{"id":14289,"date":"2023-04-29T11:17:22","date_gmt":"2023-04-29T14:17:22","guid":{"rendered":"https:\/\/g1.globo.com\/pb\/paraiba\/noticia\/2023\/04\/29\/historia-de-judith-e-holofernes-e-contada-atraves-da-pintura-de-pedro-americo.ghtml"},"modified":"2023-04-29T11:17:22","modified_gmt":"2023-04-29T14:17:22","slug":"historia-de-judith-e-holofernes-e-contada-atraves-da-pintura-de-pedro-americo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/index.php\/2023\/04\/29\/historia-de-judith-e-holofernes-e-contada-atraves-da-pintura-de-pedro-americo\/","title":{"rendered":"Hist\u00f3ria de Judith e Holofernes \u00e9 contada atrav\u00e9s da pintura de Pedro Am\u00e9rico"},"content":{"rendered":"   <img src=\"https:\/\/s2.glbimg.com\/8WgOwzwfdESxmly5jUVY2GlQW0w=\/i.s3.glbimg.com\/v1\/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a\/internal_photos\/bs\/2023\/B\/p\/0n7A89RVqHIBAahSGCCA\/judith-e-holofernes-pedro-americo.jpg\" \/><br \/>     Pintura foi produzida em 1880 e est\u00e1 em exibi\u00e7\u00e3o no Museu Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro. Pintura de Judith e Holofernes feita pelo paraibano Pedro Am\u00e9rico em 1880\nDivulga\u00e7\u00e3o\nNeste s\u00e1bado (29), o paraibano Pedro Am\u00e9rico, nascido em Areia, no Brejo, faria 180 anos. Pedro Am\u00e9rico teve notoriedade internacional, respeito da elite intelectual de sua \u00e9poca e admira\u00e7\u00e3o do povo. O paraibano colecionou muitas carreiras ao longo de sua vida, dentre elas a de professor, pol\u00edtico, fil\u00f3sofo, ensa\u00edsta, te\u00f3rico de arte, cientista, poeta e romancista brasileiro.\nCompartilhe no WhatsApp\nCompartilhe no Telegram\nMesmo com vasto curr\u00edculo, Am\u00e9rico \u00e9 reconhecido como um dos pintores acad\u00eamicos mais importantes do Brasil, e, sem d\u00favidas, deixou sua marca com obras de significativo impacto em grande escala. O estilo de pintura do paraibano promovia a fus\u00e3o de elementos realistas, rom\u00e2nticos e neocl\u00e1ssicos. \nE uma dessas pinturas importantes da carreira de Pedro Am\u00e9rico \u00e9 a arte de Judith e Holofernes, produzida pelo artista em 1880.\nA hist\u00f3ria de Judith e Holofernes \nJudith era uma moradora da cidade de Bet\u00falia, que tinha o juda\u00edsmo como religi\u00e3o principal. A mulher era jovem, bela e inteligente, e recentemente havia ficado vi\u00fava de um dos l\u00edderes da cidade. O outro protagonista do conto \u00e9 Holofernes, que foi um general ass\u00edrio que lutava sob as ordens do rei Nabucodonosor. O general havia recebido ordens de invadir a cidade de Judith e realizou um cerco \u00e0 cidade. \nO conto come\u00e7a com o cerco a Bet\u00falia e o processo antes do encontro entre Judith e Holofernes. A mulher descobre o acampamento ass\u00edrio nos arredores da cidade e, com o interm\u00e9dio do Deus judaico-crist\u00e3o, ela cria um plano para invadir e derrotar os ass\u00edrios com o m\u00ednimo poss\u00edvel de derramamento de sangue e trag\u00e9dias. Dessa forma, Judith e uma de suas criadas se juntam e v\u00e3o ao acampamento ass\u00edrio, onde ganham a confian\u00e7a dos homens mais influentes, incluindo Holofernes. \nNuma determinada noite, o general convida a vi\u00fava para seus aposentos, onde o casal bebe por horas. Judith se resguarda para que esteja consciente e que o general beba at\u00e9 desmaiar e, quando isto ocorre, ela saca uma espada e arranca a cabe\u00e7a do homem, agradecendo aos c\u00e9us e deixando o corpo dele para tr\u00e1s, enquanto sai do acampamento com sua criada com a cabe\u00e7a de Holofernes embrulhada em panos. \nEla retorna a Bet\u00falia e convoca os l\u00edderes e o povo da cidade \u00e0 pra\u00e7a principal, onde ela revela a cabe\u00e7a decepada do comandante inimigo e recebe uma infinidade de honrarias. \nPintura de Pedro Am\u00e9rico\nPedro Am\u00e9rico, artista pl\u00e1stico paraibano\nReprodu\u00e7\u00e3o\/Al\u00e9m do Ipiranga\nA obra \u201cJudith e Holofernes\u201d do pintor brasileiro Pedro Am\u00e9rico foi feita em 1880 e \u00e9 um \u00f3leo sobre tela que se encontra, atualmente, no Museu Nacional de Belas Artes, do Rio de Janeiro. \nNo centro da obra, se apresenta uma jovem caucasiana com as m\u00e3os estendidas aos c\u00e9us e seu olhar acompanha a dire\u00e7\u00e3o dos seus bra\u00e7os. Ela veste roupas bem decoradas e leves. Ao fundo, v\u00e1rios tecidos estampados armam a estrutura do acampamento e tapetes forram o ch\u00e3o no qual \u00e9 poss\u00edvel observar uma faca ensanguentada e uma cabe\u00e7a decapitada, enquanto \u00e0s sombras dos tecidos pendurados \u00e9 poss\u00edvel observar uma esp\u00e9cie de div\u00e3.\nPedro Am\u00e9rico n\u00e3o poupou detalhes. As m\u00e3os da mo\u00e7a erguidas aos c\u00e9us trazem \u00e0 tona a simbologia de adora\u00e7\u00e3o crist\u00e3 e exp\u00f5em que a jovem s\u00f3 realizou seus feitos por que era submissa ao seu Deus. \nA obra do paraibano tamb\u00e9m se mostra muito discreta. A cabe\u00e7a de Holofernes n\u00e3o est\u00e1 muito exposta e o corpo do general n\u00e3o aparece na cena, diferentemente da obra produzida por Artem\u00edsia Gentileschi. O m\u00e1ximo de sinais de que Judith decapitou Holofernes \u00e9 a faca ensanguentada.\nV\u00eddeos mais assistidos do g1 Para\u00edba  ","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>        Pintura foi produzida em 1880 e est\u00e1 em exibi\u00e7\u00e3o no Museu Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro. 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