{"id":32054,"date":"2023-08-30T10:22:32","date_gmt":"2023-08-30T13:22:32","guid":{"rendered":"https:\/\/www.infomoney.com.br\/?p=2229440"},"modified":"2023-08-30T10:22:32","modified_gmt":"2023-08-30T13:22:32","slug":"stf-retoma-julgamento-sobre-marco-temporal-de-terras-indigenas-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/index.php\/2023\/08\/30\/stf-retoma-julgamento-sobre-marco-temporal-de-terras-indigenas-2\/","title":{"rendered":"STF retoma julgamento sobre marco temporal de terras ind\u00edgenas"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" width=\"300\" height=\"179\" src=\"https:\/\/www.infomoney.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/stf-justica.jpg?fit=300%2C179&amp;quality=70&amp;strip=all\" class=\"attachment-medium size-medium wp-post-image\" alt=\"\" decoding=\"async\" style=\"float:right; margin:0 0 10px 10px;\" srcset=\"https:\/\/www.infomoney.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/stf-justica.jpg?w=1170&amp;quality=70&amp;strip=all 1170w, https:\/\/www.infomoney.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/stf-justica.jpg?w=300&amp;quality=70&amp;strip=all 300w, https:\/\/www.infomoney.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/stf-justica.jpg?w=768&amp;quality=70&amp;strip=all 768w, https:\/\/www.infomoney.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/stf-justica.jpg?w=150&amp;quality=70&amp;strip=all 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" data-attachment-id=\"2173041\" data-permalink=\"https:\/\/www.infomoney.com.br\/consumo\/trabalhadores-da-gm-aprovam-layoff-em-sao-jose-dos-campos-vw-paralisa-producao-em-fabricas\/attachment\/fachada-do-edificio-sede-do-supremo-tribunal-federal-stf\/\" data-orig-file=\"https:\/\/www.infomoney.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/stf-justica.jpg?fit=1170%2C700&amp;quality=70&amp;strip=all\" data-orig-size=\"1170,700\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;4&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;Marcello Casal JrAg\\u00eancia Brasil&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;NIKON D4&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;Fachada do edif\\u00edcio sede do Supremo Tribunal Federal - STF&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;1597835070&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;Agencia Brasil-EBC&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;600&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;250&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0.00015625&quot;,&quot;title&quot;:&quot;Fachada do edif\\u00edcio sede do Supremo Tribunal Federal - STF&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}\" data-image-title=\"Est\u00e1tua da Justi\u00e7a em frente ao STF\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"&lt;p&gt;Est\u00e1tua &#8220;A Justi\u00e7a&#8221;, escultura de Alfredo Ceschiatti em frente ao edif\u00edcio-sede do Supremo Tribunal Federal (STF) em Bras\u00edlia (Foto: Marcello Casal Jr.\/Ag\u00eancia Brasil)&lt;\/p&gt;\n\" data-medium-file=\"https:\/\/www.infomoney.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/stf-justica.jpg?fit=300%2C179&amp;quality=70&amp;strip=all\" data-large-file=\"https:\/\/www.infomoney.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/stf-justica.jpg?fit=1170%2C700&amp;quality=70&amp;strip=all\" title=\"\"><\/p>\n<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) retoma hoje (30) o julgamento do processo que trata da constitucionalidade do marco temporal para demarca&ccedil;&atilde;o de terras ind&iacute;genas.<\/p>\n<p>Em junho deste ano, o julgamento foi suspenso ap&oacute;s pedido de vista feito pelo ministro Andr&eacute; Mendon&ccedil;a, que tinha at&eacute; 90 dias para devolver o processo para julgamento, de acordo com as regras internas do Supremo.<\/p>\n<p>O placar do julgamento est&aacute; em 2 votos a 1 contra o marco temporal. Edson Fachin e Alexandre de Moraes se manifestaram contra o entendimento, e Nunes Marques se manifestou a favor.<\/p>\n<p>Faltam os votos dos ministros Andr&eacute; Mendon&ccedil;a, Cristiano Zanin, Lu&iacute;s Roberto Barroso, Dias Toffoli, Luiz Fux, C&aacute;rmen L&uacute;cia, Gilmar Mendes e a presidente do tribunal, Rosa Weber.<\/p>\n<p>No julgamento, os ministros discutem o chamado marco temporal. Pela tese, defendida por propriet&aacute;rios de terras, os ind&iacute;genas somente teriam direito &agrave;s terras que estavam em sua posse no dia 5 de outubro de 1988, data da promulga&ccedil;&atilde;o da Constitui&ccedil;&atilde;o Federal, ou que estavam em disputa judicial na &eacute;poca. Os ind&iacute;genas s&atilde;o contra o entendimento.<\/p>\n<p>O processo que motivou a discuss&atilde;o trata da disputa pela posse da Terra Ind&iacute;gena (TI) Ibirama, em Santa Catarina. A &aacute;rea &eacute; habitada pelos povos Xokleng, Kaingang e Guarani, e a posse de parte da terra &eacute; questionada pela procuradoria do estado.<\/p>\n<h2><strong>Cr&iacute;ticas<\/strong><\/h2>\n<p>O ministro Alexandre de Moraes proferiu o &uacute;ltimo voto sobre o marco temporal antes da interrup&ccedil;&atilde;o do julgamento, em 7 de junho. Ele votou contra a tese do marco temporal. Para Moraes, o reconhecimento da posse de terras ind&iacute;genas independe da exist&ecirc;ncia de um marco temporal baseado na promulga&ccedil;&atilde;o da Constitui&ccedil;&atilde;o de 1988.<\/p>\n<p>Contudo, o ministro votou para garantir aos propriet&aacute;rios que t&ecirc;m t&iacute;tulos de propriedades localizadas em terras ind&iacute;genas o direito de indeniza&ccedil;&atilde;o integral para desapropria&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>Moraes tamb&eacute;m definiu qu, se o governo federal n&atilde;o conseguir reaver a terra ind&iacute;gena, ser&aacute; poss&iacute;vel fazer a compensa&ccedil;&atilde;o com outras terras equivalentes, &ldquo;com expressa concord&acirc;ncia&rdquo; da comunidade ind&iacute;gena.<\/p>\n<p>O voto do ministro &eacute; criticado por organiza&ccedil;&otilde;es que atuam em defesa de ind&iacute;genas. Para a Articula&ccedil;&atilde;o dos Povos Ind&iacute;genas do Brasil (Apib), a tese &eacute; &ldquo;desastrosa&rdquo; e pode inviabilizar as demarca&ccedil;&otilde;es.<\/p>\n<p>&ldquo;Conclui-se que a proposta do ministro Alexandre de Moraes prejudica a prote&ccedil;&atilde;o do direito constitucional ind&iacute;gena. Al&eacute;m do mais, coloca sobre os povos ind&iacute;genas o peso de suportar os erros hist&oacute;ricos cometidos pelo pr&oacute;prio Estado brasileiro, na medida em que a garantia dos direitos fundamentais sob suas terras de ocupa&ccedil;&atilde;o tradicional passar&aacute; a depender da exist&ecirc;ncia de recursos financeiros por parte do Estado brasileiro&rdquo;, declarou a entidade.<\/p>\n<p>O Conselho Indigenista Mission&aacute;rio (Cimi) tamb&eacute;m discordou do entendimento de Moraes. Para o Cimi, a possibilidade de indeniza&ccedil;&atilde;o ou compensa&ccedil;&atilde;o de territ&oacute;rio vai aumentar os conflitos no campo.<\/p>\n<p>&ldquo;Como poderia a Uni&atilde;o pagar, na forma de indeniza&ccedil;&atilde;o, por uma terra que j&aacute; &eacute; de sua propriedade? Respondemos: isso seria inimagin&aacute;vel, porque essa figura &eacute; inexistente e n&atilde;o h&aacute; nenhuma margem para que o nosso universo jur&iacute;dico constitucional a admita&rdquo;, afirmou o conselho.<\/p>\n<h2><strong>Mobiliza&ccedil;&atilde;o<\/strong><\/h2>\n<p>A Apib convocou uma mobiliza&ccedil;&atilde;o nacional para defender a derrubada da tese. Hoje e amanh&atilde;, a entidade pretende acompanhar o julgamento em Bras&iacute;lia.<\/p>\n<p>Na semana passada, coordenador jur&iacute;dico da entidade, Maur&iacute;cio Terena, esteve em Genebra, na Su&iacute;&ccedil;a, e se reuniu com representantes da Organiza&ccedil;&atilde;o das Na&ccedil;&otilde;es Unidas (ONU) para impedir retrocessos.<\/p>\n<p>&ldquo;Solicitamos uma manifesta&ccedil;&atilde;o das Na&ccedil;&otilde;es Unidas, para que qualquer tentativa de concilia&ccedil;&atilde;o que restrinja o direito dos povos ind&iacute;genas &agrave; terra seja considerada uma viola&ccedil;&atilde;o aos tratados internacionais de direitos humanos dos quais o Brasil &eacute; signat&aacute;rio&rdquo;, afirmou.<\/p>\n<\/p>\n<div class=\"cta-end\">\n<div class=\"im-cta\" >\n<div class=\"im-shortcode-forms bg-light bg-opacity-25 border rounded-4 p-3 p-sm-4 p-md-3 p-lg-4 px-xxl-5 my-5\" 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