{"id":30485,"date":"2023-08-21T06:45:24","date_gmt":"2023-08-21T09:45:24","guid":{"rendered":"https:\/\/www.infomoney.com.br\/?p=2220450"},"modified":"2023-08-21T06:45:24","modified_gmt":"2023-08-21T09:45:24","slug":"agro-industria-e-servicos-como-cada-setor-quer-mudar-a-reforma-tributaria-no-senado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/index.php\/2023\/08\/21\/agro-industria-e-servicos-como-cada-setor-quer-mudar-a-reforma-tributaria-no-senado\/","title":{"rendered":"Agro, ind\u00fastria e servi\u00e7os: como cada setor quer mudar a reforma tribut\u00e1ria no Senado"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" width=\"300\" height=\"200\" src=\"https:\/\/www.infomoney.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/53117889867_7b0342d0b7_c.jpg?fit=300%2C200&amp;quality=70&amp;strip=all\" class=\"attachment-medium size-medium wp-post-image\" alt=\"\" decoding=\"async\" style=\"float:right; margin:0 0 10px 10px;\" srcset=\"https:\/\/www.infomoney.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/53117889867_7b0342d0b7_c.jpg?w=799&amp;quality=70&amp;strip=all 799w, https:\/\/www.infomoney.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/53117889867_7b0342d0b7_c.jpg?w=300&amp;quality=70&amp;strip=all 300w, https:\/\/www.infomoney.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/53117889867_7b0342d0b7_c.jpg?w=768&amp;quality=70&amp;strip=all 768w, https:\/\/www.infomoney.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/53117889867_7b0342d0b7_c.jpg?w=150&amp;quality=70&amp;strip=all 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" data-attachment-id=\"2220491\" data-permalink=\"https:\/\/www.infomoney.com.br\/politica\/agro-industria-e-servicos-como-cada-setor-quer-mudar-a-reforma-tributaria-no-senado\/attachment\/53117889867_7b0342d0b7_c\/\" data-orig-file=\"https:\/\/www.infomoney.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/53117889867_7b0342d0b7_c.jpg?fit=799%2C533&amp;quality=70&amp;strip=all\" data-orig-size=\"799,533\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;Edilson Rodrigues\\\/Ag\\u00eancia Senad&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;Senado Federal do Brasil&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"Comiss\u00e3o de Assuntos Econ\u00f4micos\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"&lt;p&gt;A Comiss\u00e3o de Assuntos Econ\u00f4micos (CAE) do Senado Federal realiza audi\u00eancia p\u00fablica sobre a reforma tribut\u00e1ria (Foto: Edilson Rodrigues\/Ag\u00eancia Senado)&lt;\/p&gt;\n\" data-medium-file=\"https:\/\/www.infomoney.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/53117889867_7b0342d0b7_c.jpg?fit=300%2C200&amp;quality=70&amp;strip=all\" data-large-file=\"https:\/\/www.infomoney.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/53117889867_7b0342d0b7_c.jpg?fit=799%2C533&amp;quality=70&amp;strip=all\" title=\"\"><\/p>\n<p>As discuss&otilde;es sobre a Proposta de Emenda &agrave; Constitui&ccedil;&atilde;o que trata da <strong>reforma tribut&aacute;ria<\/strong> dos impostos sobre o consumo (PEC 45\/2019) come&ccedil;aram a ganhar corpo no Senado Federal, com a realiza&ccedil;&atilde;o da primeira audi&ecirc;ncia p&uacute;blica sobre o assunto na Comiss&atilde;o de Assuntos Econ&ocirc;micos (CAE) e ap&oacute;s o relator da mat&eacute;ria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), apresentar o plano de trabalho na Comiss&atilde;o de Constitui&ccedil;&atilde;o e Justi&ccedil;a (CCJ) da casa legislativa.<\/p>\n<p>Embora haja uma expectativa de que a mat&eacute;ria tenha tramita&ccedil;&atilde;o conclu&iacute;da no Congresso Nacional ainda em 2023, as apostas no mundo pol&iacute;tico e entre atores econ&ocirc;micos &eacute; que ajustes ainda dever&atilde;o ser promovidos pelos senadores &#8210; o que exigir&aacute; nova an&aacute;lise por parte da C&acirc;mara dos Deputados.<\/p>\n<p>Por se tratar de PEC, &eacute; necess&aacute;ria aprecia&ccedil;&atilde;o pelos plen&aacute;rios de cada casa legislativa em dois turnos, com qu&oacute;rum m&iacute;nimo de 3\/5 (ou seja, 308 dos 513 deputados e 49 dos 81 senadores) em cada um. A proposta vai de uma casa para a outra (o chamado pingue-pongue) at&eacute; que seja votada sem diferen&ccedil;as. Ela somente vai &agrave; promulga&ccedil;&atilde;o quando superadas as diverg&ecirc;ncias de m&eacute;rito.<\/p>\n<p>Apesar de o desconforto com o modelo vigente no pa&iacute;s h&aacute; d&eacute;cadas ser unanimidade entre os setores econ&ocirc;micos, ainda h&aacute; uma s&eacute;rie de arestas a serem aparadas durante a os debates no Senado Federal.<\/p>\n<p>De um lado, j&aacute; se espera um aprofundamento da discuss&atilde;o no &acirc;mbito federativo, sobretudo com as quest&otilde;es da governan&ccedil;a do Conselho Federativo e os detalhes das regras de distribui&ccedil;&atilde;o dos recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Regional (FNDR).<\/p>\n<p>De outro, os diferentes atores econ&ocirc;micos ainda tentam implementar altera&ccedil;&otilde;es na vers&atilde;o aprovada h&aacute; pouco mais de um m&ecirc;s pelo plen&aacute;rio da C&acirc;mara dos Deputados. Parte dessas demandas foi exposta por representantes dos principais setores nesta semana durante debate na CAE.<\/p>\n<p>No geral, todos dizem apoiar uma mudan&ccedil;a no sistema tribut&aacute;rio brasileiro, mas uns est&atilde;o mais contentes do que outros com o texto &agrave; mesa. &Eacute; o caso da ind&uacute;stria, que se v&ecirc; muito mais atendida do que representantes dos servi&ccedil;os e com&eacute;rcio, que manifestam preocupa&ccedil;&atilde;o com o risco de aumento de carga para o setor, em raz&atilde;o da percep&ccedil;&atilde;o de baixa disponibilidade de cr&eacute;ditos para abater ao longo da cadeia.<\/p>\n<p>H&aacute;, contudo, sugest&otilde;es que s&atilde;o consenso de todos os setores representados na audi&ecirc;ncia p&uacute;blica. Uma delas diz respeito a ajustes na <a href=\"https:\/\/www.infomoney.com.br\/politica\/reforma-tributaria-imposto-do-pecado-entra-na-mira-de-setores-economicos-em-discussao-no-senado\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">formata&ccedil;&atilde;o do Imposto Seletivo (IS)<\/a>, que dever&aacute; ser aplicado a bens e servi&ccedil;os prejudiciais &agrave; sa&uacute;de ou ao meio ambiente (o que lhe rendeu o apelido de &ldquo;imposto do pecado&rdquo;), em lista a ser definida por lei complementar.<\/p>\n<p>Uma das ideias seria ampliar a decis&atilde;o de n&atilde;o incid&ecirc;ncia, por enquanto aplicada sobre alimentos e insumos agropecu&aacute;rios, tamb&eacute;m para insumos de servi&ccedil;os e da ind&uacute;stria.<\/p>\n<p>Al&eacute;m disso, os setores dizem que &eacute; necess&aacute;rio impedir qualquer risco que o novo tributo gere cumulatividade (isto &eacute;, a possibilidade de o tributo pago passe a figurar na base da cobran&ccedil;a em outra etapa da cadeia produtiva, no chamado &ldquo;efeito bola de neve&rdquo;) &#8210; um dos princ&iacute;pios norteadores da reforma com a implementa&ccedil;&atilde;o do Imposto sobre o Valor Agregado (IVA) dual.<\/p>\n<p>Outro ponto de consenso entre representantes da agropecu&aacute;ria, da ind&uacute;stria, do com&eacute;rcio e dos servi&ccedil;os &eacute; a defesa pela revoga&ccedil;&atilde;o de dispositivo aprovado pelos deputados que abriu caminho para que Estados e o Distrito Federal instituam um novo tributo sobre produtos prim&aacute;rios e semielaborados. A interpreta&ccedil;&atilde;o vigente &eacute; que a nova contribui&ccedil;&atilde;o permitiria que governos estaduais tributassem petr&oacute;leo, min&eacute;rio de ferro, g&aacute;s, energia e produtos agr&iacute;colas destinados &agrave; exporta&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>Mas tamb&eacute;m h&aacute; diverg&ecirc;ncias entre os pleitos apresentados. Enquanto representantes da ind&uacute;stria chamaram aten&ccedil;&atilde;o para o impacto do conjunto de exce&ccedil;&otilde;es ao texto sobre a al&iacute;quota final paga por todos os consumidores, integrantes do agroneg&oacute;cio e do setor de servi&ccedil;os ainda pedem concess&otilde;es.<\/p>\n<p>Veja a seguir as principais demandas de cada entidade setorial:<\/p>\n<h2><strong>Ind&uacute;stria<\/strong><\/h2>\n<p>A Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional da Ind&uacute;stria (CNI), representada por seu gerente executivo de economia, S&eacute;rgio Carraro Telles, elogiou o texto aprovado pela C&acirc;mara dos Deputados, destacando as evolu&ccedil;&otilde;es que a implementa&ccedil;&atilde;o de um IVA dual poder&aacute; trazer para o sistema tribut&aacute;rio brasileiro, especialmente com a simplifica&ccedil;&atilde;o do modelo, a esperada redu&ccedil;&atilde;o do contencioso jur&iacute;dico e administrativo, o fim da cumulatividade e a elimina&ccedil;&atilde;o de distor&ccedil;&otilde;es que, na sua avalia&ccedil;&atilde;o, vem prejudicando o setor h&aacute; d&eacute;cadas.<\/p>\n<p>Mas a institui&ccedil;&atilde;o apresenta ressalvas em rela&ccedil;&atilde;o ao <strong>desenho do Imposto Seletivo<\/strong>, de modo a garantir isen&ccedil;&otilde;es espec&iacute;ficas e respeitar a impossibilidade de o chamado &ldquo;efeito cascata&rdquo; t&atilde;o combatido pelo restante da reforma tribut&aacute;ria, al&eacute;m da brecha para <strong>contribui&ccedil;&otilde;es cobradas por Estados<\/strong>, que v&atilde;o na contram&atilde;o dos princ&iacute;pios buscados na PEC.<\/p>\n<p>&ldquo;O que veio da C&acirc;mara resolve uma das grandes distor&ccedil;&otilde;es do sistema tribut&aacute;rio brasileiro, que prejudica a economia como um todo, que &eacute; a chamada cumulatividade. &Eacute; o fato de o meu fornecedor pagar um tributo e eu n&atilde;o me creditar dele. Isso retira nossa competitividade nas exporta&ccedil;&otilde;es e na competi&ccedil;&atilde;o no mercado interno com os importados&rdquo;, avaliou Telles.<\/p>\n<p>&ldquo;Com o fim da cumulatividade e a restitui&ccedil;&atilde;o r&aacute;pida dos saldos credores, n&oacute;s garantimos a desonera&ccedil;&atilde;o completa das exporta&ccedil;&otilde;es, o equil&iacute;brio na concorr&ecirc;ncia com o importado dentro do nosso mercado e a desonera&ccedil;&atilde;o dos investimentos&rdquo;, pontuou.<\/p>\n<p>A CNI destaca que, de 2006 a 2022, as vendas do com&eacute;rcio brasileiro cresceram quase 80%, ao passo que a produ&ccedil;&atilde;o da ind&uacute;stria nacional de transforma&ccedil;&atilde;o caiu 6%. O d&eacute;ficit da balan&ccedil;a comercial de manufaturados passou de US$ 43 bilh&otilde;es em 2008, para US$ 128 bilh&otilde;es no ano passado.<\/p>\n<p>Segundo a entidade, trata-se de um indicativo dos efeitos econ&ocirc;micos de um sistema tribut&aacute;rio que promove distor&ccedil;&otilde;es e prejudica o desenvolvimento do pa&iacute;s. Pelos c&aacute;lculos da confedera&ccedil;&atilde;o, se o pa&iacute;s conseguisse retornar aos n&iacute;veis de d&eacute;ficit comercial de manufaturados de 15 anos atr&aacute;s, haveria um aumento da produ&ccedil;&atilde;o industrial de R$ 540 bilh&otilde;es e gera&ccedil;&atilde;o de 3,7 milh&otilde;es de empregos.<\/p>\n<p>Apesar dos elogios &agrave; PEC que chega para an&aacute;lise dos senadores, o setor chama aten&ccedil;&atilde;o para os poss&iacute;veis impactos de <strong>exce&ccedil;&otilde;es &agrave; regra<\/strong> para o imposto a ser pago por todos no novo regime. Nos c&aacute;lculos da institui&ccedil;&atilde;o, a al&iacute;quota-padr&atilde;o j&aacute; cresceria de 23% para 27% apenas com as mudan&ccedil;as implementadas ao longo da discuss&atilde;o do texto pelos deputados.<\/p>\n<div class=\"cta-middle\">\n<div class=\"im-cta bg-light bg-opacity-25 border rounded-4 p-3 p-sm-4 p-md-3 p-lg-4 px-xxl-5 my-5\" >\n<div class=\"d-flex flex-column align-items-center align-items-lg-start mb-4 flex-lg-row\">\n<div class=\"rounded-circle mb-2 mb-lg-0 mr-lg-4 me-lg-4 p-3 p-lg-4 bg-indigo-400\"><svg width=\"40\" height=\"40\" viewBox=\"0 0 40 40\" fill=\"none\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\"><path d=\"m18.125 29.917-5.25-5.209 1.333-1.291 3.917 3.833 7.5-7.542 1.333 1.375-8.833 8.834ZM8.25 35.833a2.328 2.328 0 0 1-1.708-.708 2.328 2.328 0 0 1-.709-1.708V9.292c0-.64.236-1.202.709-1.688a2.295 2.295 0 0 1 1.708-.73h3.083V3.959h2.084v2.917h13.25V3.958h2.041v2.917h3.042c.667 0 1.236.243 1.708.73.473.485.709 1.048.709 1.687v24.125c0 .666-.236 1.236-.709 1.708a2.328 2.328 0 0 1-1.708.708H8.25Zm0-1.875h23.5a.518.518 0 0 0 .375-.166.518.518 0 0 0 .167-.375V16.875H7.708v16.542c0 .139.056.264.167.375a.518.518 0 0 0 .375.166ZM7.708 15h24.584V9.292a.454.454 0 0 0-.167-.355.555.555 0 0 0-.375-.145H8.25a.555.555 0 0 0-.375.145.454.454 0 0 0-.167.355V15Z\" fill=\"#fff\"\/><\/svg><\/div>\n<div class=\"flex-fill text-center text-lg-left\">\n<div class=\"h6 small text-orange-700 lh-base mb-1\">Cupom exclusivo InfoMoney<\/div>\n<div class=\"text-body h4 m-0\">Expert XP 2023<\/div>\n<div class=\"text-body small lh-base mt-2\">Garanta 5% de desconto no seu ingresso da Expert XP 2023. 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Sem contar com a quest&atilde;o do lit&iacute;gio. Daqui a pouco vai come&ccedil;ar a discuss&atilde;o se determinado bem est&aacute; na al&iacute;quota reduzida ou na outra&rdquo;, alertou o economista.<\/p>\n<h2><strong>Agricultura<\/strong><\/h2>\n<p>A Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional da Agricultura e Pecu&aacute;ria do Brasil (CNA), representada pelo coordenador de seu n&uacute;cleo econ&ocirc;mico, Renato Conchon, elogiou mudan&ccedil;as implementadas pelos deputados ao texto ao longo da tramita&ccedil;&atilde;o da mat&eacute;ria, permitindo al&iacute;quotas diferenciadas para o setor, regime especial para rela&ccedil;&otilde;es contratuais de integra&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o incid&ecirc;ncia de imposto seletivo sobre insumos agropecu&aacute;rios.<\/p>\n<p>O setor, visto como um dos mais contemplados nas discuss&otilde;es da mat&eacute;ria em raz&atilde;o do peso da bancada no parlamento, agora luta para que n&atilde;o haja perdas em rela&ccedil;&atilde;o ao que foi conquistado, mas tamb&eacute;m pleiteia novas concess&otilde;es no Senado Federal.<\/p>\n<p>Uma delas consiste na amplia&ccedil;&atilde;o da al&iacute;quota diferenciada para um desconto de 80% em rela&ccedil;&atilde;o ao percentual cobrado na padr&atilde;o. Inicialmente, a ideia do relator na C&acirc;mara dos Deputados, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), era de 50%, mas ela logo foi ampliada para 60%.<\/p>\n<p>&ldquo;Olhando a literatura internacional, se estamos falando de uma al&iacute;quota-padr&atilde;o de 25%, com o desconto de 60%, teremos uma al&iacute;quota de 10%. O Brasil ser&aacute; um grande produtor de alimentos e ser&aacute; o pa&iacute;s que mais cobra imposto sobre alimentos &agrave; sua popula&ccedil;&atilde;o&rdquo;, argumentou Conchon.<\/p>\n<p>O setor argumenta que a mudan&ccedil;a seria importante para garantir pre&ccedil;os mais baixos de alimentos para as fam&iacute;lias e um impacto inflacion&aacute;rio menor &#8210; embora a expectativa seja de que parcela importante destes produtos seja enquadrada na cesta b&aacute;sica nacional, que ter&aacute; isen&ccedil;&atilde;o do novo tributo.<\/p>\n<p>A vers&atilde;o atual do texto em tramita&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m permite que o produtor rural, inclusive pessoa jur&iacute;dica, que fature at&eacute; R$ 3,6 milh&otilde;es por ano, opte por n&atilde;o ser contribuinte do novo tributo, ficando isento da cobran&ccedil;a. Mas a bancada ruralista pressiona para que o teto seja elevado para R$ 4,8 milh&otilde;es, sob a alega&ccedil;&atilde;o de que produtores que ficassem na faixa entre R$ 3,6 milh&otilde;es e R$ 4,8 milh&otilde;es enfrentariam um aumento de burocracia no novo regime.<\/p>\n<p>Os deputados tamb&eacute;m aprovaram imunidade tribut&aacute;ria sobre produtos exportados, com restitui&ccedil;&atilde;o dos cr&eacute;ditos acumulados, n&atilde;o incid&ecirc;ncia de Imposto Seletivo sobre bens e servi&ccedil;os contemplados com tratamento diferenciado de al&iacute;quota, al&iacute;quota zero para produtos hort&iacute;colas, frutas e ovos.<\/p>\n<p>Outra demanda do setor agropecu&aacute;rio &eacute; que n&atilde;o haja incid&ecirc;ncia de Imposto sobre Transmiss&atilde;o Causa Mortis e Doa&ccedil;&atilde;o de Quaisquer Bens ou Direitos (ITCMD) no caso de sucess&atilde;o familiar nas pequenas propriedades rurais e entre parentes de primeiro grau. A alega&ccedil;&atilde;o &eacute; que, em muitos desses casos de sucess&atilde;o, as fam&iacute;lias n&atilde;o t&ecirc;m condi&ccedil;&otilde;es de fazer invent&aacute;rio em raz&atilde;o do montante do imposto &#8210; o que tamb&eacute;m poderia gerar preocupa&ccedil;&atilde;o de &ecirc;xodo rural.<\/p>\n<p>Em <a href=\"https:\/\/www.infomoney.com.br\/politica\/agro-pede-reducao-de-aliquota-em-80-e-maior-isencao-para-produtores-rurais-na-reforma-tributaria\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">documento divulgado<\/a> h&aacute; duas semanas, a frente parlamentar agropecu&aacute;ria tamb&eacute;m apresentou no rol de aperfei&ccedil;oamentos recomendados para o texto a n&atilde;o possibilidade de estorno de cr&eacute;ditos de exporta&ccedil;&atilde;o e a garantia de restitui&ccedil;&atilde;o em at&eacute; 60 dias, al&eacute;m de maior seguran&ccedil;a jur&iacute;dica para o instrumento do Imposto Seletivo (com limites de incid&ecirc;ncia e carga), da inclus&atilde;o de cr&eacute;ditos acumulados do PIS\/Cofins e redu&ccedil;&atilde;o do prazo no caso do ICMS e dispositivo que impe&ccedil;a qualquer aumento do tributo estadual durante o per&iacute;odo de transi&ccedil;&atilde;o de regimes.<\/p>\n<p>O texto aprovado pelos deputados tamb&eacute;m permite que o IPVA tenha al&iacute;quotas diferenciadas em fun&ccedil;&atilde;o do tipo, do valor, da utiliza&ccedil;&atilde;o e do impacto ambiental dos ve&iacute;culos considerados. Neste caso, a bancada ruralista pede que os parlamentares se atentem aos impactos sobre a produ&ccedil;&atilde;o de combust&iacute;vel.<\/p>\n<h2><strong>Servi&ccedil;os<\/strong><\/h2>\n<p>A Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional de Com&eacute;rcio de Bens, Servi&ccedil;os e Turismo (CNC), representada pelo economista F&aacute;bio Bentes, criticou a &ldquo;pressa&rdquo; da C&acirc;mara dos Deputados na discuss&atilde;o sobre a reforma tribut&aacute;ria e manifestou preocupa&ccedil;&atilde;o com o risco de aumento de carga tribut&aacute;ria para segmentos da economia relacionados ao com&eacute;rcio e &agrave; presta&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os.<\/p>\n<p>&ldquo;Chegamos a um limite no qual o setor produtivo n&atilde;o consegue mais suportar aumento de carga tribut&aacute;ria&rdquo;, afirmou.<\/p>\n<p>&ldquo;No setor de servi&ccedil;os, h&aacute; uma preocupa&ccedil;&atilde;o muito grande em rela&ccedil;&atilde;o a um eventual aumento da carga tribut&aacute;ria. A ideia &eacute; que a carga tribut&aacute;ria pode, de fato, ficar est&aacute;vel em cerca de 1\/3 do PIB, mas ela pode sobrecarregar um setor em detrimento de outro&rdquo;, pontuou.<\/p>\n<p>O setor destaca o fato de que a al&iacute;quota-padr&atilde;o estimada em 25% faria do Brasil um dos pa&iacute;ses com o Imposto sobre Valor Agregado (IVA) mais elevado do mundo e indica como n&iacute;vel de equil&iacute;brio para o setor terci&aacute;rio a faixa de 10,7%.<\/p>\n<p>Uma das sugest&otilde;es apresentadas pela confedera&ccedil;&atilde;o &eacute; a inclus&atilde;o de dispositivo por ela batizado de &ldquo;emenda do emprego&rdquo;, que possibilitaria a utiliza&ccedil;&atilde;o de despesas com folha de pagamento no sistema de libera&ccedil;&atilde;o de cr&eacute;ditos tribut&aacute;rios. A iniciativa reduziria impactos a atividades intensivas em m&atilde;o de obra. Nos c&aacute;lculos da CNC, ela teria um potencial de redu&ccedil;&atilde;o da apura&ccedil;&atilde;o tribut&aacute;ria de algumas empresas em at&eacute; 37%.<\/p>\n<p>A equipe econ&ocirc;mica do governo do presidente Luiz In&aacute;cio Lula da Silva (PT) tem indicado disposi&ccedil;&atilde;o em rediscutir a incid&ecirc;ncia de impostos sobre a folha de pagamento, mas em outra etapa da reforma tribut&aacute;ria, sem mistur&aacute;-la ao debate dos tributos sobre o consumo &#8210; o que tem provocado ansiedade no setor, que v&ecirc; risco de preju&iacute;zos na vers&atilde;o da PEC em discuss&atilde;o.<\/p>\n<p>Tamb&eacute;m contou com representante na audi&ecirc;ncia p&uacute;blica no Senado Federal a Uni&atilde;o Nacional de Entidades do Com&eacute;rcio e Servi&ccedil;os (UNECS), que re&uacute;ne Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Atacadistas e Distribuidores (Abad), Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Supermercados (Abras), Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Tecnologia para o Com&eacute;rcio e Servi&ccedil;os (Afrac), Associa&ccedil;&atilde;o Nacional Comerciantes Material Constru&ccedil;&atilde;o (Anamaco), Confedera&ccedil;&atilde;o das Associa&ccedil;&otilde;es Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Automa&ccedil;&atilde;o (GS1 Brasil).<\/p>\n<p>Representada por seu presidente, Jo&atilde;o Carlos Galassi, a entidade apresentou uma s&eacute;rie de sugest&otilde;es de modifica&ccedil;&otilde;es na proposta aprovada pelos deputados. Entre elas est&atilde;o a incorpora&ccedil;&atilde;o de todos os produtos de higiene (e n&atilde;o apenas os de uso pessoal) no grupo de produtos contemplados pela al&iacute;quota reduzida em 60% da padr&atilde;o, assim como de bens e servi&ccedil;os relacionados a sistemas de gest&atilde;o do com&eacute;rcio e para conformidade fiscal e cont&aacute;bil.<\/p>\n<p>A entidade pede a possibilidade de gera&ccedil;&atilde;o de cr&eacute;ditos a partir da folha de pagamento; a garantia do aproveitamento dos saldos credores de IPI e PIS\/Cofins; a redu&ccedil;&atilde;o do prazo de aproveitamento dos saldos credores do ICMS; a defini&ccedil;&atilde;o de al&iacute;quota m&aacute;xima a ser cobrada por cada ente federado; a retirada de dispositivo que permite cobran&ccedil;a estadual de contribui&ccedil;&atilde;o sobre produtos prim&aacute;rios e semielaborados e a supress&atilde;o de trechos relativos ao IPTU e ao ITCMD (estes &uacute;ltimos por se tratarem, na avalia&ccedil;&atilde;o da institui&ccedil;&atilde;o, de assuntos desconexos aos pontos da reforma tribut&aacute;ria em discuss&atilde;o).<\/p>\n<p>Quanto ao Imposto Seletivo, a UNECS sugere que seria mais eficiente criar uma nova al&iacute;quota para a CBS e o IBS em percentual superior &agrave; padr&atilde;o, de modo a estabelecer efeito semelhante ao desejado para a cobran&ccedil;a de bens e servi&ccedil;os nocivos &agrave; sa&uacute;de e ao meio ambiente.<\/p>\n<\/p>\n<div class=\"cta-end\">\n<div class=\"im-cta\" >\n<div class=\"im-shortcode-forms bg-light bg-opacity-25 border rounded-4 p-3 p-sm-4 p-md-3 p-lg-4 px-xxl-5 my-5\" data-configuration='{\"form_name\":false,\"form_hat\":\"Newsletter\",\"form_email\":true,\"form_icon\":\"newsletter\",\"form_phone\":false,\"form_campaign\":\"NIM\",\"form_thankyou\":\"\",\"form_journey\":\"APIEvent-26a5198d-8e09-06ef-5f80-cd9127757ad1\",\"form_button\":\"Quero 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