Mulheres são maioria dos eleitores na Paraíba, 90 anos após conquista do voto feminino no Brasil


Eleitorado feminino na Paraíba é majoritariamente formado por mulheres solteiras, que possuem de 25 a 59 anos e que estudaram até o ensino médio. Mulheres são maioria do eleitorado da Paraíba, correspondendo a 52,86% dos votos Caio Coutinho/G1 As mulheres são maioria entre os eleitores da Paraíba que estão aptos a votar em 2022, 90 anos após a conquista do voto feminino no Brasil. Elas correspondem a 52,86% do total, enquanto os homens totalizam 47,1%. As informações são do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), divulgadas na sexta-feira (15). A população do eleitorado feminino da Paraíba é, em sua maioria, formada por mulheres solteiras, um total de 56,67%, que estudaram até o ensino médio (uma soma de 84,57% dos percentuais de analfabetas; do ensino fundamental, incompleto e completo; e do médio, incompleto e completo). A maior parte das eleitoras está na faixa etária dos 25 a 59 anos, um total de 64,93%. LEIA TAMBÉM Eleições na Paraíba: 579 votantes utilizam nome social em 2022 Das eleitoras, 23,92% terminaram o ensino médio, 22,66% não concluíram o ensino fundamental, 14,42% não terminaram o ensino médio, 13% sabem ler e escrever, 5,85% são analfabetas, enquanto 4,72% concluíram o ensino fundamental. Com relação ao ensino superior, 10,15% das eleitoras da Paraíba concluíram a graduação, enquanto 5,29% possuem superior incompleto. Sobre a idade, 64,93% das mulheres aptas a votar na Paraíba têm entre 25 e 59 anos. Detalhando este número, 24,30% têm entre 49 a 59 anos; 20,52% possui entre 35 a 44 anos; 20,11% está na faixa de 25 a 34 anos; e 10,85% têm de 60 a 69 anos. O restante do total é dividido entre a faixa etária de 21 a 24 anos, com 7,76%; 70 a 79, que corresponde a 6,74%; maiores de 79 anos, que somam 2,84% do eleitorado; e o grupo de 16 a 20 anos, que soma 9,71%. Sobre o estado civil, 56,67% são solteiras; 33,78% são casadas; e 4,65% são viúvas. Há ainda 4,17% desse total que são divorciadas; e 0,73% que são separadas judicialmente. Vídeos mais assistidos do g1 Paraíba
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