanha e no Peru.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><a href=\"https:\/\/abre.ai\/nordeste199\" rel=\"noopener nofollow\" target=\"_blank\">Leia aqui ou abaixo.<\/a><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cNordestino, antes de tudo, um forte\u201d, j\u00e1 dizia Euclides da Cunha, precisamente por sua capacidade para enfrentar as intemp\u00e9ries da estiagem, sobreviver e ser capaz de criar uma cultura \u00fanica, que se diferencia pela sua originalidade. Esta \u00e9 a s\u00edntese de forte Movimento atual envolvendo estudiosos, Universidades, Governos e institui\u00e7\u00f5es projetando campanha atraindo banco de dados hist\u00f3ricos provando como o DNOCS permitiu a sobreviv\u00eancia de diversas gera\u00e7\u00f5es no Nordeste brasileiro, sem suas obras tudo seria deserto.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-medium wp-image-128316 alignleft\" src=\"http:\/\/revistanordeste.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/WhatsApp-Image-2023-08-18-at-20.28.08-300x225.jpeg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"225\" title=\"\"><\/p>\n<p>A s\u00edntese do projeto prev\u00ea n\u00e3o s\u00f3 estudos como cataloga\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica de documentos existentes em torno do DNOCS, como a exposi\u00e7\u00e3o do imenso acervo visando at\u00e9 exposi\u00e7\u00f5es na Espanha e Peru.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A hist\u00f3ria que se imp\u00f5e<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Uma cultura que inicia na culin\u00e1ria de conviv\u00eancia com a aridez da terra e uma hist\u00f3rica e ciclica aus\u00eancia de chuvas e vai do artesanato, \u00e0 m\u00fasica, teatro, cinema, literatura e artes pl\u00e1sticas, manifesta\u00e7\u00f5es religiosas. \u00c9 este resumo a ser catalogado sabendo-se que em tudo, a tenacidade dos nordestinos est\u00e1 impregnada com sua identidade cultural.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Segundo o professor universit\u00e1rio e escritor Helder Moura, idealizador e um dos respons\u00e1veis pelo trabalho, \u201cuma cultura tamb\u00e9m que s\u00f3 se estabeleceu, porque algumas t\u00e9cnicas de enfrentamento, a\u00e7\u00f5es e manuseio do que a natureza oferece permitiu a sua perman\u00eancia nessa terra de desafios. Sem essas incans\u00e1vel luta contra os elementos, n\u00e3o haveria uma cultura, talvez apenas um imenso e vazio deserto\u201d.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>E acrescenta:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cPor isso, \u00e9 importante observar como o fen\u00f4meno da seca, que, ao tempo que tornou t\u00e3o in\u00f3spita a vida das pessoas da regi\u00e3o, tamb\u00e9m fomentou a forma\u00e7\u00e3o de uma gnose \u00fanica, tonou o Nordeste brasileiro uma regi\u00e3o de grande potencial tur\u00edstico e cultural, um verdadeiro patrim\u00f4nio do Brasil e do mundo\u201d, frisou.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>E acrescenta: \u201co Nordeste, sob esse prisma, apresenta uma peculiaridade singular em termos de forma\u00e7\u00e3o de sua gente, com forte influ\u00eancia ib\u00e9rica e at\u00e9 moura. Compreender como essa gente tem resistido por s\u00e9culos \u00e0 inclem\u00eancia da seca ser\u00e1 tamb\u00e9m ter a percep\u00e7\u00e3o de sua g\u00eanese.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A partir dessa perspectiva, tornou-se premente o estabelecimento de uma experi\u00eancia pedag\u00f3gica e cient\u00edfica dessa, que podemos chamar de cultura da seca, como fen\u00f4meno particular do Nordeste brasileiro, envolvendo distintos atores, al\u00e9m de se buscar consignar\u202f a liga\u00e7\u00e3o entre as representa\u00e7\u00f5es sociais, as a\u00e7\u00f5es e as rela\u00e7\u00f5es existentes entre os v\u00e1rios agentes, a partir, inclusive de suas hist\u00f3ricas liga\u00e7\u00f5es tem\u00e1ticas\u201d.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>IN\u00cdCIO E IDEALIZA\u00c7\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Segundo ele, \u201c assim surgiu a id\u00e9ia desse projeto de um evento capaz de reproduzir, no espa\u00e7o de uma semana, o espectro de suas voca\u00e7\u00f5es e potencialidades culturais e econ\u00f4micas que tornaram poss\u00edvel o desenvolvimento sustent\u00e1vel da regi\u00e3o, s\u00f3 a \u00e9gide da cultura da seca.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Ele ainda observa: \u201cTamb\u00e9m uma busca pelos arranjos socioecon\u00f4micos e culturais, atrav\u00e9s dos pontos estrat\u00e9gicos, como obras que minimizem os efeitos da seca mantendo o homem na terra, bem como a percep\u00e7\u00e3o de como se desenvolveu essa cultura em fun\u00e7\u00e3o da seca, suas manifesta\u00e7\u00f5es religiosas e culturais, tamb\u00e9m de expressivo valor hist\u00f3rico, art\u00edstico, paisag\u00edstico, arqueol\u00f3gico, paleontol\u00f3gico e cient\u00edfico.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>NO EXTERIOR<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Ele explicou que \u201cquando, preliminarmente, a ideia foi apresentada em Barcelona, durante evento, no Instituto Guimar\u00e3es Rosa, o projeto ganhou um foro de contemporaneidade e, sobretudo, universalidade. Por fim, o projeto apresenta-se com potencial para fomentar tamb\u00e9m uma cultura de pesquisas sobre o fen\u00f4meno da seca e as formas de enfrentamento, algo talvez \u00fanico no mundo, dada as peculiaridades regionais e geogr\u00e1ficas e, especialmente, sociais.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O QUE \u00c9 &#8211; O projeto foi concebido, como um foro capaz de estabelecer parcerias com v\u00e1rias institui\u00e7\u00f5es, como o Instituto Guimar\u00e3es Rosa, tamb\u00e9m o Instituto IberoAmerica (OEI), universidades, e outras entidades.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Neste sentido, a realiza\u00e7\u00e3o do evento deve contemplar a difus\u00e3o da cultura da seca atrav\u00e9s de oficinas com diversos atores, cursos visando tamb\u00e9m apresentar a cultura nordestina e t\u00e9cnicas de enfrentamento da seca, estimular o interc\u00e2mbio objetivando a troca de experi\u00eancias com outras culturas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m prev\u00ea o fomento \u00e0s condi\u00e7\u00f5es para a realiza\u00e7\u00e3o de cursos regulares e at\u00e9 defesas de mestrado e doutorado sobre o tema, de forma a popularizar o conhecimento na \u00e1rea, no \u00e2mbito de uma cultura de valoriza\u00e7\u00e3o da experi\u00eancia oferecida pelo Nordeste brasileiro, a diversidade cultural como a base na multiplicidade de identidades, de idiomas e tradi\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>SEMANA<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-medium wp-image-128318 alignleft\" src=\"http:\/\/revistanordeste.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/WhatsApp-Image-2023-08-18-at-20.40.54-300x225.jpeg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"225\" title=\"\">Para a realiza\u00e7\u00e3o do evento no exterior j\u00e1 foram realizados os primeiros contatos em Barcelona (Espanha), atrav\u00e9s do Instituto Guimar\u00e3es Rosa, e tamb\u00e9m em Lima (Per\u00fa), com o debate do projeto, visando seu aprimoramento e aperfei\u00e7oamento.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Como primeiro passo, a realiza\u00e7\u00e3o de uma 1\u00aa Semana Cultura da Seca, no \u00e2mbito da semana cultura da Proex (Pro-Reitoria de Extens\u00e3o) da UFPB, entre os dias 16 a 20 de outubro. Nesse sentido, j\u00e1 foram iniciadas tratatidas como o Instituto Moreira Salles, objetivando a proje\u00e7\u00e3o de document\u00e1rios sobre a seca produzidos pelo IMS.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>ACORDO E CESS\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O professor H\u00e9lder Moura, do Instituto Federal da Para\u00edba, foi cedido em colabora\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica para a Universidade Federal, com o prop\u00f3sito de implantar um projeto de internacionaliza\u00e7\u00e3o da literatura paraibana, al\u00e9m de outras iniciativas culturais.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Foi, ent\u00e3o, estabelecido, inicialmente, uma parceria com o Dnocs, para a implanta\u00e7\u00e3o dos projetos do Bioss (Biblioteca de Obras Sobre a Seca), o Muse (Museu da Seca) e Caminhos da Seca, uma rota pela Para\u00edba, que apresenta a possibilidade de uma imers\u00e3o nessa perpectiva da cultura da seca.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A parceria tamb\u00e9m ir\u00e1 compreender, e tratativas j\u00e1 foram iniciadas, com a Universidade Estadual da Para\u00edba, Governo do Estado, a prefeitura de Jo\u00e3o Pessoa, A Academia Paraibana de Letras, a Confraria Sol das Letras, e deve se estender ainda \u00e0 Universidade Federal de Campina Grande e ao INSA (Instituto do Semi-\u00c1rido), afora Sebrae e Famup com total apoio da Revista NORDESTE.<\/p>\n<p>O post <a rel=\"nofollow noopener\" href=\"https:\/\/wscom.com.br\/revista-nordeste-aborda-a-seca-e-a-resistencia-estudiosos-explicam-como-geracoes-sobrevivem-no-semiarido-da-regiao\/\" target=\"_blank\">Revista NORDESTE aborda &#8216;A Seca e a Resist\u00eancia&#8217;: estudiosos explicam como gera\u00e7\u00f5es sobrevivem no Semi\u00e1rido da regi\u00e3o<\/a> apareceu primeiro em <a rel=\"nofollow noopener\" href=\"https:\/\/wscom.com.br\/\" target=\"_blank\">WSCOM<\/a>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A edi\u00e7\u00e3o 199 da Revista Nordeste revela estudiosos unem Universidades, governos e institui\u00e7\u00f5es em Foro, e documentam como o DNOCS garantiu fixa\u00e7\u00e3o de gera\u00e7\u00f5es no Semi\u00e1rido do Nordeste diante da amea\u00e7a do \u00caxodo rural. Projeto prev\u00ea ainda exposi\u00e7\u00e3o de trabalhos na Espanha e no Peru. \u00a0 Leia aqui ou abaixo. \u00a0 \u201cNordestino, antes de tudo, [\u2026]<\/p>\n<p>O post <a rel=\"nofollow\" href=\"https:\/\/wscom.com.br\/revista-nordeste-aborda-a-seca-e-a-resistencia-estudiosos-explicam-como-geracoes-sobrevivem-no-semiarido-da-regiao\/\">Revista NORDESTE aborda \u2018A Seca e a Resist\u00eancia\u2019: estudiosos explicam como gera\u00e7\u00f5es sobrevivem no Semi\u00e1rido da regi\u00e3o<\/a> apareceu primeiro em <a rel=\"nofollow\" href=\"https:\/\/wscom.com.br\/\">WSCOM<\/a>.<\/p>\n","protected":false},"author":50,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"advgb_blocks_editor_width":"","advgb_blocks_columns_visual_guide":"","footnotes":""},"categories":[34,197,8669,1437,4630],"tags":[35],"class_list":["post-32908","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-g1","category-nordeste","category-resistencia","category-revista","category-seca","tag-g1"],"author_meta":{"display_name":"Wallyson","author_link":"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/author\/wallyson\/"},"featured_img":null,"coauthors":[],"tax_additional":{"categories":{"linked":["<a href=\"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/g1\/\" class=\"advgb-post-tax-term\">G1<\/a>","<a href=\"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/nordeste\/\" class=\"advgb-post-tax-term\">Nordeste<\/a>","<a href=\"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/resistencia\/\" class=\"advgb-post-tax-term\">Resist\u00eancia<\/a>","<a href=\"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/revista\/\" class=\"advgb-post-tax-term\">Revista<\/a>","<a href=\"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/seca\/\" class=\"advgb-post-tax-term\">Seca<\/a>"],"unlinked":["<span class=\"advgb-post-tax-term\">G1<\/span>","<span class=\"advgb-post-tax-term\">Nordeste<\/span>","<span class=\"advgb-post-tax-term\">Resist\u00eancia<\/span>","<span class=\"advgb-post-tax-term\">Revista<\/span>","<span class=\"advgb-post-tax-term\">Seca<\/span>"]},"tags":{"linked":["<a href=\"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/seca\/\" class=\"advgb-post-tax-term\">g1<\/a>"],"unlinked":["<span class=\"advgb-post-tax-term\">g1<\/span>"]}},"comment_count":"0","relative_dates":{"created":"Publicado 3 anos atr\u00e1s","modified":"Atualizado 3 anos atr\u00e1s"},"absolute_dates":{"created":"Publicado em 4 de setembro de 2023","modified":"Atualizado em 4 de setembro de 2023"},"absolute_dates_time":{"created":"Publicado em 4 de setembro de 2023 16:56","modified":"Atualizado em 4 de setembro de 2023 16:56"},"featured_img_caption":"","series_order":"","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32908","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/50"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=32908"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32908\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":32909,"href":"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32908\/revisions\/32909"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=32908"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=32908"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=32908"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}