Polícia investiga suposto estupro envolvendo criança de 13 anos em casa de acolhimento, em João Pessoa


Após prestar depoimento, o homem foi liberado, mas deve responder por estupro de vulnerável devido a idade da menina. Ele também foi afastado do trabalho enquanto durar as investigações. Casa de acolhimento Reprodução EPTV Um possível caso de estupro envolvendo uma criança de 13 anos está sendo investigado pela Polícia Civil da Paraíba, por meio da Delegacia de Repressão aos Crimes Contra a Infância e a Juventude. Conforme a denúncia, registrada nesta terça-feira (2), um homem de 40 anos teria praticado "atos libidinosos" na menor de idade, durante o período em que ela vivia em uma casa de acolhimento em João Pessoa. LEIA TAMBÉM: Estupro de vulnerável: 329 meninas com idades até 14 anos engravidaram na Paraíba em 2021 O que diz a legislação brasileira sobre estupro de vulnerável Em nota, a Secretaria de Direitos Humanos e Cidadania (SEDHUC), de João Pesssoa, informou que "está acompanhando a denúncia de acordo com as orientações do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA)" e que "todo o protocolo legal está sendo seguido, a fim de que os fatos sejam esclarecidos". De acordo com a delegada Joana Darc, o suspeito presta serviço para a casa de acolhimento, que não teve o endereço divulgado para preservar os pacientes que nela residem. No local, a menina mora com outras duas irmãs, que também prestaram depoimento na delegacia. A menina alegou que chegou a ser abusada pelo funcionário. Segundo a delegada, o suspeito foi ouvido após ter se apresentado espontaneamente na delegacia. Ele negou o crime e deu uma versão dos fatos que coincide com o depoimento da menina, exceto em relação à alegação que ela deu sobre ter sido abusada sexualmente. Ainda conforme a delegada, não foi necessário realizar exames na menina porque, segundo o depoimento dela, não houve conjunção carnal, somente atos libidinosos. Após prestar depoimento, o homem foi liberado, mas deve responder por estupro de vulnerável devido a idade da menina. Ele também foi afastado do trabalho enquanto durar as investigações. Já a menina retornou para a casa de acolhimento, onde tem atendimento psicossocial e frequenta a escola. O espaço não tem histórico de casos semelhantes. Vídeos mais assistidos do g1 Paraíba
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