Em dois dias, Trauma de Campina Grande registra quatro atendimentos por picadas de cobra jararaca


Vítimas foram socorridas para o Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande. Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande, na Paraíba João da Paz/Ascom/Divulgação Em dois dias, quatro pessoas deram entrada no Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande vítimas de picada de cobra da espécie jararaca. As vítimas são de quatro cidades distintas da Paraíba. Três pacientes deram entrada na unidade hospitalar na quinta-feira (28), sendo provenientes das cidades de Piancó, Remígio e São João do Tigre. E uma quarta pessoa, um idoso da cidade de Alcantil, de idade não revelada, deu entrada na madrugada desta sexta-feira (29), pela mesma motivação. As vítimas são dois homens e duas mulheres, e todas as vítimas deram entrada na unidade hospitalar por picada da cobra jararaca. As duas pacientes do sexo feminino receberam alta médica da ala vermelha e estão na ala de enfermaria, e um dos pacientes homens terá alta médica nesta sexta. A clínica geral do Trauma de Campina Grande, Germínia Venâncio, explica que as vítimas picadas por cobras devem procurar atendimento médico o mais rápido possível. “O mais importante para essas pessoas é o atendimento mais rápido possível. Quanto antes ele puder vir ao nosso serviço, melhor, para que a gente possa fazer exames laboratoriais e administração do soro”, explica. A médica orienta que ao sofrer a picada de animais peçonhentos, como cobras, as vítimas não devem realizar medidas de contenções ineficazes para evitar que o veneno se espalhe ou que corte o efeito do veneno. “Nós não indicamos o uso de torniquetes, garrotes, e se colocar algo no local. Alguns pacientes até chegam a consumir bebidas alcoólicas para cortar o veneno, mas isso é uma fantasia, e dificulta até a avaliação médica desse paciente”, orienta a médica. Germínia explica ainda que as picadas de cobra mais comuns que chegam ao Trauma de Campina Grande são da espécie jararaca, e que a unidade dispõe do soro específico para o tratamento desses acidentes. “Os acidentes mais comuns são de jararacas, temos soro, e temos alguns casos de cascavel, que dispomos de soro, e alguns mais raros de coral que também temos esse soro”, finaliza. Vídeos mais assistidos do g1 Paraíba
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