Centro de monitoramento de casos de varíola dos macacos é inaugurado em João Pessoa


Segundo a Secretaria de Estado da Saúde (SES), subiu para 37 o número de casos suspeitos da doença no estado. Ministério da Saúde confirma primeira morte por varíola dos macacos no Brasil JN A Secretaria de Estado da Saúde (SES) inaugurou nesta quarta-feira (17), em João Pessoa, o Centro de Operações de Emergência (COE) para acompanhamento de possíveis casos de varíola dos macacos, a Monkeypox, na Paraíba. Segundo a secretaria, subiu para 37 o número de casos suspeitos da doença no estado. O COE foi ativado durante uma reunião que teve a participação de representantes do Conselho De Secretarias Municipais Da Paraíba (COSEMS-PB), Conselho Estadual De Saúde (CES), Universidade Federal Da Paraíba (UFPB), Hospital Universitário Lauro Wanderley (HULW), Lacen-PB, Agevisa e Complexo Hospitalar Clementino Fraga. Em entrevista à TV Cabo Branco, a secretária de Saúde do Estado, Renata Nóbrega, explicou que o objetivo do COE é acompanhar o cenário epidemiológico da varíola dos macacos na Paraíba, com intuito de prevenir a circulação da doença no estado. "Reunimos profissionais com experiência em acompanhamento de emergência em saúde. Não é momento de pânico, é um movimento de oferecer orientações necessárias para prevenção", explicou a secretária. Até o momento, são 42 casos notificados, 4 casos descartados, 37 casos em investigação e 1 caso confirmado de varíola dos macacos na Paraíba. Renata Nóbrega também explicou que a partir da reunião ficou definido que a Paraíba terá 11 hospitais referência para atendimento de pacientes com suspeita de infecção pela doença, nas três macrorregiões de Saúde do Estado. Até então, apenas o Hospital Clementino Fraga, em João Pessoa, recebeu um paciente com necessidade de internação. Os profissionais que trabalham na atenção básica de saúde, como em Unidades de Saúde da Família (USF), serão capacitados para atender pacientes com suspeita de varíola dos macacos. A população deve seguir tomando medidas como uso de máscara para evitar contágios. "Entrando na definição de caso suspeito, é preciso usar máscara, cobrir as manchas, já que a forma de transmissão é através dos fluidos, e após a coleta do exame, voltar pra casa e evitar contato prolongado e compartilhamento de utensílios individuais, como lençóis e talheres. Apenas pessoas com suspeita devem se isolar", finalizou. Vídeos mais assistidos do g1 Paraíba
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