{"id":26391,"date":"2023-07-21T06:57:36","date_gmt":"2023-07-21T09:57:36","guid":{"rendered":"https:\/\/g1.globo.com\/pb\/paraiba\/noticia\/2023\/07\/21\/paraiba-tem-aumento-de-226percent-no-numero-de-registros-de-injuria-racial-aponta-anuario-de-seguranca.ghtml"},"modified":"2023-07-21T06:57:36","modified_gmt":"2023-07-21T09:57:36","slug":"paraiba-tem-aumento-de-226-no-numero-de-registros-de-injuria-racial-aponta-anuario-de-seguranca","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/index.php\/2023\/07\/21\/paraiba-tem-aumento-de-226-no-numero-de-registros-de-injuria-racial-aponta-anuario-de-seguranca\/","title":{"rendered":"Para\u00edba tem aumento de 226% no n\u00famero de registros de inj\u00faria racial, aponta Anu\u00e1rio de Seguran\u00e7a"},"content":{"rendered":"   <img src=\"https:\/\/s2.glbimg.com\/MRpLodqc1HycV9Nn4B2wmi4UrIw=\/i.s3.glbimg.com\/v1\/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a\/internal_photos\/bs\/2023\/w\/2\/P7RB0wS7avdRTlrE6kMQ\/es1-0707-reg-sem-frequentar-escola-apos-ofensas.mp4-snapshot-07.08.061.jpg\" \/><br \/>     Estado registrou o maior aumento percentual entre todos os estados brasileiros. M\u00e3os da jovem que disse ter sofrido inj\u00faria racial\nReprodu\u00e7\u00e3o\/TV Gazeta\nA Para\u00edba registrou em 2022 um aumento de 226% no n\u00famero de registros de inj\u00faria racial, sendo o maior aumento percentual entre todos os estados brasileiros. Os dados s\u00e3o da 17\u00aa edi\u00e7\u00e3o do Anu\u00e1rio Brasileiro de Seguran\u00e7a P\u00fablica, que foi publicado nesta quinta-feira (20) pelo F\u00f3rum Brasileiro de Seguran\u00e7a P\u00fablica. \nEm 2022, foram 82 crimes de inj\u00faria racial registrados na Para\u00edba, contra 25 casos um ano antes. O estado \u00e9 uma das 18 unidades federativas brasileiras que registraram aumento no n\u00famero de inj\u00faria racial. A Para\u00edba registrou o maior aumento, seguida de Amazonas (59,5%) e Mato Grosso do Sul (50,5%).\nLEIA TAMB\u00c9M:\nMulher \u00e9 condenada por preconceito religioso contra terreiro de candombl\u00e9\nOs casos de racismo na Para\u00edba tamb\u00e9m subiram, registrando 4 casos em 2022, contra dois casos do ano anterior. O estado possui o menor n\u00famero do pa\u00eds, atr\u00e1s apenas de Roraima, que registrou 2 casos.\nA inj\u00faria racial \u00e9 o ato de ofender a honra de algu\u00e9m em raz\u00e3o da ra\u00e7a, cor, etnia, religi\u00e3o ou origem. J\u00e1 o crime de racismo, ao contr\u00e1rio do primeiro, \u00e9 inafian\u00e7\u00e1vel e imprescrit\u00edvel, mas \u00e9 referente a uma conduta discriminat\u00f3ria contra um grupo ou coletividade. Em janeiro de 2023, entrou em vigor a lei que equiparou inj\u00faria racial ao racismo. \nAs informa\u00e7\u00f5es foram coletadas com Secretarias Estaduais de Seguran\u00e7a P\u00fablica e Defesa Social, com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE) e o F\u00f3rum Brasileiro de Seguran\u00e7a P\u00fablica. O Anu\u00e1rio Brasileiro de Seguran\u00e7a P\u00fablica \u00e9 um levantamento realizado desde 2007 pelo F\u00f3rum Brasileiro de Seguran\u00e7a P\u00fablica e \u00e9 produzido a partir de dados e indicadores oficiais.\nCrimes contra pessoas LGBTQIA+\nO relat\u00f3rio tamb\u00e9m contabilizou crimes de racismo por homofobia ou transfobia. Os casos subiram na Para\u00edba, em 2022, quando o estado registrou 3 ocorr\u00eancias. No ano anterior, n\u00e3o foram identificados casos. Em 2019, o Superior Tribunal Federal enquadrou os crimes de homofobia e transfobia como crimes de racismo, ap\u00f3s entender que houve omiss\u00e3o do Congresso Nacional por n\u00e3o editar lei que criminalizasse os atos. \nA Para\u00edba registrou aumento de homic\u00eddios dolosos, aqueles com inten\u00e7\u00e3o de matar, contra a popula\u00e7\u00e3o LGBTQIA+. Em 2022, foram 7 ocorr\u00eancias, representando o aumento de 1 caso em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior, que registrou 6 homic\u00eddios. \nA adolescente transexual Renata Ferraz, de 16 anos, foi uma das v\u00edtimas de homic\u00eddio doloso, em mar\u00e7o de 2022. Ela foi assassinada por asfixia mec\u00e2nica, no munic\u00edpio de Patos, Sert\u00e3o da Para\u00edba. O delegado Paulo \u00canio, respons\u00e1vel pelo caso, acredita que o crime foi cometido ap\u00f3s a esposa de Geovane de Lima Galdino Silva, suspeito do crime, descobrir que ele tinha um caso com a v\u00edtima.\nAdolescente trans Renata Ferraz foi morta por asfixia mec\u00e2nica, em Patos, PB\nReprodu\u00e7\u00e3o\nGeovane seguia foragido desde o crime, mas ap\u00f3s a exibi\u00e7\u00e3o do caso no programa Linha Direta, a pol\u00edcia recebeu den\u00fancias sobre a sua localiza\u00e7\u00e3o e conseguiu efetuar a pris\u00e3o, no dia 4 de junho deste ano. Outro envolvido no crime, Fl\u00e1vio da Silva Ferreira, foi condenado a 19 anos pela morte da adolescente.\nOs casos de les\u00e3o corporal dolosa ca\u00edram, mas apenas um caso. O estado registrou 5 crimes em 2022, contra 6 casos um ano antes. \nV\u00eddeos mais assistidos do g1 Para\u00edba  ","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>        Estado registrou o maior aumento percentual entre todos os estados brasileiros. 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