{"id":13346,"date":"2023-04-23T21:06:56","date_gmt":"2023-04-24T00:06:56","guid":{"rendered":"https:\/\/g1.globo.com\/pb\/paraiba\/noticia\/2023\/04\/23\/apos-28-anos-mulheres-descobrem-que-foram-trocadas-em-maternidade-na-pb.ghtml"},"modified":"2023-04-23T21:06:56","modified_gmt":"2023-04-24T00:06:56","slug":"apos-28-anos-mulheres-descobrem-que-foram-trocadas-em-maternidade-na-pb","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sindaopcpb.org.br\/index.php\/2023\/04\/23\/apos-28-anos-mulheres-descobrem-que-foram-trocadas-em-maternidade-na-pb\/","title":{"rendered":"Ap\u00f3s 28 anos, mulheres descobrem que foram trocadas em maternidade, na PB"},"content":{"rendered":"   <img src=\"https:\/\/s2.glbimg.com\/vmHbUJoz8gCHZjFUXoYEdBxCCHM=\/i.s3.glbimg.com\/v1\/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a\/internal_photos\/bs\/2023\/8\/D\/Gy1lIET1KEZYTA5wZ2uA\/mulheres-trocadas.jpg\" \/><br \/>     Pelo menos tr\u00eas beb\u00eas foram trocados em 5 de agosto de 1994, na cidade de Cajazeiras, no Sert\u00e3o da Para\u00edba. Descoberta come\u00e7ou via plataforma que busca parentes e antepassados a partir de documentos e exames gen\u00e9ticos. Ap\u00f3s 28 anos, mulheres descobrem que foram trocadas em maternidade \nArquivo pessoal \nTr\u00eas mulheres descobriram, aos 28 anos, que foram trocadas em uma maternidade localizada em Cajazeiras, no Sert\u00e3o da Para\u00edba. A hist\u00f3ria veio \u00e0 tona ap\u00f3s uma delas, que mora nos Estados Unidos, ter feito um teste gen\u00e9tico para tentar encontrar antepassados e montar \u00e1rvore geneal\u00f3gica. \nNo dia 24 de janeiro de 2023, quando estava passando f\u00e9rias na casa da fam\u00edlia em Cajazeiras, Raylane Amaral, paraibana que mora nos Estados Unidos, recebeu o resultado do teste gen\u00e9tico da empresa \u2018Ancestry\u2019 que havia feito no m\u00eas de dezembro de 2022. A realiza\u00e7\u00e3o do exame gen\u00e9tico teve como objetivo encontrar antepassados, pois ela estava fazendo a \u00e1rvore geneal\u00f3gica da fam\u00edlia. \nEntenda quem s\u00e3o as v\u00edtimas da troca de beb\u00eas em maternidade da Para\u00edba\nArte\/g1\nEm seguida, Raylane fez o upload do resultado no site \u2018My Heritage\u2019, que busca familiares a partir de documentos e informa\u00e7\u00f5es gen\u00e9ticas disponibilizadas pelos usu\u00e1rios, al\u00e9m de permitir a cria\u00e7\u00e3o de \u00e1rvores geneal\u00f3gicas. A plataforma tem um recurso que notifica o usu\u00e1rio quando algum parente \u00e9 encontrado. Dessa forma, a paraibana recebeu uma notifica\u00e7\u00e3o de que um poss\u00edvel irm\u00e3o biol\u00f3gico havia sido encontrado. \nPlataforma My Heritage notificou Raylane Amaral sobre um poss\u00edvel irm\u00e3o biol\u00f3gico\nArquivo pessoal\/Raylane Amaral\n\"O primeiro sentimento foi de surpresa... de pensar \u201ccomo assim, um irm\u00e3o?\u201d. Imediatamente depois de ser surpreendida, me animei com a possibilidade de ser um meio irm\u00e3o por parte de pai. O choque s\u00f3 foi maior mesmo depois de me dar conta de que seria um irm\u00e3o 'full' [por completo],  por parte de pai e m\u00e3e.\nSe um dos dois n\u00e3o tivesse feito o teste e nem utilizado a plataforma virtual, dificilmente a troca teria sido descoberta, pois n\u00e3o havia desconfian\u00e7a de nenhuma das partes. \nNa primeira foto: Raylane no colo da m\u00e3e Marlucy; na segunda foto: Raylane com Marlucy e a irm\u00e3 mais nova, Mayza Gomes\nArquivo pessoal\/Raylane Amaral \nNascida em 5 de agosto de 1994, em Cajazeiras, no Sert\u00e3o da Para\u00edba, Raylane Amaral nunca questionou as diferen\u00e7as f\u00edsicas entre ela e seus familiares. H\u00e1 cinco anos, a paraibana foi morar nos Estados Unidos e visita a fam\u00edlia pelo menos uma vez ao ano. Depois do dia 24 de janeiro, as f\u00e9rias de 2023 se transformaram em uma miss\u00e3o para tentar encontrar respostas.\n \"A sensa\u00e7\u00e3o de estar de f\u00e9rias desapareceu assim que vi o resultado do primeiro exame, o que mostrou o parentesco com Lennon. Foi um choque muito grande e tamb\u00e9m muito doloroso trazer essa not\u00edcia para minha fam\u00edlia, principalmente para 'mainha'\". \nRaylane (no meio) com a av\u00f3 Valdice (do lado direito) e a m\u00e3e Marlucy  (do lado esquerdo)\nArquivo pessoal \nContato com o irm\u00e3o encontrado\nRaylane Amaral procurou pelo nome e sobrenome do rapaz, Lennon Carvalho, no Instagram e mandou uma mensagem. No entanto, o perfil era privado e, por isso, ele n\u00e3o recebeu a notifica\u00e7\u00e3o de mensagem. A mulher ent\u00e3o fez uma busca no LinkedIn, rede social para conex\u00f5es profissionais, e entrou em contato. \n\u201cEsta provavelmente vai ser a mensagem mais estranha que voc\u00ea vai receber no LinkedIn, mas acho que voc\u00ea n\u00e3o foi notificado pela minha mensagem no Instagram. Voc\u00ea por um acaso \u00e9 da Para\u00edba e fez um teste de DNA com a MyHeritage?\u201d, escreveu ela.\nLennon tem 30 anos, nasceu em Cajazeiras, mas mora na Irlanda. O jovem tem duas irm\u00e3s: a mais velha, Michele, que mora em Cajazeiras, e a mais nova, Milena,  que mora em Jo\u00e3o Pessoa com a m\u00e3e, Lu\u00edsa Maria. Milena preferiu n\u00e3o aparecer nesta reportagem.\nO paraibano relatou que utilizou a plataforma My Heritage em outubro de 2022, ap\u00f3s fazer um teste gen\u00e9tico para descobrir quais as origens de seu DNA. \"Meu desejo na \u00e9poca foi saber de quais pa\u00edses o meu DNA tinha origem. Nesse mesmo site, quando voc\u00ea cadastra dados acaba tendo algumas combina\u00e7\u00f5es, primos distantes, de terceiro ou quarto grau. Eu cheguei a encontrar alguns\". \nRaylane procurou Lennon pelas redes sociais e entrou em contato \nRaylane Amaral\/Arquivo pessoal \nPor meio do LinkedIn, Raylane explicou que os perfis deles haviam dado uma combina\u00e7\u00e3o muito alta de DNA e come\u00e7ou a fazer perguntas sobre as origens do jovem. Em certo ponto da conversa, ele parece ainda n\u00e3o ter percebido algo que Raylane j\u00e1 desconfiava: que uma troca de beb\u00eas poderia ter acontecido. \nQuando viu a mensagem de Raylane, Lennon pensou, inicialmente, que se tratava de mais um primo distante. No entanto, ao aprofundar a conversa, ele descobriu que a mulher, at\u00e9 ent\u00e3o desconhecida, tinha nascido no mesmo dia e hospital que sua irm\u00e3 mais nova, Milena, em 5 de agosto de 1994. Analisando a foto do perfil da paraibana, o homem encontrou semelhan\u00e7as f\u00edsicas com a m\u00e3e dele, Lu\u00edsa Maria. \n\u201cEnt\u00e3o, eu n\u00e3o sei o que dizer. Voc\u00ea \u00e9 a cara da minha m\u00e3e. Eu n\u00e3o sei o que pensar. Na verdade, sempre houve uma hist\u00f3ria de que quando minha m\u00e3e estava tendo minha irm\u00e3, havia outra mulher tamb\u00e9m dando \u00e0 luz na mesma sala e na mesma hora\", escreveu Lennon. \nAp\u00f3s a abordagem de Raylane e a possibilidade de uma troca de beb\u00eas ter ganhado for\u00e7a, Lennon entrou em contato com a m\u00e3e e, depois do choque inicial, as mulheres envolvidas come\u00e7aram a se organizar para que um exame de DNA fosse feito. \nTeste de DNA \nLu\u00edsa e Milena viajaram de Jo\u00e3o Pessoa para Cajazeiras para fazer um exame de DNA no dia 2 de fevereiro. O material foi coletado em um laborat\u00f3rio de Cajazeiras e enviado para outro laborat\u00f3rio especializado, em Belo Horizonte. \nResultado de exame de DNA indicou que Lu\u00edsa Maria \u00e9 m\u00e3e biol\u00f3gica de Raylane\nArquivo pessoal\/Raylane Amaral\nEm 16 de fevereiro, a conclus\u00e3o do exame de DNA j\u00e1 estava pronta, mas s\u00f3 foi disponibilizada pelo laborat\u00f3rio onde o material foi coletado no dia 27. Por isso, Raylane adiou a volta para os Estados Unidos. Durante mais de 20 dias, as pessoas envolvidas precisaram lidar com a ansiedade, e Raylane relatou que esperava ter sido apenas um engano da plataforma. \n\"A espera pelo resultado do DNA foi dolorosa. O tempo parecia n\u00e3o passar. A ansiedade em ter uma resposta definitiva era muito grande. Ao mesmo tempo que, diante de todos os fatos, eu achava que a troca seria confirmada com o resultado, eu tinha muita esperan\u00e7a de que tudo n\u00e3o pudesse passar de um engano no primeiro resultado e uma grande coincid\u00eancia a quest\u00e3o de eu e Milena termos nascido no mesmo dia e lugar. Seria muito mais f\u00e1cil pra todo mundo\u2026\", disse.\nOs resultados apontaram que Raylane n\u00e3o \u00e9 filha biol\u00f3gica da mulher que a criou, Marlucy, mas sim de Lu\u00edsa Maria, mulher que criou Milena e Lennon. No entanto, os resultados dos exames mostraram que Milena n\u00e3o \u00e9 filha biol\u00f3gica de nenhuma das duas mulheres, apontando assim que um terceiro rec\u00e9m-nascido foi trocado. \nResultado de exame de DNA indicou que Marlucy n\u00e3o \u00e9 m\u00e3e biol\u00f3gica nem de Raylane nem de Milena\nArquivo pessoal\/Raylane Amaral\nBusca pela terceira pessoa\nRaylane utilizou as redes sociais para procurar por pessoas nascidas em 5 de agosto de 1994\nArquivo pessoal\/Raylane Amaral\nRaylane contou que ficou aliviada por uma parte, mas ainda angustiada por saber que a m\u00e3e dela, Marlucy, n\u00e3o tinha encontrado sua filha biol\u00f3gica. Ela precisou voltar para os Estados Unidos, por causa do trabalho, mas continuou uma busca ativa pelas redes sociais. \nA paraibana pediu que seus amigos verificassem pelo Facebook mulheres de Cajazeiras que nasceram no dia 5 de agosto de 1994.  \u00c0 medida que as pessoas pr\u00f3ximas iam enviando links de perfis de mulheres nascidas nessa data, ela ia analisando fotos e descartando aquelas que n\u00e3o pareciam fisicamente com os pais. Um perfil encontrado chamou a aten\u00e7\u00e3o de Raylane, por causa das semelhan\u00e7as f\u00edsicas com sua fam\u00edlia.  \nO nome da mulher \u00e9 Marcelma Bezerra, que atualmente vive na zona rural de Cajazeiras. Nascida no mesmo dia de Raylane e de Milena, a paraibana teve uma vida completamente diferente. Casou-se aos 15 anos e atualmente, aos 28, tem tr\u00eas filhos. Um exame de DNA entre Marcelma e Marlucy foi feito no dia 29 de mar\u00e7o, e o resultado, divulgado no dia 13 de abril, foi positivo: Marlucy havia, enfim, encontrado a filha biol\u00f3gica.\nTeste de DNA indicou que Marlucy \u00e9 m\u00e3e biol\u00f3gica de Marcelma\nArquivo pessoal\/Raylane Amaral \nAo falar com o g1, ap\u00f3s o resultado do exame, Marcelma disse que est\u00e1 aliviada. Ela tamb\u00e9m espera que as fam\u00edlias possam manter contato e \"juntar\", \"jamais dividir\".  \"Eu t\u00f4 mais aliviada, comparando com a apreens\u00e3o de 20 dias atr\u00e1s. T\u00f4 melhor, t\u00f4 me conformando, t\u00f4 tentando a gente conviver, juntar, ser uma fam\u00edlia s\u00f3, jamais dividir\".\nAgora, Milena deve fazer um teste de DNA com a mulher que criou Marcelma como filha. Se o resultado der positivo, a hist\u00f3ria dos beb\u00eas trocados foi completamente desvendada. Se der negativo, significa que mais um beb\u00ea foi envolvido na troca. \nRaylane afirma que est\u00e1 muito feliz pela m\u00e3e ter encontrado a filha biol\u00f3gica, mas ainda espera que um respons\u00e1vel pela troca dos beb\u00eas seja encontrado. \"Eu tor\u00e7o muito para que tenha sido um erro, um acidente\u2026 Tudo isso j\u00e1 \u00e9 t\u00e3o traum\u00e1tico que descobrir que isso possa ter sido feito de maneira intencional nos traria mais sofrimento. Mas espero que o\/a respons\u00e1vel apare\u00e7a e que pague por isso\". \nTroca tripla de beb\u00eas em maternidade da Para\u00edba \u00e9 descoberta por acaso quase trinta anos depois\nO que diz a maternidade \nMaternidade faz parte do Hospital Regional de Cajazeiras \nReprodu\u00e7\u00e3o \/ TV Para\u00edba\nA maternidade Dr. Deodato Cartaxo faz parte do Hospital Regional de Cajazeiras. Em resposta \u00e0 uma solicita\u00e7\u00e3o dos advogados das v\u00edtimas, a assessoria jur\u00eddica do hospital informou que os funcion\u00e1rios verificaram os arquivos da maternidade, mas n\u00e3o encontraram os prontu\u00e1rios daquele m\u00eas de agosto. \nO Hospital Regional de Cajazeiras tamb\u00e9m n\u00e3o conseguiu localizar a escala de funcion\u00e1rios que trabalhavam na maternidade na \u00e9poca. \nEm nota, a unidade de sa\u00fade cita uma a lei 13.787 do ano de 2018, que trata sobre o armazenamento de prontu\u00e1rios. O art. 6 diz que arquivos em papel com mais de 20 anos podem ser eliminados. \nAssim, at\u00e9 a \u00faltima atualiza\u00e7\u00e3o desta not\u00edcia, n\u00e3o foi poss\u00edvel identificar o que teria causado a troca, nem um poss\u00edvel respons\u00e1vel.  \nV\u00eddeos mais assistidos do g1 Para\u00edba  ","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>        Pelo menos tr\u00eas beb\u00eas foram trocados em 5 de agosto de 1994, na cidade de Cajazeiras, no Sert\u00e3o da Para\u00edba. Descoberta come\u00e7ou via plataforma que busca parentes e antepassados a partir de documentos e exames gen\u00e9ticos. 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